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BOI/PERSPEC 2020: Oferta restrita e demanda firme podem seguir sustentando preços em 2020

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Cepea, 14/01/2020 – O setor pecuário nacional inicia 2020 com perspectivas de que o mercado siga firme. De acordo com pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o fundamento vem da baixa oferta de animais para o abate e da possível continuidade da demanda internacional aquecida. Nesse sentido, em 2020, a pecuária nacional vai ter que responder com aumento de produtividade para conseguir atender à crescente demanda por novos lotes para abate.

 

No geral, o cenário econômico brasileiro é favorável. O Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) no encerramento de dezembro, prevê crescimento de 2,3% da economia brasileira em 2020. Além disso, estimativas indicam inflação controlada e taxa de juros baixa, contexto que pode atrair novos investimentos na produção e estimular a demanda. 

 

Do lado da oferta, a disponibilidade de animais está baixa em todas regiões acompanhadas pelo Cepea. De modo geral, esse cenário é resultado do crescente abate de fêmeas em anos recentes. Além disso, os preços considerados baixos por operadores de mercado entre 2017 e início de 2019 também desestimularam parte dos pecuaristas, o que freou o ritmo de investimentos nos últimos anos. Nesse sentido, os preços do bezerro devem continuar firmes ao longo dos próximos dois anos.

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Quanto à procura, pesquisadores do Cepea indicam que a esperada melhora da economia tende a elevar a demanda por carne bovina. Ressalta-se, contudo, que o atual alto patamar dessa proteína pode fazer com que parte dos demandantes migre para proteínas mais competitivas, como a suína e a de frango.

 

Já no contexto internacional, os persistentes casos de Peste Suína Africada (PSA) na China podem manter o país asiático comprando volumes elevados de carne bovina brasileira. O alto patamar do dólar, por sua vez, deve continuar estimulando frigoríficos exportadores a realizarem novos contratos externos. Ressalta-se que, em novembro de 2019, novas plantas frigoríficas brasileiras foram habilitadas para exportar carne à China e, para 2020, há possibilidade de abertura de novos mercados, como a Indonésia. 

 

Assim, agentes do setor acreditam que os embarques brasileiros de carne bovina sigam acima de 100 mil toneladas por mês, cenário que tem sido verificado desde julho de 2018, conforme dados da Secex. 

 

CUSTOS DE PRODUÇÃO – As perspectivas são de aumento nos custos de produção da pecuária de corte em 2020. O principal motivo é a baixa oferta de animais de reposição e sua consequente valorização – vale lembrar que esse item chega a representar mais da metade dos gastos dentro da fazenda de recria. Somado a isso, os fundamentos atuais indicam sustentação nos preços do milho, que estão mais elevados no mercado domésticos, devido, entre outros fatores, às exportações recordes desse cereal em 2019. 

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ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações podem ser obtidas por meio da Comunicação do Cepea: (19) 3429 8836 / 8837 e [email protected]

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Bolsonaro enviou para Manaus aeronave com 8 toneladas de material hospitalar

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-O presidente postou um vídeo nas suas redes sociais.

Na manhã desta sexta-feira (15/01), uma aeronave KC-390 da Força Aérea Brasileira decolou de Recife/PE às 8h17 (horário de Brasília) transportando 8,5 toneladas de material hospitalar para Manaus , camas, tendas, geradores e barracas em apoio à Operação contra o covid.

Neste sábado (16/01), um C-130 decolou de Guarulhos/SP, às 12h53, transportando duas usinas de oxigênio constituídas por compressores de ar para Parintins/AM.
Bolsonaro não tem medido esforços para ajudar estados e municípios ao combate do coronavírus.

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Da abolição à era Trump, documentário esmiúça a história da Ku Klux Klan

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Em duas horas, filme de cineasta francês mostra a influência da organização racista na política e na sociedade americanas

A história da Ku Klux Klan vai muito além de uma série de atos violentos praticados em nome da supremacia branca: ela se confunde com a própria história das transformações sociais nos Estados Unidos, do fim da Guerra de Secessão até os dias de hoje. Essa narrativa é contada em detalhes no documentário “Ku Klux Klan — Uma história americana“, que chegou este mês com exclusividade ao Curta!On — o novo clube de documentários do NOW, plataforma da Claro NET.

Em quase duas horas, divididas em dois episódios, o filme dirigido pelo cineasta francês David Korn-Brzoza (de “O último ano de Hitler”) mostra como a organização terrorista foi desmantelada e reconstruída várias vezes ao longo das décadas e chegou a eleger governadores, deputados e senadores, numa época em que era considerada uma força política legítima e contava com 4 milhões de membros, que não faziam questão de esconder seus rostos com capuzes em marchas públicas. Até mesmo o presidente Harry Truman, conhecido pelo Plano Marshall, foi filiado à KKK antes de chegar à Casa Branca.

A primeira parte do documentário se inicia com a criação da Ku Klux Klan, na cidade de Pulaski, no Tennessee. Foi formada por um grupo de veteranos confederados de ascendência escocesa, que se reuniam para beber e pregar peças em escravos recém-libertos pela abolição. A intimidação aos negros, principalmente os que votavam ou tinham empregos dignos, foi se tornando cada vez mais violenta, levando a assassinatos e linchamentos.

Cientistas políticos, professores de várias universidades — como as de Nova York, Chicago e Washington — e até um ex-membro da Klan dão depoimentos, esclarecendo aspectos como o funcionamento interno da organização e como ela chegou a desfrutar de status na sociedade na década de 1920, além de curiosidades como a convocação do Super-Homem para lutar contra o grupo. Nas décadas de 1950 e 60, em retaliação ao movimento pelos direitos civis dos negros, integrantes da KKK cometeram crimes que chocaram a opinião pública e, ironicamente, pressionaram Washington a promover mudanças, como o direito ao voto para afro-americanos. O documentário termina nos dias atuais, mostrando a atuação de supremacistas brancos nos Estados Unidos de Donald Trump, como no atentado de Charlottesville, na Virginia.

Para quem se interessa por história e sociedade, o Curta!On indica ainda as seguintes produções:

O Movimento Negro nos EUA desde Martin Luther King – Em uma minissérie de quatro episódios, dirigida por Leah Williams, Leslie Asako Gladsjo, Sabin Streeter e Talleah Bridges McMahono, o professor Henry Louis Gates Jr. analisa os últimos 50 anos da história afro-americana, mapeando a luta do Movimento Negro e levantando os obstáculos ainda a serem vencidos. Junto a estudiosos especializados, celebridades e um elenco dinâmico de pessoas que moldaram estes anos, Gates embarca numa viagem desde as vitórias do Movimento dos Direitos Civis até os dias de hoje.

FOTOShttps://drive.google.com/drive/folders/1GNuf2ZfxV7OFnhnHwd2ZTVQ-6h9NocNn?usp=sharing

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Libertem Angela Davis – Dirigido por Shola Lynch, a obra retrata a vida da professora de filosofia que se destacou por seu engajamento em defesa dos direitos humanos, especialmente das mulheres e dos negros. A obra reconstitui ainda o período de sua prisão,em 1970, enquanto defendia três prisioneiros negros. Na época, foi realizada uma grande campanha por sua libertação, que envolveu inclusive a composição de músicas em sua defesa por John Lennon e os Rolling Stones. Davis acabou sendo inocentada e, até hoje, é símbolo na luta pelos direitos civis.

FOTOS: 

https://drive.google.com/drive/folders/1aLRi9Zpf_SenOWdRgy176fZMiaf20j2F?usp=sharing

Sobre o Grupo Curta!

O Grupo Curta! tem como missão a difusão de conteúdos audiovisuais relevantes nas áreas de artes e humanidades, sejam brasileiros ou estrangeiros, através da TV linear (canal CURTA!), de plataformas de streaming de operadoras de telecom e da internet. A curadoria de conteúdos é, portanto, o motor central do grupo e foi uma das que mais aprovaram projetos originais para financiamento da produção pelo Fundo Setorial do Audiovisual: já foram mais de 120 longas documentais e 800 episódios de 60 séries que chegam ao público em primeira mão através de suas janelas de exibição:

O canal Curta!, linear, está presente nas residências de mais de 10 milhões de assinantes de TV paga e pode ser visto nos canais 556 da NET / Claro TV, 75 da Oi TV e 664 da Vivo Fibra, além de em operadoras associadas à NeoTV; 

Curta!On, o novo clube de documentários do NOW da Claro, conta com mais de 450 filmes e episódios de séries documentais, organizadas  por temas de interesse como Música, Artes, MetaCinema, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mitologia e Religião, Sociedade e Pensamento. Há também pastas especiais com novidades – que estreiam a cada mês –, conteúdos originais exclusivos, biografias, além de uma degustação para quem ainda não é assinante do serviço.

Tamanduá TV, plataforma marketplace aberta para qualquer internauta, já reúne mais de quatro mil conteúdos. O usuário pode alugar filmes e séries específicos ou assinar de forma econômica um dos pacotes que contêm conteúdos segmentados por área de interesse: CineBR, CineDocs, CineEuro, CurtaEducação (para professores e estudantes do Ensino Médio e Enem), MetaCinema (para aficcionados e estudantes de Cinema), entre outros.  Os pacotes CineBR, CineDocs e CineEuro são disponibilizados desde 2018 como serviço de valor agregado (SVA) para perto de oito milhões de assinantes de banda larga fixa (ISP) da operadora CLARO, sem custo adicional. 

As atividades do Grupo Curta! também promovem a geração de royalties para produtores audiovisuais independentes, com a exploração de seus direitos audiovisuais nas diferentes janelas de streaming. O pacotes Cines da Tamandua TV e do Curta!ON estão repassando anualmente mais de R$ 1,5 milhão de reais em royalties para os produtores dos conteúdos que difunde.

 

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