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Grupo de elite do Rio é acionado após detentas colocarem fogo em colchões

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Agentes do GIT chegam à unidade prisional arrow-options
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Agentes do GIT chegam à unidade prisional

Agentes do Grupamento de Intervenção Tática (GIT) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) do Rio de Janeiro foram acionados no início da tarde desta terça-feira (14) após presas do Instituto Penal Santo Expedido, em Bangu, na Zona Oeste, colocarem fogos em colchões na unidade.

De acordo com informações da assessoria de imprensa da Seap, o tumulto foi rapidamente controlado e as 26 detentas que iniciaram a confusão foram encaminhadas para a delegacia. O caso está sendo registrado na 35ª DP (Campo Grande), central de flagrantes da região. Ainda segundo a Seap, ninguém ficou ferido e a situação já foi normalizada. Além de responderem criminalmente, as presas ainda sofrerão sanções disciplinares.

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O Santo Expedito, que era uma unidade para menores infratores, foi transformado em presídio para mulheres há um mês. O local passou a abrigar detentas do presídio Nelson Hungria, no Complexo de Gericinó, que passou a ser uma cadeia para homens.

O antigo Educandário Santo Expedito foi interditado em julho do ano passado, após decisão da juíza Lucia Glioche. O educandário funcionava há 21 anos de forma provisória e era a maior das unidades para menores infratores no Rio.

Além da superlotação, um dos fatores que levaram à interdição foi a proximidade com os presídios para maiores de idade. A unidade é vizinha ao Complexo de Gericinó. O embate judicial para fechar o educandário já durava mais de dez anos.

Fonte: IG Nacional
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PMs deixam batalhões no Ceará após senador Cid Gomes ser baleado

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Herbert Cordeiro/ Facebook

Policiais militares, que participavam do motim no Ceará, desocuparam os batalhões após senador Cid Gomes ser baleado.


O 3º Batalhão da Polícia Militar em Sobral, onde o senador licenciado Cid Gomes (PDT) foi alvejado na última quarta-feira (19), voltou para o controle do governo do Ceará. Os policiais grevista ocupavam o prédio desde à noite de terça-feira (18), e deixaram o local antes da chegada do Batlhão de Choque da PM.

O senador licenciado Cid Gomes usou uma retroescavadeira contra os grevistas que estavam amotinados no 3º Batalhão. Antes de ser alvejado, Gomes deu um ultimato aos policiais encapuzados que ocupavam o local.

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“O movimento de vocês é ilegal . Vocês têm cinco minutos para pegarem os seus parentes, as suas esposas, os seus filhos e sair daqui em paz. Cinco minutos, nem um a mais”, disse o senador. 

O tempo expirou e os grevistas permaneciam nas dependências do Batalhão, foi quando o senador investiu contra os grevistas com uma retroescavadeira. Os manifestantes responderam atacando pedras e com dois disparos contra o ex-governador do Ceará. Um dos projetéis atingiu o peito do senador.

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Gomes foi levado para o Hospital do Coração de Sobral, onde permaneceu na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) até a manhã desta quinta-feira. Os médicos apontam que o estado de saúde do político é estável. 

Autoridades políticas se manifestaram demonstrando preocupação com o senador, como o presidente do Senada Federal Davi Alcolumbre, que afirmou ter ligado para o pedetista.

“Acompanho com preocupação os desdobramentos do ocorrido com o senador Cid Gomes, na tarde desta quarta-feira (19), em Sobral, no Ceará. Entrei em contato o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e com o governador do Ceará, Camilo Santana, para obter informações e garantir a segurança do parlamentar”, disse Alcolumbre em nota.

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O governador do Ceára, Camilo Santana (PT), aliado de Cid e Ciro Gomes no estado, repúdiou o ato dos policiais os quais qualificou como “inaceitável”  e de  “extrema violência” praticada “por um grupo de policiais mascarados, amotinados num quartel”. O governador afirmou que já havia solicitado apoio do Governo Federal, por meio dos ministros Luiz Eduardo Ramos e Sergio Moro, “para uma ação enérgica contra essas pessoas que têm agido como criminosos. Esses crimes não ficarão impunes”.

Até o momento, três policiais foram presos e 261 estão sendo investigados por participar do motim no Ceará, que foi declarado crime pela justiça na segunda-feira (17). 

Dois batalhões foram atacados pelos grevistas, que roubaram dez vituras em um dos quartéis e esvaziaram os pneus de outras ao atacarem a segunda unidade, em Sobral. Os manifestantes também vestiram máscaras e determinaram toque de recolher para os comerciantes da cidade.Os protestos já se espalharam por pelo menos sete cidades cearenses.


Fonte: IG Nacional
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Carlos Bolsonaro condena atitude de Cid Gomes: O que mata não são as armas”

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Carlos Bolsonaro condenou atitude de Cid Gomes em Sobral


O segundo filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Carlos Bolsonaro, usou o seu perfil no twitter para defender os policiais militares que estão em greve no Ceará e atacar a atitude de Cid Gomes (PDT-CE) na última quarta-feira (19). O senador foi baleado depois de tentar invadir um bloqueio feito pelos policiais com o uso de uma retroescavadeira.

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Em sua publicação, Carlos Bolsonaro  usou o termo “ditadura” para falar da atitude de Cid Gomes e tratou os tiros como uma atitude de defesa dos policiais.


“Democraticamente estou desarmado, mas vou passar com um trator em cima de você. Aceite, ou senão é ditadura! O que mata não são armas de fogo legais, mas a pessoa que está disposta a cometer o crime, seja com que ferramenta for”, escreveu o vereador pelo Rio de Janeiro em seu Twitter.

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Cid Gomes está internado no Hospital do Coração de Sobral e não corre risco de vida. O senador está lúcido e respira sem o auxílio de aparelhos.

Não foi apenas Carlos Bolsonaro que defendeu os policiais grevistas no Ceará. Outros deputados da chamada “ala bolsonarista” atacaram a atitude de Cid Gomes nas redes sociais, casos do deputado Éder Mauro (PSD-PA), Eduardo Bolsonaro (sem partido-SP) e Filipe Barros (PSL-PR).


Fonte: IG Nacional
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