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Saúde

União estuda repasse para o Rio por unidades de saúde municipalizadas

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O ministro em exercício da Saúde João Gabbardo disse, durante o repasse de R$ 152 milhões para auxiliar à prefeitura do Rio a pagar os servidores terceirizados da área da saúde, que a União vai fazer um esforço para equilibrar a situação da média e alta complexidade dos hospitais da rede pública de saúde do município.

Além do acordo assinado nesta sexta-feira (13), será discutida em breve a incorporação de R$ 225 milhões ao teto do município, como ressarcimento pelas ações de média e alta complexidade. Segundo o ministro, o governo federal reconhece que ainda tem parte da dívida, mas equipes da pasta e do município estão analisando o valor que a União deve repassar ao longo do próximo ano.

“O valor máximo é R$ 225 milhões mas, com certeza, não chegará a tanto. Tão logo esteja definido, vamos negociar com a prefeitura a forma de repasse desses recursos.” Gabbardo disse ainda que o município tem dívida de governos anteriores, porque essas unidades foram passadas para a prefeitura há mais de 20 anos. Segundo ele, “não foi cumprido o acordo em que o governo federal deveria recompor recursos.”

Reivindicação antiga

O pagamento da dívida pela União era reivindicado pelo município desde 1995. A prefeitura do Rio havia entrado com ação judicial para devolver as unidades ao governo federal, mas o acordo firmado agora prevê a regularização dos repasses federais.

O senador Flávio Bolsonaro, presente ao encontro, e um dos articuladores do acordo, disse que o presidente Jair Bolsonaro sempre esteve sensível à questão da saúde no Rio. “A solução do Ministério da Saúde foi fazer com que uma dívida líquida e certa da União com o município pudesse ser paga”, afirmou.

As unidades do Ministério da Saúde que passaram para o município do Rio nos últimos anos e terão a verba liberada anualmente para custeio e manutenção são as seguintes: Hospital da Piedade, Hospital Raphael de Paula Souza, Hospital Álvaro Ramos, Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, Instituto Juliano Moreira, Instituto Nise da Silveira, Instituto Philippe Pinel, Hospital Maternidade Carmela Dutra, Hospital Maternidade Alexander Fleming, Policlínica Antônio Ribeiro Netto, Policlínica José Paranhos Fontenelle, Policlínica Newton Alves Cardozo, Policlínica Rodolpho Rocco, Policlínica Newton Bethlem, Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, Policlínica Carlos Alberto do Nascimento, Policlínica Lincoln de Freitas Filho, Policlínica Hélio Pellegrino, Centro Municipal de Saúde (CMS) Oswaldo Cruz, CMS Dom Hélder Câmara, CMS Maria Cristina Roma Paugartten, CMS Cesar Pernetta e CMS Alberto Borgerth.

Edição: Denise Griesinger
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Saúde

OMS eleva grau de risco de disseminação do coronavírus para muito alto

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou para “muito alto” o risco em nível global de disseminação do novo coronavírus. “O contínuo aumento dos casos de Covid-19 e do número de países afetados pelos últimos dias é claramente preocupante”, ressaltou o diretor geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, em coletiva à imprensa em Genebra nesta sexta-feira (28).

Covid-19 é a doença causada pelo novo coronavírus.Entre a manhã da quinta-feira (27) e a da sexta-feira, foram registrados 329 novos casos na China. Este o menor aumento do número de casos do último mês no país asiático.

No total, a China registrou 78.959 casos do Covid-19, com 2.791 mortes pela doença. Fora da china são 4.351 casos em 49 países, com 67 mortes. Desde esta quinta-feira (27), Dinamarca, Estônia, Lituânia, Holanda e Nigéria reportaram seus primeiros casos, todos relacionados à disseminação do vírus na Itália.

“O que vemos agora são epidemias do Covid-19 interligadas em muitos países. mas a maioria dos casos são rastreáveis para contatos ou grupos de casos conhecidos. Não vemos evidências de disseminação do vírus livremente em comunidades”, destacou Ghebreyesus. 

Segundo ele, desta forma há a chance de conter a disseminação do vírus, se ações drásticas forem tomadas para detectar cedo os casos, isolar e cuidar dos pacientes e de quem teve contato com eles.”São diferentes cenários em diferentes países, e diferentes cenários dentro do mesmo país. A solução para conter o coronavírus é quebrar as cadeias de transmissão”, reforçou o diretor da OMS, convocando governos e população a contribuírem..

Ele reforçou que as pesquisas em medicamentos e vacinas contra o novo coronavírus estão avançando, porém, o diretor reforça que não é necessário esperar por estes recursos, já que há ações que cada indivíduo pode tomar para prevenir a contaminação, como higienizar bem as mãos, as superfícies e espirrar em lenços descartáveis.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

País tem 182 casos suspeitos do novo coronavírus

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O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (28) que realizará uma campanha publicitária para reduzir o risco de transmissão do novo coronavírus. Segundo a pasta, o foco da ação será nos hábitos de higiene e nas precauções sobre contato físico entre as pessoas.

O custo previsto da ação é de R$ 10 milhões e será veiculado em Internet, rádio e televisão. A campanha já comeca a ser veiculada nesta sexta-feira (29).

O ministério informou ainda que existem 182 casos considerados suspeitos de coronavírus no Brasil. Até agora, 71 casos já foram descartados e um caso confirmado em São Paulo.

OMS

Dados atualizados da Organização Mundial da Saúde apontam para 82.294 casos de coronavírus pelo mundo, deste total são 1.185 novos casos.

Desde o dia 24 deste mês, 16 países são considerados suspeitos: Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Cingapura, Tailândia, Itália, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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