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Mortes em baile de Paraisópolis aconteceram por asfixia mecânica, apontam laudos

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Baile do 17 / Facebook / Arquivo

Jovens foram mortos após tumulto em baile funk de Paraisópolis

A causa da morte dos nove jovens durante operação policial num baile funk em  Paraisópolis , na região Sul de São Paulo, foi asfixia mecânica indireta, segundo apurou o jornal O Globo . Os laudos necroscópicos do Instituto Médico Legal (IML) mostram que as vítimas tiveram seus corpos comprimidos por algo externo e, por isso, não conseguiram respirar. Segundo um perito criminal, a modalidade é compatível com a versão da Polícia Militar de que elas morreram pisoteadas durante tumulto.

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Já os laudos toxicológicos do IML mostram que os nove jovens consumiram drogas na noite da tragédia. Os exames apontam que todas as vítimas haviam usado pelo menos uma das seguintes substâncias: álcool, maconha, cocaína, drogas sintéticas e voláteis, como lança perfume e solventes. Em algumas delas, foram detectados mais de um ilícito.

Na noite de quarta-feira (11), médicos legistas do IML se reuniram para discutir se as lesões identificadas nas vítimas eram compatíveis com a tese do pisoteio . A conclusão dos laudos só foi feita depois de cruzar com os resultados laboratoriais.

De acordo com o perito, embora não tenha relação direta com as mortes, o uso de drogas pode ter contribuído para que os jovens não conseguissem se proteger durante a correria. 

Além dos laudos toxicológico e necroscópico, feitos pelo IML, um levantamento pericial do local das mortes foi realizado pelo Instituto de Criminalística. Essa perícia analisa, por exemplo, as rotas de fuga usadas pelas vítimas, assim como possíveis vestígios de disparos de armas de fogo.

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Todos os laudos sobre as mortes em Paraisópolis já foram entregues para o DHPP (departamentos de homicídios), da Polícia Civil de São Paulo. O DHPP conduz as investigações a Corregedoria da Polícia Militar.

Fonte: IG Nacional
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Jovem escalpelada em kart pede reparação de 10 milhões de dólares e casa nos EUA

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Ed Wanderley

Ela sonha em estudar medicina nos Estados Unidos

A jovem que teve os cabelos escalpelados em um kart que funcionava dentro de uma rede de supermercados no Recife, em Pernambuco, apresentou uma lista de pedidos para o Grupo Big, local que abriga o kartódromo onde o acidente aconteceu. Débora Dantas perdeu o couro cabeludo e fez pedidos por meio do advogado Eduardo Barbosa para a segunda etapa do tratamento, em 2020. 

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Em nota ao G1 Pernambuco , o Grupo Big disse que Débora solicitou “pleitos que não guardam nenhuma relação com o acidente ou com a sua saúde”. O financiamento de um curso preparatório de sua escolha em qualquer lugar do mundo, além do financiamento do curso da Universidade de Medicina de Harvard e o custeio de plano de saúde internacional estão entre os pedidos.

Além disso, Débora solicitou uma casa em Longwood, nos Estados Unidos. O pagamento do valor de R$ 10 milhões de dólares para que o tratamento seguisse nos Estados Unidos também foi solicitado. 

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Ao Jornal do Commercio, Débora disse que está no início do tratamento e que a fase tem como foco a reparação. Durante esse processo, Débora teria recebido a informação de que a rede não iria mais arcar com os custos do tratamento.

“Para se ter uma ideia, hoje eu tenho pontos que estão saindo da minha cabeça. E esse tratamento ainda vai levar anos da minha vida. Não é coisa que vai se resolver de um dia para o outro. O que mais me deixou abismada foi o desrespeito. É como se as nossas vidas fossem menos importantes que as deles.”

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A rede de hipermercados se posicionou ainda afirmando que não se negou e nem se negará a custear os procedimentos necessários para a recuperação de Débora. Na última semana, a jovem se queixou ao saber que o Grupo Big iria parar de pagar as despesas médicas do seu tratamento.

Na segunda-feira (13), o Procon de Pernambuco notificou o Grupo Big pedindo esclarecimentos a respeito da continuidade do suporte para o tratamento de Débora. O grupo afirmou ao Procon-PE que vai monitorar o andamento dos cuidados prestados e que vai arcar com o valor de R$ 300 mil da equipe médica para que a segunda etapa do tratamento seja encaminhado em Ribeirão Preto, São Paulo

Fonte: IG Nacional
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Suzane Richthofen segue cercada de violentos e tem apartamento de milionário

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IstoÉ

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Reprodução

Jornalista lança biografia sobre Suzane Richthofen


Há quase 18 anos o caso envolvendo a família Richthofen ganhou destaque em todo o País. Suzane, com 18 anos até então, matou os pais, Marísia e Manfred, junto com o namorado e o cunhado, conhecidos como os irmãos Cravinho.

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Hoje, Suzane permanece presa cumprindo seu regime de 39 anos e seis meses de prisão, sem direito ao regime aberto, uma vez que não consegue convencer juízes e psiquiatras de que se arrependeu do crime e não voltará a matar outras pessoas.

Mas a história de Suzane ganha um novo capítulo a partir desta sexta-feira (17) quando o livro “Suzane – Assassina e Manipuladora”, escrito pelo jornalista Ullises Campbell, chega às livrarias de todo o Brasil.

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Em entrevista ao UOL , Ulisses contou detalhes sobre a obra. De acordo com o jornalista, Suzane ganha um salário mínimo trabalhando na cadeia como coordenadora da oficina de costura. Ela tem ainda, segundo ele, R$ 120 mil pagos por Gugu para dar-lhe uma entrevista e um apartamento avaliado em R$ 1 milhão deixado pela avó paterna – depois do crime.

“Ela continua se cercando de pessoas violentas. Além da pedófila [Suzane está casada com o irmão de um presa sentenciada a 29 anos porque junto com o marido e o amante estupraram suas duas irmãs gêmeas de três anos] e da mulher que matou o enteado, ela namorou uma homossexual conhecida como Sandrão, que sequestrou e matou o filho de uma amiga. Sandrão já tinha se relacionado com Elize Matsunaga, do caso Yoki, que esquartejou o marido”, disse Campbell.

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O jornalista também revelou detalhes sobre os testes de violências pelo qual Suzane é submetida. “Quando perguntada se sente remorso, ela diz que sim. Mas o motivo do suposto arrependimento entrega sua mente conturbada. Ela diz: “perdi a melhor fase da minha vida na cadeia. Eu podia ter estudado, ter uma profissão, construído uma vida”. Suzane computa os assassinatos como um prejuízo pessoal. E em um dos testes, tentou seduzir o psicólogo. Em outro, foi pega numa fraude”.

Fonte: IG Nacional
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