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Sob a pele: conheça o biochip que pode controlar a casa e detectar doenças

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IstoÉ

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Divulgação

Biochip é implantado sob a pele da mão


Quando Thiago Bordini chega à New Space, startup paulista em que exerce a função de diretor de inteligência cibernética , basta encostar o dorso de uma das mãos no leitor da catraca de entrada para ter o acesso liberado.

Todos os itens em que se faz necessário reconhecer o funcionário, como bater ponto e liberar salas e senhas, são disponibilizados dessa forma. A integração pessoa máquina ganha contornos de realidade.

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Foi implantado um biochip no dorso de cada uma das mãos de Bordini, entre o polegar e o indicador, área em que sentimos pouca dor, por ter menos terminações nervosas. Esse dispositivo é semelhante a um grão de arroz e foi colocado sob a pele, de forma quase indolor, “como se fosse a aplicação de um piercing”, conta Bordini.

O dispositivo fica dentro de um invólucro de vidro e é inquebrável, bioseguro, não entra em contato direto com corpo e isso impede que a peça passe por um processo de oxidação, causando alguma inflamação. Mas se o usuário quiser, o chip pode ser removido facilmente fazendo uma incisão de 3 a 6 mm para tirá-lo. Funciona com a tecnologia RFID ou identificação por rádio frequência, não tem sistema de GPS e pode durar mais de 20 anos. O seu valor pode chegar a R$ 400.

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Quando pensamos em sua utilidade mais ampla em uma casa conectada, por exemplo, abrir e fechar portas, ligar eletrodomésticos e o carro, são informações que podem ser armazenadas nas mãos. A ideia do biochip surgiu no final da década de 1980, mas o assunto foi impulsionado em 2005, quando o americano Amal Graafstra começou a usar o produto e se transformou em um propagandista do tema — denominou esse processo de “próxima fase da evolução humana”.

Biochips e o diagnóstico de doenças

A medicina moderna busca personalizar o tratamento e identificar com maior velocidade e precisão os riscos de uma doença aparecer. Com a popularização dessa tecnologia, será possível armazenar todos os dados do paciente . Examinar rapidamente todo o corpo humano, em detalhes, e saber exatamente o que está acontecendo. Essa invenção é capaz de identificar milhares de biomarcadores em uma única análise e prever distúrbios ou suscetibilidade patológica.

No Hospital Universitário de Toulouse, na França, foi desenvolvido um biochip que permite a escolha de um esquema terapêutico com medicamentos de ação direta para combater o vírus da hepatite C e a infecção gonocócica. O Instituto de Pesquisa da Academia Russa de Ciências desenvolveu um dispositivo que reconhece bactérias que causam infecções em órgãos reprodutivos humanos e são resistentes a antibióticos. Sua aplicação permitiu a evolução no tratamento contra gonococos na Rússia. O desenvolvimento e a utilização do biochip não têm volta.

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Pela última vez: veja os filmes e séries que saem da Netflix nesta semana

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Unsplash/Piotr Cichosz

Veja os títulos que sairão da Netflix nesta semana

A Netflix atualiza constantemente o seu catálogo com novas opções de filmes, séries e outros conteúdos em vídeo para seus usuários sempre terem algo interessante para assistir. Por sua vez, em meio a estas atualizações, alguns títulos também acabam sendo removidos da plataforma de streaming .

Já para esta semana, algumas séries e outros títulos menores estão previstos para sair do catálogo da Netflix . Então, uma boa ideia é dar uma conferida em quais são estas séries e filmes que sairão do serviço para assisti-los enquanto ainda há tempo. Veja!

Séries

  • Era Uma Vez (25/09)
  • Marvel – Fugitivos (25/09)
  • Scandal (25/09)

Filmes

  • SMOSH: The Movie (22/09)
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Documentários

  • Restless Creature: Wendy Whelan (26/09)

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Instagram é acusado de espionar usuários pela câmera; saiba como

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Unsplash/NeONBRAND

Instagram é acusado de espionar usuários pela câmera

Facebook está sendo processado por supostamente espionar seus usuários do Instagram  pela câmera dos celulares sem autorização formal. A ação judicial foi registrada no tribunal do Distrito Norte da Califórnia, em São Francisco, nos Estados Unidos.

Esse processo surgiu a partir de  notícias divulgadas em julho de que o aplicativo de compartilhamento de fotos parecia estar acessando câmeras do iPhone mesmo quando os sensores estão desativados.

O Facebook negou os relatórios e culpou um bug no sistema da rede, o qual está sendo corrigindo. A empresa afirma que o defeito traz notificações falsas de que o Instagram estaria acessando câmeras do iPhone quando na verdade isso não ocorre.

Segundo Brittany Conditi, usuária do Instagram de Nova Jersey, o uso da câmera pelo aplicativo é intencional e feito com o objetivo de coletar “dados lucrativos e valiosos sobre seus usuários aos quais, de outra forma, não teria acesso”. Na mesma ação, ao “obter dados pessoais extremamente privados e íntimos de seus usuários, inclusive na privacidade de suas próprias casas”, o Instagram e o Facebook podem coletar “insights valiosos e pesquisas de mercado”.

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Coleta de dados por reconhecimento facial 

Em outro processo aberto no mês passado, também nos Estados Unidos, o Facebook foi acusado de usar, desde 2015, tecnologia de reconhecimento facial para  coletar ilegalmente os dados biométricos de seus mais de 100 milhões de usuários do Instagram. 

O problema estava no recurso que sugeria marcação para fotos novas que eram carregadas para a plataforma. O sistema usava reconhecimento facial para digitalizar fotos e sugerir quem estava presente na captura – isso deixou de ser usado apenas no ano passado.

Agora, o Facebook vai pagar um total de US$ 650 milhões (R$ 3,5 bilhões em conversão direta) para encerrar a questão do processo.

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