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Fale mais sobre você: o que dizer (ou não) durante uma entrevista de emprego

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Entrevista de emprego: se preparar para “falar mais sobre você” pode ser decisivo na hora de garantir a vaga

Janeiro é mês de oportunidades, novos desafios e também de se preparar para as possíveis entrevistas de emprego . Segundo a coach executiva Luciana Carreteiro a pergunta mais frequente em uma entrevista de emprego é “me fale de você”. 

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 “Essa frase é o fio condutor da entrevista. O recrutador pode deixar você acabar ou ir interrompendo e conduzindo a entrevista a partir da fala”, explica Luciana.

Segundo a especialista, fundadora da Kyma Coaching, o tempo ideal para a resposta é de apenas dois a três minutos .

Pratique

É importante também ter em mente que não há espaço para improvisos na hora da entrevista. Por isso, o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), orienta os candidatos a investir em preparação e autoconhecimento . Para a entidade, quem vai participar de uma entrevista deve se preparar com antecedência. 

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 Segundo o site de recrutamento Michael Page a prática leva a perfeição”. “Vale praticar sua apresentação antes da entrevista para que você possa responder com confiança e pareça mais relaxado”, orienta.

A plataforma de recolocação profissional  vagas.com.br  também tem dicas sobre essa pergunta tão relevante como comum no processo seletivo. Segundo o site,  o candidato deve selecionar duas ou três características pessoais e o mesmo número de exemplos profissionais para trabalhar nessa resposta.

“Esses exemplos são muito importantes especialmente em uma entrevista por competências , em que o entrevistador busca situações reais que possam contar a sua história”, informa.

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 Luciana Carreteiro concorda e acrescenta que a prática pode ser adotada para outras perguntas que também são frequentes. 

“Prepare cinco cases de sua carreira que poderão encaixar nas perguntas mais frequentes: ‘me conte um caso onde você precisou convencer os outros’, ‘me conte uma situação de conflito e como você fez para sair dela’ ou ‘me conte seu maior orgulho profissional’”, exemplifica.

Se a dúvida é como começar a responder , uma realização profissional recente atrelada a uma característica pessoal pode ser uma boa solução. Para quem ainda não tem experiência profissional, relatar atividades e conquistas acadêmicas é uma boa alternativa.

O que não responder nessa hora

Um equívoco comum segundo os especialistas, mas que pode comprometer a entrevista, é cair em respostas de caráter muito pessoal . A pergunta é sobre o candidato como profissional, fugir desse objetivo pode decepcionar o recrutador.

Se alongar muito na resposta também pode distrair e mesmo fazer com que o entrevistador perca o interesse na resposta

Segundo o vagas.com.br, o  auto-elogio também deve ser evitado, como se descrever como “inteligente” ou “humilde”.

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 “Se você disser que é inteligente pode parecer arrogante. Em vez disso, diga que você pode aprender rápido ou tem bom raciocínio lógico”, ensina. Sobre a humildade , o site recomenda deixar “o julgamento para o entrevistador”.

Alguns temas são mais espinhosos e durante uma entrevista de emprego podem ser evitados na avaliação do IBC. O Instituto orienta que na hora de falar sobre si mesmo evitar falar sobre: política, problemas com a antiga empresa, vida pessoal, religião, outras entrevistas que estiver participando, salários e horário de trabalho.

Fonte: IG Economia
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Número de inadimplentes cresceu em novembro de 2019

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O total de inadimplentes, pessoas com contas em atraso, registrado em novembro de 2019, cresceu em relação ao ano anterior, de 62,6 milhões de pessoas para 63,8 milhões. Já os dados anualizados apontam, segundo o Serasa Experian, queda de 3,3%, quando em novembro de 2018 o volume de dívidas atrasadas e negativadas chegava a 234,4 milhões e caiu para 226,6 milhões, nos 12 meses seguintes.

As dívidas negativadas podem geram a inclusão do nome da pessoa inadimplente em listas mantidas por instituições de proteções de crédito, como Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa, o que impede a obtenção de empréstimos e financiamentos.

De acordo com o Serasa, em novembro de 2018, cada pessoa inadimplente deixou de honrar, em média, o pagamento de 3,7 contas. A proporção foi reduzida para 3,5 contas em 2019.

Estados

Dos sete estados da Região Norte três apresentam índices elevados de inadimplência.

No Amazonas, mais da metade da população, 55,7%, não conseguiu deixar as contas em dia, em novembro de 2019. A condição de inadimplente também englobava metade dos habitantes de Roraima e 49,4% dos residentes do Amapá. Os estados que ostentavam os três melhores índices eram Piauí (33,2%), Rio Grande do Sul (34,7%) e Santa Catarina (34,8%).

Contas

De acordo com o Serasa Experian, a quitação de contas de serviços de telecomunicação, como de internet e telefone, foi o que mais colaborou para o resultado apurado. Esse setor fechou novembro de 2019 com uma redução de 2,4 pontos percentuais na taxa de inadimplência.

Já as dívidas com bancos e cartões, que permaneciam em aberto, eram a maioria, representando 28,1% do total, com variação positiva de 0,6 ponto percentual, ante novembro de 2018.

No setor de serviços, constatou-se a mais alta variação, de 0,8 ponto percentual. Nesse caso, as contas atrasadas respondiam por 9,4% do total registrado em novembro de 2019.

O economista do Serasa Experian Luiz Rabi disse que os números sinalizam que as pessoas inadimplentes começaram a organizar seus débitos, aproveitando, principalmente, as últimas ações de feirão de renegociação. Para ele, mais pessoas deixarão essa condição, gradualmente, nos próximos meses.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC
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Economia

PIB cresce 0,8% no trimestre encerrado em novembro, aponta FGV

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O Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) cresceu 0,8% no trimestre encerrado em novembro de 2019 na comparação com o trimestre findo em agosto daquele ano. O dado é do Monitor do PIB, divulgado hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo a FGV, o PIB cresceu 1,9% na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2018 e 1% na taxa acumulada em 12 meses. Considerando-se apenas o mês de novembro, o PIB teve altas de 0,3% na comparação com outubro de 2019 e de 1,6% em relação a novembro de 2018.

Na comparação do trimestre encerrado em novembro com o trimestre findo em agosto de 2019, a alta de 0,8% foi influenciada por um crescimento no mesmo patamar, de 0,8%, do setor de serviços. A indústria cresceu 0,5% e a agropecuária, 0,3%.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC
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