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Saúde

SUS recebe 1.424 novos leitos de UTI em todo o Brasil

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O Ministério da Saúde ampliou em 39% o número de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), em relação a 2018, nos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida acrescentou 1.424 leitos para viabilizar o atendimento de casos mais graves de crianças e adultos em todo país. 

Segundo a pasta, a ação foi responsável por zerar todos os pedidos de habilitação de leitos solicitados pelos estados em 2019, com investimentos de R$ 185,6 milhões. Atualmente, o SUS conta com 23 mil leitos de UTI Adulto e Pediátrico em todas as regiões do país. 

Dos 1.424 novos leitos, 729 são destinados a pacientes adultos, sendo 687 leitos de UTI e 42 em unidades coronarianas; e 695 voltados para o atendimento de crianças. Esse total está dividido em 142 novos leitos pediátricos, 159 neonatal, 287 em Unidade de Cuidados Intermediários Convencionais (UCINCo) e 107 em Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (UCINCa).

No Centro-Oeste, foram habilitados 99 leitos, sendo 56 do tipo adulto, 30 pediátrico, sete neonatal e seis unidades coronarianas. No Nordeste foram 297 leitos, das quais 221 adulto, 34 do tipo pediátrico, 20 neonatal, 10 unidades coronarianas, 47 em UCINCo e 32 em UCINCa. Já para o Norte, a pasta habilitou 190 leitos, sendo 105 do tipo adulto, 35 pediátrico, 24 neonatal, um em unidade coronariana e 20 UCINCo.

Na Região Sudeste foram 300 leitos de UTI, dos quais 184 são leitos adultos, 13 pediátricos, 78 neonatal, 25 coronarianos, 203 UCINCo e 67 UCINCa. Na região Sul foram habilitados 144 UTIs, sendo 121 do tipo adulto, 10 do tipo pediátrico, 13 neonatal, 17 UCINCo e oito UCINCa.

Edição: Aline Leal
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Saúde

Covid-19: Brasil chega a 72,8 mil óbitos e 1,88 milhão de casos

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Com 733 novas mortes por covid-19 registradas nas últimas 24 horas, o Brasil chegou ao total de 72.833 óbitos em função do novo coronavírus. A atualização diária foi divulgada pelo Ministério da Saúde no início da noite desta segunda-feira (13). O número de casos confirmados desde o início da pandemia chegou a 1.884.967. O sistema do Ministério da Saúde contabilizou 20.286 novos casos desde o balanço de ontem (12).

De acordo com o boletim do ministério, 657.297 pessoas estão em acompanhamento e 1.154.837 se recuperaram da doença. Há ainda 4.011 mortes em investigação.

O aumento foi de 1%, tanto do número de mortes quanto do número de casos confirmados da doença se comparado com os dados de ontem (12). Mas na última semana, o número de mortes cresceu 11,2%  e o número de casos confirmados, 16,1%. 

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos caso acumulados aos fins de semana.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,9%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 34,7. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 897.

Covid-19 pelo Brasil

Os estados com mais mortes são: São Paulo (17.907), Rio de Janeiro (11.474), Ceará (6.947), Pernambuco (5.652) e Pará (5.293). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Mato Grosso do Sul (167), Tocantins (259), Roraima (397), Acre (430) e Amapá (478).

Os estados com mais casos confirmados desde o início da pandemia são: São Paulo (374.607), Ceará (137.206), Rio de Janeiro (132.044), Pará (126.509) e Bahia (106.891). As Unidades da Federação com menos pessoas infectadas registradas são: Mato Grosso do Sul (13.461), Tocantins (15.307), Acre (16.260), Roraima (22.627) e Rondônia (27.050).

Boletim epidemiológico covid-19Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

 

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Município do Rio inaugura consulta médica por videoconferência

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A prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou hoje (13) o Telessaúde Rio, uma central com médicos no atendimento virtual aos pacientes da rede municipal de saúde. Os pacientes devem fazer o agendamento online e as consultas serão por videoconferência. O objetivo é ajudar pacientes que tiveram seu acompanhamento médico regular afetado pelo isolamento social, por conta da pandemia do novo coronavírus.

“A consulta presencial é um momento único e jamais será substituída pela ligação telefônica. Porém, o acompanhamento em momentos difíceis, como o de pandemia, isso sim, pode ser feito. Vinte médicos estão hoje aqui inaugurando esse trabalho que tenho certeza vai ajudar muito. O afastamento social diminuiu o grau de infecção [pelo novo coronavírus], mas aumentou a gravidade dos pacientes crônicos que deixaram de fazer exame e o acompanhamento”, disse Crivella, durante o lançamento do serviço, no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro.

Voltado para a atenção primária, esse tipo de atendimento é justamente o que mais precisa de qualificação diante da pandemia, informou a secretária municipal de Saúde, Beatriz Busch

“São 89 médicos já contratados e que atenderão em turnos. Temos capacidade para fazer 10,5 mil consultas por mês, nas quais o paciente pode conversar com o médico e tem a oportunidade de rever sua receita, verificar suas prescrições e até de receber no seu celular a prescrição para retirada da medicação em farmácias públicas e privadas por meio de QR Code”, disse a secretária.

O Telessaúde Rio começou a funcionar nesta segunda-feira w contará com até 20 médicos especialistas em medicina de família e comunidade por turno. O serviço funcionará de segunda-feira a sábado, das 8h às 20h. Os médicos trabalharão em um espaço integrado à Central Municipal de Regulação, em turnos de seis horas.

Como acessar o Telessaúde Rio

Para ter acesso ao serviço, o usuário deve realizar o cadastro no portal Identidade Carioca, portal de serviços da prefeitura, e ter um computador ou celular com acesso à internet.

As consultas serão agendadas pelo site da prefeitura do Rio. Na data e horário marcados, o usuário fará o contato com o médico por meio da plataforma disponível no site.

O objetivo é que o serviço ultrapasse a média de 1,3 mil consultas semanais, com possibilidade de emissão de receitas, laudos e solicitações de exames, todos com certificação digital, garantindo a segurança dos pacientes.

Segundo a prefeitura, o padrão da assistência virtual seguirá recomendações e protocolos do Conselho Federal de Medicina e do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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