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Imprensa internacional repercute crise da água no Rio

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Cedae está com dificuldades em normalizar a situação da água no Rio de Janeiro arrow-options
Divulgação/Cedae

Cedae está com dificuldades em normalizar a situação da água no Rio de Janeiro


A crise no abastecimento da água no Rio de Janeiro — que já atinge 69 bairros da capital e outros seis municípios da Baixada Fluminense — foi destaque em veículos internacionais de imprensa. O jornal inglês ” The Guardian ” aponta que o problema no fornecimento ocorre a poucos dias da realização do Carnaval e durante um verão que já atingiu recordes de temperatura.

A publicação também ressaltou que apesar das declarações da Cedae , atestando que a água pode ser bebida, moradores do Rio reclamam que já adoeceram após o consumo.

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“A companhia pública de água da cidade disse que o gosto estranho foi causado por um composto orgânico chamado geosmina, encontrado naturalmente no solo, e insistiu que a água é segura para beber. Mas os moradores se queixaram de adoecer depois de bebê-la e os ambientalistas culparam a crise nos rios poluídos, a falta de saneamento básico e décadas de má gestão”.

Não cumprida

A reportagem recorda ainda que a expensão da rede de saneamento básico no estado foi um promessa de legado olímpico que não saiu do papel.

“Em julho passado, promotores do Rio assinaram um acordo com o Cedae para finalizar as obras de saneamento olímpico que foram congeladas quando o estado declarou uma ‘emergência financeira’ semanas antes do início dos jogos. Alguns projetos foram concluídos, mas grandes obras deverão levar mais quatro anos”, lembra a publicação.

Fonte: IG Nacional
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Carlos Bolsonaro condena atitude de Cid Gomes: O que mata não são as armas”

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Carlos Bolsonaro condenou atitude de Cid Gomes em Sobral


O segundo filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Carlos Bolsonaro, usou o seu perfil no twitter para defender os policiais militares que estão em greve no Ceará e atacar a atitude de Cid Gomes (PDT-CE) na última quarta-feira (19). O senador foi baleado depois de tentar invadir um bloqueio feito pelos policiais com o uso de uma retroescavadeira.

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Em sua publicação, Carlos Bolsonaro  usou o termo “ditadura” para falar da atitude de Cid Gomes e tratou os tiros como uma atitude de defesa dos policiais.


“Democraticamente estou desarmado, mas vou passar com um trator em cima de você. Aceite, ou senão é ditadura! O que mata não são armas de fogo legais, mas a pessoa que está disposta a cometer o crime, seja com que ferramenta for”, escreveu o vereador pelo Rio de Janeiro em seu Twitter.

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Cid Gomes está internado no Hospital do Coração de Sobral e não corre risco de vida. O senador está lúcido e respira sem o auxílio de aparelhos.

Não foi apenas Carlos Bolsonaro que defendeu os policiais grevistas no Ceará. Outros deputados da chamada “ala bolsonarista” atacaram a atitude de Cid Gomes nas redes sociais, casos do deputado Éder Mauro (PSD-PA), Eduardo Bolsonaro (sem partido-SP) e Filipe Barros (PSL-PR).


Fonte: IG Nacional
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Crise da água: sem acordo, Defensoria e MP vão à Justiça por indenização

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Cedae / Reprodução

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Depois de quatro horas em reunião sem chegar a um consenso com a Cedae , a Defensoria Pública e o Ministério Público devem levar à Justiça já nesta quinta-feira (20) um ação pedindo que os mais de 9 milhões de consumidores abastecidos pelo sistema Guandu sejam ressarcidos por conta da crise da água .

Este foi o quinto encontro entre representantes da estatal, da Defensoria, do Ministério Público e do governo do estado a respeito da possibilidade de desconto ou ressarcimento aos consumidores que foram lesados por conta da presença de geosmina na água . Desde o início de janeiro, moradores da cidade do Rio e da Baixada Fluminense recebem nas torneiras água com cheiro, gosto e cor alterados.

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“Não chegamos a um acordo. Depois desse tempo de reunião, os critérios técnicos e financeiros, não se chegou a um lugar comum, a um consenso “, disse o presidente da companhia, Renato Lima do Espírito Santo.

Na última reunião, na segunda-feira (17), ficou acordado que a estatal enviaria em até 48 horas uma proposta à Defensoria, o que foi feito no início desta tarde, horas antes do início da reunião. De acordo com a defensora Patrícia Cardoso, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon), os valores oscilaram durante a negociação, mas não foram os únicos fatores que impediram que o acordo fosse firmado.

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“Por mais que a gente tivesse chegado a valores, outras tantas questões nos impediram de fazer o acordo. Algumas limitações de ordem técnicas que a Cedae expôs, e até questões jurídicas intransponíveis fizeram com que a gente não pudesse celebrar o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), como a necessidade que a Cedae entende de edição de uma norma legislativa nova e a dificuldade de aprovação (do acordo) junto ao Conselho de Administração”, explicou a defensora.

Ao fim da reunião, a defensora Patrícia Cardoso e o presidente da Cedae, Renato Lima do Espírito Santo, não expuseram os descontos negociados, mas de acordo com a coordenadora do Nudecom, os percentuais propostos pela estatal foram inferiores aos que a Defensoria esperava.

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“Estamos juntando os últimos documentos da instrução, e o Ministério Público também. Provavelmente daremos entrada na ação judicial que visa o ressarcimento dos consumidores por conta dos danos experimentados nesse mês de janeiro de 2020 ainda nesta quinta-feira (20)”, diz Cardoso.

Ainda segundo a defensora, a indenização pedida na Justiça deve chegar aos consumidores em valores, e não em desconto percentual, e que todos os detalhes serão divulgados assim que a ação for ajuizada.

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“Seria muito mais simples preparar a petição e judicializar sem tentar um acordo, que é sempre uma boa saída, rápido, eficiente, claro, e não depende de uma decisão judicial. A gente não descarta a possibilidade de fazer esse acordo de maneira não tão demorada no próprio judiciário”, disse. 

Fonte: IG Nacional
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