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Jovem é sequestrada, estuprada e morta por adolescente chamado de “maníaco”

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Facebook/Reprodução

Samara anunciou trabalhos como esteticista antes de morre

Um homem foi preso e um adolescente apreendido na cidade de Marituba, na região metropolitana de Belém, por estuprar e matar uma mulher de 20 anos, que estava desaparecida desde a última sexta-feira (10).

Samara Duarte Mescouto tinha saído de casa para trabalhar na manhã da sexta e não foi mais encontrada por amigos e familiares. Segundo a polícia, o adolescente era chamado como “Maníaco de Marituba” e tinha um modus operandi específico para cometer crimes: ele selecionava mulheres que anunciavam trabalhos como esteticistas nas redes sociais.

Leia também: Jovem é estuprada durante assalto em praia de Salvador

Após entrar em contato com elas em um perfil falso de mulher nas redes sociais, o adolescente marcava um ponto de encontro e informava à vítima que o marido da cliente iria buscá-la no local.

A partir daí, a vítima era levada a lugar ermo e estuprada. No caso de Samara, ela também foi morta e teve o corpo descartado pelos suspeitos.

No sábado, um dia após o desaparecimento de Samara, outra jovem, de 17 anos, foi encontrada após ter sido estuprada em uma área de mata de Belém. Ela está internada em estado grave no Hospital Metropolitano de Ananindeua. A suspeita da polícia é de que o homem tenha feito pelo menos outra vítima.

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“A gente está em uma casa pegando fogo”, diz Atila Iamarino

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Atila Iamarino

O biólogo e divulgador científico especialista em virologia e epidemias, Atila Iamarino , participou do programa Roda Viva , da TV Cultura, nesta segunda-feira (30) e defendeu que o foco do combate à Covid-19 seja salvar pessoas. “A gente está em uma casa pegando fogo. Hoje não importa se o governo é de esquerda ou de direita. Nós precisamos evitar que vidas sejam perdidas”, afirmou o especialista.

Iamarino começou a chamar atenção nas redes sociais depois que fez um vídeo no qual dava um alerta para a transmissão do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil e foi muito criticado sob acusações de alarmismo exagerado. Dias depois, as previsões dele se tornaram realidade e seus vídeos começaram a ter mais visualizações.

Questionado sobre a estratégia do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de defender o “isolamento vertical”, quando somente grupos de risco ficam em circulação reduzida, o especialista diz que só no futuro o resultado disso poderá ser verificado. “Hoje nós só temos um país que não está fazendo nada, que é a Bielorrússia. Nós vamos ver se quem está certo é um único país no mundo ou o que os estados brasileiros estão fazendo. Só lavar as mãos com vodka não adianta. Tem que ser com água e sabão”, disse Iamarino.

Leia também: Mandetta volta a defender “caráter técnico” no combate à Covid-19

Conforme explica o biólogo, uma das melhores estratégias para combater a Covid-19 é fazer testes. Ele compara essa iniciativa ao governo ter uma lanterna no escuro, sendo que não fazer nada é semelhante a estar com uma vela esperando as pessoas com sintomas se aproximarem para as autoridades contabilizarem os casos confirmados.

Para Iamarino, no entanto, o Brasil está desamparado nesse sentido. “O Brasil está parado uma fase de não investir na ciência nacional. Isso não é uma coisa de agora. É uma coisa que vem de longa data. Nós temos pessoas que estão preparadas para fazer testes, mas que descobriram recentemente que tiveram suas bolsas científicas”, afirmou.

Diante desse contexto, Iamarino diz que não há como saber até quando as medidas de isolamento deverão ser seguidas nem quando uma vacina será criada contra o coronavírus. “A gente tem que se preparar para uma economia diferente e um modelo de sociedade que as pessoas não se aglomerem tanto”, completou.

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O biólogo e divulgador científico especialista em virologia e epidemias, Atila Iamarino , participou do programa Roda Viva , da TV Cultura, nesta segunda-feira (30) e defendeu que o foco do combate à Covid-19 seja salvar pessoas. “A gente está em uma casa pegando fogo. Hoje não importa se o governo é de esquerda ou de direita. Nós precisamos evitar que vidas sejam perdidas”, afirmou o especialista.

Iamarino começou a chamar atenção nas redes sociais depois que fez um vídeo no qual dava um alerta para a transmissão do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil e foi muito criticado sob acusações de alarmismo exagerado. Dias depois, as previsões dele se tornaram realidade e seus vídeos começaram a ter mais visualizações.

Questionado sobre a estratégia do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de defender o “isolamento vertical”, quando somente grupos de risco ficam em circulação reduzida, o especialista diz que só no futuro o resultado disso poderá ser verificado. “Hoje nós só temos um país que não está fazendo nada, que é a Bielorrússia. Nós vamos ver se quem está certo é um único país no mundo ou o que os estados brasileiros estão fazendo. Só lavar as mãos com vodka não adianta. Tem que ser com água e sabão”, disse Iamarino.

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Conforme explica o biólogo, uma das melhores estratégias para combater a Covid-19 é fazer testes. Ele compara essa iniciativa ao governo ter uma lanterna no escuro, sendo que não fazer nada é semelhante a estar com uma vela esperando as pessoas com sintomas se aproximarem para as autoridades contabilizarem os casos confirmados.

Para Iamarino, no entanto, o Brasil está desamparado nesse sentido. “O Brasil está parado uma fase de não investir na ciência nacional. Isso não é uma coisa de agora. É uma coisa que vem de longa data. Nós temos pessoas que estão preparadas para fazer testes, mas que descobriram recentemente que tiveram suas bolsas científicas”, afirmou.

Diante desse contexto, Iamarino diz que não há como saber até quando as medidas de isolamento deverão ser seguidas nem quando uma vacina será criada contra o coronavírus. “A gente tem que se preparar para uma economia diferente e um modelo de sociedade que as pessoas não se aglomerem tanto”, completou.

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