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Economia

Brasileira está entre as 100 mulheres mais poderosas do mundo

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Foto: Reprodução/Internet

Andrea é a única brasileira na lista publicada pela Forbes

A diretora-executiva de Finanças e Relações com Investidores da Petrobrás, Andrea Marques de Almeida, foi eleita uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo, na lista anual da Revista Forbes. Na posição 77, a brasileira é a única do País a integrar a lista.

A Forbes divulgou, nesta quinta-feira (12), a lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo. A chanceler alemã, Angela Merkel, volta a liderar o ranking, seguida de Christine Lagarde, a presidente do Banco Central Europeu, e Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, está em quarto lugar e a norte-americana Mary Barra, diretora executiva da General Motors ocupa a quinta posição.

A executiva brasileira Andrea Marques assumiu o cargo da estatal em março de 2019 com a missão de organizar as finanças da companhia e propor a criação de uma nova política de distribuição de dividendos.

Além disso, a gestora aposta ainda na recuperação da imagem da Petrobras após os escândalos de corrupção revelados pela operação Lava Jato, maior investigação anticorrupção da história do Brasil.

Em fala recente, Andrea Marques disse que até 2020 a companhia vai pagar os dividendos mínimos aos acionistas. Só após esse período, explicou ela, durante a apresentação dos resultados financeiros em março, é que a empresa vai criar uma política de dividendos. No primeiro trimestre deste ano, a estatal lucrou R$ 4,031 bilhões.

Em 2013, a então presidente do Brasil Dilma Rousseff ficou em segundo lugar, na lista das mulheres mais poderosas do mundo. A petista já tinha ficado na terceira posição nos dois anos anteriores.

Neste ano, entre as 100 mulheres da Forbes, destacam-se algumas personalidades mais conhecidas pelo público. Oprah Winfrey ocupa o 20º lugar, a Rainha Isabel II está em 40º, Ivanka Trump em 42º, Rihanna em 61º, Beyoncé Knowles em 66º e Taylor Swift em 71º. Em última colocação está a ativista sueca Greta Thunberg. Confira a lista completa.

Carreira da brasileira mais poderosa do mundo

Em setembro de 2019, a executiva da Petrobrás também foi a única brasileira na lista da revista “Fortune”, que elege as 50 mulheres mais poderosas do mundo.

Andrea é formada em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tem MBA em finanças pelo IBMEC-RJ e gestão pela USP, além de cursos de gestão em universidades de renome global como a Wharton School of Finance e Sloan School of Management – MIT.

Antes de ocupar o cargo na Petrobrás, Andrea atuou na Vale S.A. por 25 anos nas áreas de Finanças Corporativas, Tesouraria Global e Gerenciamento de Risco. Entre 2015 e 2018 atuou como Chief Financial Officer (CFO) da Vale Canada em Toronto, ocupando mais recentemente o cargo de Gerente Executiva de Tesouraria Global da Vale.

Confira o top 5 da lista da Forbes


Fonte: IG Economia
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Contas externas têm déficit de US$ 50,7 bilhões em 2019

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O déficit nas contas externas do país atingiu US$ 50,762 bilhões contra US$ 41,540 bilhões em 2018. É o pior resultado em quatro anos, de acordo com dados divulgados hoje (27) pelo Banco Central.

No mês de dezembro do ano passado, o déficit em transações correntes, que são compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países, chegou a US$ 5,691 bilhões. O resultado ficou abaixo do registrado em igual mês de 2018: déficit de US$ 6,116 milhões.

As transações correntes, principal indicador sobre o setor externo do país, são formadas pela balança comercial (exportações e importações de bens e serviços), pelos serviços adquiridos por brasileiros no exterior e pelas rendas primária (lucros e dividendos do Brasil para o exterior, pagamentos de juros e salários) e secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens).

De acordo com o BC, a variação no déficit para o mês decorreu de redução de US$ 2 bilhões em despesas líquidas de renda primária, parcialmente compensadas pela retração de US$ 1,2 bilhão no saldo da balança comercial.

Balança comercial

O superávit comercial chegou a US$ 4,764 bilhões em dezembro contra US$ 5,977 bilhões no mesmo mês de 2018. “As exportações de bens totalizaram US$ 18,2 bilhões em dezembro de 2019, recuo de 6% em relação ao mesmo período de 2018. Na mesma base de comparação, as importações de bens aumentaram 0,3%, para US$ 13,4 bilhões”, diz o BC no relatório sobre o setor externo.

Na comparação com o ano anterior, o superávit comercial reduziu de US$ 53,047 bilhões para US$ 39,404 bilhões em 2019, repercutindo retrações de 6,3% nas exportações e de 0,8% nas importações.

De acordo com o BC, no mês, não houve operações relativas ao Repetro, que é um regime fiscal aduaneiro que suspende a cobrança de tributos federais na importação de equipamentos para o setor de petróleo e gás, principalmente as plataformas de exploração. No ano, as importações líquidas no âmbito do Repetro foram estimadas em US$ 1,6 bilhão.

Serviços e renda

A conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) registrou saldo negativo de US$ 3,541 bilhões em dezembro, e de US$ 35,141 bilhões de janeiro até dezembro do ano passado.

A conta de renda primária ficou negativa em US$ 6,699 bilhões em dezembro e em US$ 55,989 bilhões em doze meses. A conta de renda secundária teve resultado negativo de US$ 216 milhões em dezembro de 2019, e positivo de US$ 964 milhões no acumulado do ano.

Investimento estrangeiro

Em dezembro, o resultado negativo para as contas externas foi totalmente coberto pelos investimentos diretos no país (IDP). Quando o país registra saldo negativo em transações correntes precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior.

A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo. No mês passado, o IDP chegou a US$ 9,434 bilhões contra US$ 8,294 bilhões em igual mês de 2018. No acumulado de 2019, esses investimentos somaram US$ 78,559 bilhões contra US$ 78,163 bilhões em 2018.

Edição: Lílian Beraldo
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Setor de máquinas e equipamentos tem crescimento de 0,7% em 2019

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O setor de máquinas e equipamentos teve alta de 0,7% na receita líquida de 2019 em comparação com o ano anterior. Segundo o balanço divulgado hoje (27) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a receita líquida das indústrias de bens de capital ficou em R$ 82,4 bilhões no ano passado, alcançando R$ 5,9 bilhões em dezembro. O resultado do último mês representou uma queda de 5% em comparação com dezembro de 2018.

Exportações

As exportações tiveram uma queda de 7,2% em 2019, totalizando US$ 9 bilhões. A queda foi influenciada pela retração de 18,1% nas vendas para a América Latina, com forte queda nas compras da Argentina (28,1%), Paraguai (23,8%) e Chile (9%). A região responde por 33,7% das vendas para países estrangeiros.

As exportações para a Europa também tiveram queda, com redução de 27,9% no ano. Enquanto as vendas para os Estados Unidos cresceram 15% ao longo do último ano, com o país se tornando destino de 30,5% das exportações do ramo.

Mercado interno

A receita líquida no mercado interno teve alta de 7,1% no ano, com um volume de R$ 46,3 bilhões. Segundo o presidente da Abimaq, José Velloso, parte dessa expansão são empresas que tiveram que comprar novos equipamentos para substituir os que ficaram ultrapassados pela falta de investimento nos últimos anos.

Apesar da melhora, o setor ainda registra um encolhimento de cerca de 35% em comparação a receita média do período de 2010 a 2013. Em dezembro de 2019, as indústrias de bens de capital utilizaram cerca de 71% da capacidade instalada. Para este ano, Velloso estima que as vendas no mercado interno devem ter uma alta de aproximadamente 10%, com um crescimento total do setor de 3% a 4,5% em 2020.

Emprego

O nível de emprego teve alta de 3% em 2019 em comparação com o ano anterior, com a abertura de 1,5 mil vagas. A indústria de máquinas e equipamentos empregava até o fim do último ano 302,3 mil pessoas. Em maio de 2013, o setor chegou a ter 380 mil funcionários.

Edição: Valéria Aguiar
Fonte: EBC
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