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Economia

Atividade econômica cresce 0,17% em outubro, diz BC

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou alta de 0,17% em outubro, comparado a setembro, segundo dados divulgados hoje (13). Esse foi o terceiro mês seguido de alta. Nas comparaçôes com o mês anterior, em setembro, a expansão ficou em 0,48%, em agosto, a elevação foi de 0,35% e, em julho, houve queda de -0,11%, de acordo com dados atualizados.

Na comparação com outubro de 2018, houve crescimento de 2,13% nos dados sem ajustes, por se tratar de períodos iguais.

Em 12 meses encerrados em outubro, o indicador teve expansão de 0,96%. No ano, até outubro, houve crescimento de 0,95%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para fazer um acompanhamento mensal da atividade econômica. Mas o indicador oficial, com metodologia diferente do IBC-Br, é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado trimestralmente.

Edição: Carolina Gonçalves
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Economia

Unimed se nega a cobrir transplante e tem que pagar indenização a paciente

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Unimed
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Unimed terá que indenizar cliente


A Unimed terá que indenizar um cliente em R$8 mil depois de se recusar a cobrir os gastos de um transplante de medula óssea. A 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais ( TJMG ) condenou a cooperativa de saúde por danos morais , como informa o jornal Estado de Minas. 

No processo, o cliente alegou que seu plano cobria qualquer tratamento de saúde mas que, ainda assim, a empresa negou a solicitação de transplante. A justificativa da Unimed foi o alto custo do procedimento. 

Além de ter o procedimento atrasado, o cliente também relatou ter tido problemas psicológicos depois da negativa do convênio.

Na decisão, o desembargador Fernando Lins julgou indevida a recusa da Unimed, considerando que o acordo entre as partes previa a cobertura de qualquer procedimento. 

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Em primeira instância, o valor da indenização a ser pago pela empresa era de R$3 mil. A 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas, porém, reformou a sentença, fazendo a empresa indenizar o cliente em R$8 mil.

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Economia

Ministério da Economia quer rever a dedução de gastos com educação

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Uma publicação do Ministério da Economia recomenda a revisão da dedução do Imposto de Renda de gastos com educação privada. O estudo calcula que o governo deixou de arrecadar, em 2019, mais de R$ 4,2 bilhões em impostos por causa desse benefício.

Segundo o parecer do Ministério da Economia, essa dedução tem um efeito regressivo; ou seja, quem ganha mais paga proporcionalmente menos, beneficiando os 20% da população com maior renda.

A revisão das deduções no Imposto de Renda pode estar na segunda fase de propostas do Executivo para a reforma tributária, em tramitação no Congresso.

O assessor da presidência do Conselho Federal de Economia, Roberto Piscitelli, concorda que a dedução dos gastos com educação privilegia quem recebe mais. Porém, o economista considera que esse benefício tem um efeito reduzido na reforma como um todo.

O representante do Instituto Justiça Fiscal, Dão Real, considera que as deduções à educação são menos problemáticas do que as deduções para gastos com saúde.

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O especialista destaca que os gastos com saúde não têm limite de dedução, ao contrário do que ocorre com os gastos com educação privada.

No Brasil, as deduções com educação são limitadas a pouco mais de R$ 3.500 por família, mas a média do benefício é de R$ 586, por cada contribuinte beneficiado; e alcançou, ao todo, quase 6 milhões e meio de estudantes. Isso representa 11% do total de alunos do país e 41% dos estudantes de escolas privadas.

Edição: Sâmia Mendes

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