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Corpo de mulher sem a cabeça é encontrado em Rio

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O corpo de uma mulher decapitada foi encontrado por um pescador às margens de um riacho que deságua no Rio Vermelho, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, no fim da tarde dessa terça-feira (14).

A cabeça da vítima foi encontrada a cerca de 25 metros do corpo.

O pescador disse que viu o corpo de longe e achou que fosse de um animal, entretanto, ao se aproximar, percebeu que era de uma pessoa e chamou a polícia.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o Corpo de Bombeiros também foram acionados, já que o local é de difícil acesso.

A perícia informou que, aparentemente, a mulher foi decapitada, pois os ossos do pescoço estavam fragmentados.

A Politec disse ainda que o corpo estava em estado de putrefação, que é um estado além da decomposição.

Segundo a polícia, a suspeita é que a vítima foi morta há vários dias. Ainda não se sabe a identidade dela, já que nenhum documento foi encontrado naquela região.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

A Polícia Civil informou que está investigando o caso.

G1 MT

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Zé Carlos do Pátio e empresa de comunicação são condenados por improbidade

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A 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Rondonópolis (a 212km de Cuiabá) julgou  procedentes os pedidos formulados em ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso e condenou o prefeito José Carlos Junqueira de Araújo por ato de improbidade administrativa.

O gestor municipal foi condenado à suspensão dos direitos políticos por cinco anos, ao pagamento de multa civil no valor correspondente a 20 vezes o valor da última remuneração percebida pelo prefeito na época (dezembro de 2011), bem como proibido de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos. A Justiça reconheceu a prorrogação excessiva de contrato com empresa de comunicação como dano ao erário.  

A ACP foi proposta em 2013 pela 2ª Promotoria de Justiça Cível da comarca, com pedido de liminar. Deferido o requerimento, foi decretada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis dos requeridos José Carlos Junqueira de Araújo, da empresa Brito dos Santos & Koberstein Ltda, e de seus administradores Marcelo Mecena Leite Brito dos Santos e Evandro Leo Koberstein. Conforme a inicial, um inquérito civil apurou “grave dano ao erário com consequente violação aos princípios regentes da Administração Pública, em virtude da conduta flagrantemente ilícita e ímproba para a qual concorreram decisivamente todos os requeridos”. 

A empresa Brito dos Santos & Koberstein Ltda foi condenada ao pagamento de multa no valor de R$ 80 mil e à proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios e incentivos pelo prazo de três anos. Marcelo Mecena Leite Brito dos Santos e Evandro Leo Koberstein também foram condenados ao pagamento de multa no valor de R$ 80 mil, à suspensão dos direitos políticos por cinco anos e proibidos de contratar com o Poder Público por três anos.

Na condição de prefeito de Rondonópolis, José Carlos Junqueira de Araújo promoveu licitação na modalidade tomada de preço, para a contratação de serviços de jornalismo e estudo, planejamento, criação, produção, distribuição, veiculação e controle dos serviços de divulgação e publicidade dos programas e campanhas institucionais e de utilidade pública, em favor da prefeitura. A empresa Brito dos Santos & Koberstein Ltda, venceu a licitação e firmou o contrato de prestação de serviço nº 8332/2009, com vigência do período de 27/11/2009 a 27/04/2010.

“Ocorre que em manifesta violação não somente à legislação de regência como principalmente aos princípios insculpidos na Constituição Federal, os demandados entabularam sucessivas prorrogações do contrato original, num total de oito aditivos ao instrumento, em artifício ilícito que também alterou o valor do empenho deste contrato de inicialmente R$ 600 mil para R$ 4,65 milhões, como, aliás, confirma o próprio Município de Rondonópolis”, argumentou o MPMT.  

De acordo com a ação, verificou-se “afronta aos princípios da legalidade, da moralidade, da isonomia e da ampla competitividade nas contratações da Administração Pública, e o concomitante privilégio indevido e direcionamento dos serviços de publicidade para a empresa Brito dos Santos & Koberstein Ltda, com as constantes prorrogações contratuais, fazendo o contrato original, dantes previsto para apenas cinco meses, perdurar por longos 26 meses, período este sem qualquer outra licitação pública, causando sério dano ao erário”.

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Agentes da Mata Grande impedem entrada de drogas e celular na unidade

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As apreensões foram feitas durante revista em quatro visitantes, três mulheres e um homem, neste domingo (22.09)

Agentes da Penitenciária Major PM Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis (215 km ao Sul de Cuiabá), impediram a entrada de quatro visitantes que tentavam entregar entorpecentes a detentos, neste domingo (22.09). As ocorrências envolveram três mulheres e um homem. Além disso, os agentes evitaram a entrada de uma outra visitante com um pedaço de durepox.

Uma das mulheres, identificada como E.S.T., iria entregar o material ao recuperando J.R.L. O aparelho de scanner constatou algo de anormal durante a revista. Ela foi indagada pela agente de plantão, que a informou que seria encaminhada ao Pronto-Atendimento para checagem. Enquanto aguardava, ela pediu para ir ao banheiro e expeliu um invólucro com substância análoga à maconha, um aparelho celular e dois cabos USB.

O aparelho escâner também detectou algo de anormal no abdômen da visitante R.V.B., que pretendia visitar o recuperando F.S.A. Quando a agente informou que ela seria encaminhada ao Pronto-Atendimento, ela ficou nervosa e pediu para usar o banheiro. Quando voltou, passou pelo aparelho de novo e não havia mais irregularidade. A agente de plantão suspeitou e percebeu que R.V.B. havia descartado um pacote em um vaso de plantas, perto de onde estava sentada. Na checagem, os agentes encontraram um invólucro com substância análoga à maconha.

Já a visitante J.P.M., estava levando alimentos ao recuperando R.S.S. Durante procedimento de revista manual, os agentes notaram que a alça da bolsa onde a comida estava acondicionada estava muito grossa. Ao examinarem melhor, encontraram quatro tiras envoltas em plástico contendo entorpecentes, sendo que três aparentam ser de pasta base e uma de maconha.

O visitante I.L.R.M. também tentou entrar com drogas na unidade, com a justificativa de entregar materiais de higiene ao recuperando G.D.S., que havia ingressado na unidade nas últimas 48 horas. Durante a revista, o scanner detectou algo de anormal dentro de tubos de pasta de dente. A revista manual constatou que havia canudos de plástico cheios de substância análoga à maconha dentro dos tubos.

A visitante C.S.A. também foi impedida de entrar para encontrar o recuperando W.R.S. Ao passar pelo escâner foi detectado algo no abdômen. Enquanto aguardava para ser levada ao Pronto-Atendimento, pediu para ir ao banheiro e retirou um pacote que estava introduzido na genitália. Ao abrir, os agentes constataram que era um pedaço de Durepox.

Medidas

Todos os visitantes que tentaram entrar com entorpecentes e os respectivos recuperandos foram encaminhados à 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis para confecção de boletins de ocorrência e providências que os casos requerem. Estas pessoas tiveram o direito à visita suspenso, medida que só pode ser revertida mediante decisão judicial. No caso de C.S.A., que não portava drogas, apenas foi impedida de fazer a visita e também teve a carteira de visitante retida.

Os recuperando que seriam beneficiados com os materiais ilícitos apreendidos também sofrem sanções administrativas, como recolhimento na ala de segurança por 10 dias.

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