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Política Nacional

Irmão de administrador da empresa de Wajngarten é número 2 na Secom

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IstoÉ

Fábio Wajngarten, secretário de Comunicação do governo Bolsonaro arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Fábio Wajngarten, secretário de Comunicação do governo Bolsonaro

Além de receber, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras de TV e agências de publicidade que têm contrato com o governo de Jair Bolsonaro , o chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fabio Wajngarten , nomeou como seu número 2 no governo um irmão do empresário que administra a sua empresa privada, a FW Comunicação e Marketing. As informações são do jornal Folha de S.Paulo .

Em maio de 2019, o publicitário Samy Liberman foi escolhido para assessorar o secretário. Inicialmente, no cargo de subsecretário de Comunicação Digital. Quatro meses depois, foi alçado à função de secretário-adjunto de Comunicação Social.

Conforme a Folha já havia noticiado, Wajngarten deixou a função de administrador, mas permanece como o principal sócio da empresa . A firma recebe dinheiro de contratos com emissoras de TV, entre elas a Band e a Record, além de agências de publicidade contratadas pela própria Secom, ministérios e estatais do governo Jair Bolsonaro.

Segundo a legislação vigente, é proibido que integrantes da cúpula do governo mantenham negócios com pessoas físicas ou jurídicas que influenciem suas decisões, configurando conflito de interesses e até improbidade administrativa. Entre as penalidades está a demissão do agente público envolvido.

Leia também: “A ponte de comunicação comigo foi explodida”, diz Secretário de Comunicação

Como número 2 da Secom, Samy participa de decisões e de agendas relativas à distribuição das verbas de publicidade. Além de irmão, é sócio de Fabio Liberman em empresas, segundo o jornal.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Procuradoria pede que corpo de Adriano seja conservado para nova perícia

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Adriano da Nóbrega arrow-options
Reprodução / Polícia Civil

Adriano Nóbrega morreu durante um confronto com a polícia no último domingo (9).


O Ministério Público (MP) da Bahia entrou com pedido na Justiça de Esplanada , no interior baiano, para que o Departamento de Perícia Técnica do Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro (IML) conserve o corpo do miliciano Adriano da Nóbrega para a realização de novos exames periciais.

O pedido foi feito pelos promotores Dario Kist e Gilber de Oliveira, que pedem que os restos mortais do ex-capitão do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) seja mantido “intacto”. O documento foi enviado depois que o juiz Gustavo Kalil, da 4ª Vara Criminal do Rio, determinar nesta segunda-feira (17) que não é mais necessário conservar o corpo do ex-policial.

Leia também: Após 15 dias da morte, corpo do miliciano Adriano ainda não foi enterrado

A decisão de Kalil foi dada após o magistrado entender que Adriano não está envolvido em ação que acusa outros doze militares de envolvimento nas atividades do Escritório do Crime , milícia do Rio de Janeiro ligada ao assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes.

Familiares de Adriano da Nóbrega pedem na Justiça o direito de cremar o corpo do ex-capitão. O pedido, no entanto, foi negado na semana passada pela juíza Maria Izabel Pena Pieranti, do Plantão Judiciário. A magistrada alegou ausência de documentos. A medida ainda está em vigor, mas impede apenas a cremação. O corpo pode ser sepultado.

Leia também: Corpo do miliciano Adriano da Nóbrega não precisa ser conservado, define Justiça

Nesta terça-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro também pediu que o corpo fosse conservado e defendeu uma “perícia independente”. No fim de semana, Bolsonaro acusou a Polícia Militar da Bahia de “queima de arquivo”. A organização está sob comando do governador Rui Costa (PT). Ele também disse que teme que aúdios podem ser inseridos no aparalho celular encontrado com Adriano com o objetivo de incriminá-lo.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bretas diz que Bolsonaro o convidou para evento evangélico

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Marcelo Bretas arrow-options
Fernando Frazão/Agência Brasil

Marcelo Bretas é responsável pelos julgamentos em primeira instância da Operação Lava Jato no Rio.

Dois dias depois de participar de dois eventos com o presidente Jair Bolsonaro, políticos e empresários, o juiz federal da 7ª Vara Criminal, Marcelo Bretas , responsável pelos julgamentos em primeira instância da Operação Lava-Jato no Rio, publicou em seu Twitter um esclarecimento sobre sua presença nas cerimônias. A presença do magistrado foi criticada no meio jurídico e até um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apure sua conduta.

Leia também:MPF pede apuração sobre participação de Crivella e Bretas em evento evangélico

Em nota, disse que seu comparecimento se deu por meio de um convite pessoal feito pelo próprio presidente, a quem recebeu na pista da Base Aérea do Santos Dumont.

Ao lado de Bolsonaro e outros políticos, o juiz esteve presente na inauguração de uma alça de acesso da Ponte Rio-Niterói para a Linha Vermelha e, posteriormente, também com o pastor RR Soares no culto evangélico comemorativo aos 40 anos da Igreja Evangélica Internacional da Graça de Deus, na Praia de Botafogo, zona sul do Rio.

O juiz afirmou não ter sido informado de quantas e quais pessoas estariam presentes no evento. “Esclareço que não fui informado de quantas e quais pessoas participariam das referidas solenidades (políticos, empresários etc), bem como que realizei todos os deslocamentos apenas na companhia do Sr Presidente da República.”, disse Bretas no microblog.

Leia também:Representação contra Fabio Wajngarten é arquivada pela Comissão de Ética

O magistrado também afirmou que presenças de pessoas do Judiciário em eventos de outros Poderes, além de natural, reforça a harmonia entre esses. “Vale notar que a participação de autoridades do Poder Judiciário em eventos de igual natureza dos demais Poderes da República é muito comum, e expressa a harmonia entre esses Poderes de Estado, sem prejuízo da independência recíproca.”, argumentou Bretas.

Fonte: IG Política
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