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Economia

Patrão presenteia funcionários com R$ 42 milhões em confraternização

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Foto: Reprodução/Internet

Imobiliária norte-americana decidiu surpreender seus funcionários e agradecer o empenho de todos no trabalho

Uma imobiliária de Maryland, nos Estados Unidos, decidiu surpreender seus funcionários ao anunciar uma surpresa. Durante o tradicional jantar de Natal da empresa, a St. John Properties, anunciou a distribuição de 10 milhões de dólares (42 milhões de reais) entre os seus 198 funcionários, de acordo com o número de anos que lá trabalham.

As quase duas centenas de funcionários estavam se divertindo na confraternização de fim de ano, quando foi entregue a cada um envelope vermelho personalizado – que sabiam ser uma “surpresa”, mas não sabiam o quê.

Lawrence Maykrantz, presidente da empresa, fez as declarações iniciais. Ele explicou tinham avançado e conquistado um belo patamar, o desenvolvimento de 20 milhões de metros quadrados em imóveis, duplicando o valor da organização em apenas 14 anos (para 3,5 bilhões de dólares).

O fundador da empresa, Edward St. John, fez o anúncio. Ele explicou que os 10 milhões de dólares seriam para a força de trabalho. Cada um dos funcionários recebeu uma quantia baseada no número de anos que já tinha dado à casa, ou seja, a quantia mínima foi de 100 dólares (420 reais) e a quantia máxima foi de 270 mil dólares (cerca de um milhão de reais).

Confira o vídeo:

Houve quem dissesse que já conseguia pagar o resto do financiamento da casa, ou pagar os estudos dos filhos na totalidade, segundo a reportagem da CNN. “Foi, verdadeiramente, uma das coisas mais incríveis que pude presenciar na minha vida. Todos estavam dominados pelas emoções. Houve gritos, lágrimas, riso, abraços”, disse o presidente à mesma publicação.

“As pessoas fizeram fila para nos abraçar, beijar, apertar as mãos. Ouvimos histórias atrás de histórias sobre o que iam fazer com o dinheiro. Agora, estão livres de dívidas, vão pagar os créditos, as casas, as mensalidades dos filhos”, continuou.

“Estamos muito orgulhosos dos nossos colaboradores, eles são a razão do sucesso desta empresa”, disse ainda Maykrantz.

Fonte: IG Economia
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Economia

Bolsonaro diz que proposta de reforma administrativa está quase pronta

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Bolsonaro cochichando no ouvido de Paulo Guedes arrow-options
Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes

O presidente Jair Bolsonaro declarou neste domingo que a reforma administrativa que o governo vai enviar ao Congresso está praticamente pronta. Sinalizou também que uma abertura comercial do país será gradual para não quebrar a indústria nacional. Em visita oficial à Índia, Bolsonaro participou, como convidado de honra, das celebrações do Dia da República, que celebra os 70 anos de Constituição da Índia.

Leia também: Uma nova reforma da Previdência será necessária em dez anos

“A Índia está na economia à nossa frente. O que falta para a gente crescer? Onde está o problema? Eu poderia falar, mas não vou falar para não dar manchete aos jornais amanhã”, disse à imprensa.

Mas, pouco depois, acrescentou: “Com essa sinalização da menor taxa de juro no Brasil, melhorando o ambiente para negócios, abrindo um pouco, desburocratizando, desregulamentando, a saída é por aí”.

Ao ser perguntado se poderia seguir a decisão do governo da Índia de reduzir o imposto sobre as companhias, em meio à insatisfação indiana com ”apenas” 5% de crescimento da economia, Bolsonaro citou o ministro Paulo Guedes.

“O Guedes já me disse que se fizer de uma hora para outra ele quebra a indústria nacional. Tem que ser devagar. Impostos não sou eu, governo federal, tem os estados e municípios. Aqui tem muita gente humilde com celular na mão. Porque tem empresas nacionais, e o imposto é muito baixo em cima disso”, afirmou.

E acrescentou: “Temos uma dívida interna monstruosa, uma folha de ativos e inativos muito grande, e não podermos fazer essas coisas de uma hora para outra”.

No ano passado, no Fórum Econômico Mundial, o ministro da Economia, Paulo Guedes , prometeu corte pela metade do imposto sobre as empresas, inclusive para atrair mais investimentos e lembrando que os EUA tinham baixado também a taxa.

O presidente destacou que continuará a promover a desburocratização, citando como exemplo a demora de quase seis meses para “desembaraçar” uma moto náutica que vem do exterior.

Reforma administrativa

Bolsonaro foi indagado sobre qual seria a prioridade do governo já que os parlamentares, a partir do segundo semestre, estarão focados nas eleições municipais de outubro. O presidente afirmou que a reforma administrativa está praticamente pronta, “só falta a última palavra do Paulo Guedes”.

“A reforma tributária também é importante. Temos que aproveitar porque a partir de junho tem as eleições municipais”.

Bolsonaro não disse qual projeto de reforma será enviado primeiro, respondendo que ”tanto faz a ordem, o Paulo Guedes decide lá”. Sobre a reforma tributária, limitou-se a dizer que é para simplificação de impostos”.

Leia também: Brasil e Índia se comprometem a dobrar comércio bilateral até 2022

Fontes do governo tem sinalizado que a reforma administrativa que o governo pretende encaminhar ao Congresso será feita em fases, ou seja, composta por Proposta de Emenda Constitucional (PEC), projetos de leis e decretos. A expectativa é de que tudo esteja aprovado e implementado até 2022.

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Economia

Compras públicas online devem ser ampliadas até junho

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Presente desde outubro de 2018 em 31 órgãos da União no Distrito Federal, o sistema de compras pela internet de material de escritório e suprimentos de informática pelo governo deverá ser estendido a todo o país até junho. A expectativa é da Secretaria de Gestão do Ministério da Economia, que abrirá nesta segunda-feira (27) consulta pública para receber contribuições que auxiliem na elaboração da licitação do Almoxarifado Virtual Nacional. 

Por meio do Almoxarifado Virtual, os órgãos deixam de comprar individualmente materiais como lápis, papéis, pendrives, canetas e demais materiais de expediente e passam a ser supridos sob demanda, com pedidos executados instantaneamente. O Ministério da Economia faz uma licitação centralizada, cabendo aos gestores de cada órgão registrar os pedidos numa plataforma eletrônica. Os materiais são entregues pela empresa contratada, responsável pelo transporte dos produtos. 

Segundo o Ministério da Economia, o Almoxarifado Virtual reduz a necessidade de estoques e resulta em economia para o governo, que usa menos espaço para armazenamento e reduz eventuais perdas provocadas pela conservação inadequada. Antes de os órgãos federais no DF adotarem o modelo, cada instituição fazia o planejamento, a licitação, a compra, o armazenamento, a separação, a distribuição e o descarte de materiais. O processo resultava em redundância de trabalho, de espaço físico e de servidores exercendo a mesma função. 

Contribuições 

Com o objetivo de ouvir o mercado e a sociedade para a ampliação da plataforma eletrônica aos órgãos federais em todo o país, a consulta pública para vai até 7 de fevereiro. Segundo o Ministério da Economia, a ata de registro de preços do Almoxarifado Virtual Nacional deverá estar assinada em junho deste ano, logo após a primeira licitação. As sugestões podem ser enviadas por e-mail para o endereço eletrônico: [email protected]

Edição: Aline Leal
Fonte: EBC
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