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Mais uma base que abriga militares dos EUA é atingida no Iraque

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Mísseis atingiram nessa terça-feira (14) uma base que abriga militares dos Estados Unidos no Iraque, informou o Ministério da Defesa do país.

Os mísseis caíram em uma base militar situada em Taji, ao norte de Bagdá. Segundo o ministério, não há informções sobre mortos ou feridos no complexo. Jornais locais dizem que alguns dos projéteis caíram fora da base e feriram três civis.

Milícias vinculadas ao governo iraniano ameaçaram lançar ataques no Iraque em retaliação pelo assassinato este mês, por um drone americano, de Qassem Soleimani, da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. Tem havido contínuos ataques a instalações que abrigam forças dos Estados Unidos, mesmo após o revide do Irã na semana passada, ao lançar mísseis tendo por alvo duas bases com militares americanos.

*Emissora pública de televisão do Japão

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Mais de 170 países aderiram ao programa de vacinas contra covid-19

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Segundo Tedros Adhanom Ghebreysus, diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 170 países aderiram ao Covax – uma alocação global de recursos contra o novo coronavírus co-liderada pela OMS que visa impulsionar o desenvolvimento de vacinas para combater a pandemia de covid-19 em todo o mundo.

“Mais de 170 países aderiram à Covax, ganhando acesso garantido ao maior portfólio mundial de vacinas candidatas”, disse Tedros em comentários pré-gravados em um webinar antes do prazo final de sexta-feira (18) para associar-se ao programa.

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Internacional

Banco central japonês anuncia apoio à nova política monetária de Suga

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O banco central do Japão vai monitorar não apenas as tendências de inflação mas também o crescimento do emprego ao guiar a política monetária, disse seu presidente, Haruhiko Kuroda, sinalizando a prontidão do Bando do Japão para aumentar o estímulo se as perdas de emprego devido à crise do novo coronavírus aumentarem o risco de deflação.

Com o impacto imediato da pandemia diminuindo, o banco central manteve a política monetária nesta quinta-feira (17) e melhorou sua visão sobre a economia para dizer que ela está começando a acelerar.

Mas Kuroda afirmou que o Banco do Japão vai trabalhar de perto com o governo do novo primeiro-ministro, Yoshihide Suga, para proteger a economia da pandemia, inclusive afrouxando mais a política monetária.

A declaração ecoa a de Suga, que foi oficialmente eleito premiê na quarta-feira, de que proteger os empregos é a principal prioridade de seu governo.

“Nosso principal objetivo é nossa meta de inflação. Mas obviamente também estamos nos esforçando para alcançar crescimento econômico saudável, incluindo condições de emprego”, disse Kuroda em entrevista à imprensa.

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“Só porque a inflação não está se mexendo muito isso não significa que não adotaremos medidas monetárias adicionais. Vamos, claro, considerar medidas adicionais de afrouxamento se fatores como emprego e demanda afetarem os movimentos de preços negativamente”, disse ele.

As declarações de Kuroda também foram feitas depois da recente promessa do Federal Reserve de fazer mais para criar empregos e seu compromisso na quarta-feira de manter a taxa de juros perto de zero até que a inflação esteja a caminho de superar a meta de 2%.

“O que está mais preocupando do Banco de Japão tem que ser as perspectivas de um afrouxamento prolongado pelo Fed, o que vai exercer pressão de baixa sobre o dólar, fazendo o iene subir”, disse Masaki Kuwahara, economista sênior do Nomura Securities.

Como esperado, o Banco do Japão manteve a meta para a taxa de juros de curto de -0,1% e a promessa de limitar os rendimentos dos títulos de 10 anos em torno de zero. O banco central também não fez alterações em seus esquemas de compra de ativos e empréstimo para aliviar o aperto no financiamento corporativo.

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