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Calendário do PIS/Pasep começa nesta quinta; saiba se pode sacar até R$ 1.039

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Calendário de pagamentos do PIS/Pasep começa nesta quinta-feira (16)

Começam nesta quinta-feira (16) os pagamentos do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Programação de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) do calendário 2019-2020, ano-base 2018. Os valores vão de R$ 87 ao salário mínimo vigente em janeiro, R$ 1.039.

Leia também: Abono salarial PIS/Pasep pode passar a ser inferior a um salário mínimo; entenda

Para trabalhadores da iniciativa privada, o pagamento do PIS pela Caixa Econômica Federal começa pelos nascidos em janeiro e fevereiro, enquanto para os servidores o pagamento do Pasep , feito pelo Banco do Brasil, se inicia para quem tem inscrição com final 5. O valor a ser recebido depende do tempo trabalhado com carteira assinada em 2018.

Nascidos entre julho e dezembro já tiveram os saques referentes ao ano-base 2018 liberado, e podem retirar o dinheiro até 30 de junho deste ano, bem como os nascidos nos demais meses. Quem nasceu entre janeiro e fevereiro saca a partir desta quinta-feira, e ficam faltando os nascidos em março e abril (saque será liberado em 13 de fevereiro) e maio e junho (19 de março). A data limite para todos é o final de junho.

No caso do Pasep, já teve direito a sacar quem tem inscrição com os finais 0, 1, 2, 3, 4 e agora 5, a partir desta quinta-feira. Finais 6 e 7 recebem a partir de 13 de fevereiro e 8 e 9 a partir de 19 de março. O final do calendário, assim como no PIS, é em 30 de junho.

Quem tem direito ao abono salarial, como conferir e qual o valor?

Tem direito a sacar o abono salarial quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2018, recebendo, em média, até dois salários mínimos mensais. Além disso, é exigido estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Caso tenha direito a sacar, basta apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep. Trabalhadores da iniciativa privada recebem pela Caixa e servidores pelo BB.

Correntistas da Caixa recebem o pagamento do PIS dois dias antes dos demais trabalhadores, enquanto no caso do Pasep o crédito em conta para correntistas do BB começa a partir do 3º dia útil antes do início de cada data de pagamento.

O valor do abono é proporcional ao período trabalhado. Quem trabalhou um mês com carteira assinada, por exemplo, recebe R$ 87, ou seja, 1/12 do valor total, que em janeiro é R$ 1.039.

Para sacar o PIS, o trabalhador com Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Sem o cartão, o valor pode ser recebido em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação.

Informações também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa e no site www.caixa.gov.br/PIS , em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos.

Quem têm direito ao Pasep deve verificar se houve depósito em conta. Caso contrário, basta procurar uma agência do Banco do Brasil com um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do BB.

A partir de fevereiro, abono será maior

Quem ainda não tem direito a retirar o PIS/Pasep, ou seja, os nascidos entre março e junho e servidores com inscrição com finais 6, 7, 8 e 9, têm um motivo para comemorar, apesar de receber depois.

Leia também: Pagamento do IPVA 2020 com desconto de 3% vence nesta quinta (16)

Com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.045, que passará a valer em 1º de fevereiro, o valor a ser recebido também sobe um pouco, seguindo o piso nacional.

Fonte: IG Economia
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Mulher que pisou em prego em camarote de Carnaval será indenizada

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A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão arrow-options
Foto: Reprodução/Internet

A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal condenou uma empresa a indenizar uma mulher que feriu o pé ao pisar em prego exposto no “Camarote Salvador”, na Bahia.

A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão e que, por isso, perdeu os ingressos adquiridos para o evento.

Em sua defesa, a empresa afirmou ter contratado outra empresa para prestar assistência médica nas dependências do camarote a todos os participantes do evento.

A produtora também alega que prestou atendimento à autora após o incidente e que orientou a foliona a receber vacinação o mais rápido possível.

O colegiado entendeu que o acidente sofrido caracterizou defeito na prestação de serviço e determinou o pagamento de R$ 3 mil a autora por danos morais.

Fonte: IG Economia
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Para economizar, foliões levam bebidas para blocos e frustram ambulantes

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Foliões com garrafas plásticas de bebida nas mãos arrow-options
Cléber Júnior/Agência O Globo

Foliões prepararam bebidas antes de sair de casa e levaram em garrafas plásticas

Apesar dos blocos estarem levando até 320 mil pessoas para a folia do Carnaval no Rio de Janeiro , como foi o caso da atriz e cantora Preta Gil na manhã deste domingo (16), alguns ambulantes têm reclamado do fraco movimento de venda. Por volta das 10h desta manhã, um grupo tentava driblar a “crise” seguindo para outro ponto da Avenida Presidente Antônio Carlos, onde o megabloco desfilou.

Rosana Maria da Silva chegou às 8h no local e, em duas horas, havia vendido três latinhas de cerveja a R$ 10. Na semana passada, durante o bloco da Claudia Leitte, ela já tinha totalizado R$ 80 em vendas nas duas primeiras horas.

“Vou procurar outro ponto. Não vendi nada ainda, praticamente. Meu isopor está cheio, disse, incomodada. “Na semana passada também não foi tão bom, mas estava melhor que hoje [domingo]”.

Leia também: Bloco ‘Chora me liga’ no Rio tem foliões detidos e ambulantes barrados

Daiana Pereira, de 34 anos, também resmungou do pouco movimento. Para ela, a quantidade de ambulantes e o fato de que muitos foliões estão trazendo a própria bebida estão influenciando no desempenho de venda dos vendedores.

“Eu não sei o que está acontecendo. Mas percebo que o público está abaixo do esperado, sem contar que, com o desemprego, muita gente se cadastrou como ambulante. Além disso, vejo grande parte do público trazendo suas bebidas de casa.”

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O cabeleireiro Victor Estrela, de 22 anos, chegou ao Bloco da Preta com os amigos da Baixada Fluminense com a bolsa térmica cheia: catuaba, cerveja, vodka e enérgetico.

“A bebida alcoólica é nosso combustível. Fizemos uma vaquinha e trouxemos tudo porque sai muito mais barato”, afirmou o folião, contando que o grupo de 13 pessoas gastou pouco mais de R$ 100 para compraras bebidas consumidas na folia.

O casal Emerson Soares e Talita Souza chegou de Campo Grande com a bolsa cheia e disseram ter desembolsado apenas R$ 30 com 15 latinhas de cerveja e duas garrafas de água. A técnica em saúde bucal, Vanessa Macedo, de 24 anos, reforça a economia. “Se fôssemos comprar aqui, cada um gastaria pelo menos R$ 100.”

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Em seu quarto ano de vendas no carnaval carioca, a ambulante Patricia Gomes apostou no bloco Suvaco do Cristo, no Jardim Botânico, que levou 35 mil pessoas para as ruas do bairro da Zona Sul. Ela abasteceu o isopor e ficou posicionada na Rua Jardim Botânico à espera dos foliões. Mas o faturamente foi abaixo do esperado

“Primeiro que tem muito ambulante pra pouco folião. Segundo, que tem muita gente trazendo bebida de casa”, disse Patricia.

O estudante de nutrição Rodrigo Bernardo, de 23 anos, foi um dos que preferiram comprar bebida antes do bloco. Morador da Freguesia, na Zona Oeste, ele cruzou a cidade com o uma bolsa térmica lotada de cerveja e água. Tudo pela economia. “É ruim de carregar, mas fica muito mais barato que no bloco.”

Fonte: IG Economia
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