conecte-se conosco


Economia

Mulheres com ensino superior são 70% das pessoas que vivem com um salário mínimo

Avatar

Publicado

source
mulheres arrow-options
shutterstock

Desigualdade salarial afeta as mulheres.

As mulheres têm mais anos de estudo que os homens, são maioria entre os que chegaram ao curso superior , mas continuam a ter presença maior nas faixas salariais mais baixas. Estudo do pesquisador Bruno Ottoni, da Consultoria IDados, mostra que, entre os trabalhadores que ganham até um salário mínimo , 11% têm nível superior completo ou incompleto.

Leia mais: Aposentados do INSS que ganham acima do mínimo terão reajuste de 4,48%

Nesse universo, 70% são mulheres. São quase dois milhões (1,9 milhão) de profissionais com qualificação recebendo até R$ 998 (piso que vigorou em 2019). Uma situação que se mantém em períodos de crescimento ou de recessão.

A crise econômica pouco mudou essa configuração. Em 2014, melhor momento do mercado de trabalho recente, elas representavam 69,9%. Em 2019, com o país ainda recuperando-se de uma de suas piores recessões, a participação permaneceu em 69,7%.

“As mulheres trabalham menos horas por semana e gastam mais tempo com o trabalho doméstico, e isso ocorre em todas as faixas de renda. Elas também são maioria entre os informais, que ganham menos. Todos esses fatores, de certa maneira, ajudam a explicar o porquê de haver essa maior quantidade de mulheres nesse grupo de trabalhadores qualificados que ganham até um mínimo”, afirma Ottoni.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook

Economia

Número de inadimplentes cresceu em novembro de 2019

Avatar

Publicado

O total de inadimplentes, pessoas com contas em atraso, registrado em novembro de 2019, cresceu em relação ao ano anterior, de 62,6 milhões de pessoas para 63,8 milhões. Já os dados anualizados apontam, segundo o Serasa Experian, queda de 3,3%, quando em novembro de 2018 o volume de dívidas atrasadas e negativadas chegava a 234,4 milhões e caiu para 226,6 milhões, nos 12 meses seguintes.

As dívidas negativadas podem geram a inclusão do nome da pessoa inadimplente em listas mantidas por instituições de proteções de crédito, como Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa, o que impede a obtenção de empréstimos e financiamentos.

De acordo com o Serasa, em novembro de 2018, cada pessoa inadimplente deixou de honrar, em média, o pagamento de 3,7 contas. A proporção foi reduzida para 3,5 contas em 2019.

Estados

Dos sete estados da Região Norte três apresentam índices elevados de inadimplência.

No Amazonas, mais da metade da população, 55,7%, não conseguiu deixar as contas em dia, em novembro de 2019. A condição de inadimplente também englobava metade dos habitantes de Roraima e 49,4% dos residentes do Amapá. Os estados que ostentavam os três melhores índices eram Piauí (33,2%), Rio Grande do Sul (34,7%) e Santa Catarina (34,8%).

Contas

De acordo com o Serasa Experian, a quitação de contas de serviços de telecomunicação, como de internet e telefone, foi o que mais colaborou para o resultado apurado. Esse setor fechou novembro de 2019 com uma redução de 2,4 pontos percentuais na taxa de inadimplência.

Já as dívidas com bancos e cartões, que permaneciam em aberto, eram a maioria, representando 28,1% do total, com variação positiva de 0,6 ponto percentual, ante novembro de 2018.

No setor de serviços, constatou-se a mais alta variação, de 0,8 ponto percentual. Nesse caso, as contas atrasadas respondiam por 9,4% do total registrado em novembro de 2019.

O economista do Serasa Experian Luiz Rabi disse que os números sinalizam que as pessoas inadimplentes começaram a organizar seus débitos, aproveitando, principalmente, as últimas ações de feirão de renegociação. Para ele, mais pessoas deixarão essa condição, gradualmente, nos próximos meses.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

PIB cresce 0,8% no trimestre encerrado em novembro, aponta FGV

Avatar

Publicado

O Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) cresceu 0,8% no trimestre encerrado em novembro de 2019 na comparação com o trimestre findo em agosto daquele ano. O dado é do Monitor do PIB, divulgado hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo a FGV, o PIB cresceu 1,9% na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2018 e 1% na taxa acumulada em 12 meses. Considerando-se apenas o mês de novembro, o PIB teve altas de 0,3% na comparação com outubro de 2019 e de 1,6% em relação a novembro de 2018.

Na comparação do trimestre encerrado em novembro com o trimestre findo em agosto de 2019, a alta de 0,8% foi influenciada por um crescimento no mesmo patamar, de 0,8%, do setor de serviços. A indústria cresceu 0,5% e a agropecuária, 0,3%.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC
Comentários Facebook
Continue lendo

Destaques

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana