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Vereador chama colega de “judeu filho da p***” na Câmara de São Paulo; assista

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Amadeu e Annenberg arrow-options
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O vereador do DEM Adilson Amadeu, direita, fez uma ofensa antissemita a Daniel Annenberg (PSDB), esquerda

Durante sessão desta quarta (11) na Câmara de São Paulo, o vereador Adilson Amadeu (DEM) chamou o também parlamentar Daniel Annenberg (PSDB) de “j udeu filho da puta “. A ofensa foi realizada após o tucano ter votado contra um projeto de Amadeu. Os dois brigaram e precisaram ser afastados, fazendo a sessão ser suspensa logo em seguida.

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“Eram 23h30 e estávamos votando o projeto dele. Votei não. E aí ele começou a me agredir. Primeiro em palavras, depois chegou a quase me agredir fisicamente”, relatou Annenberg à revista Veja . O tucano já foi presidente da Câmara de São Paulo entre 2011 e 2016. Ele afirma que irá tomar medidas legais contra Amadeu.

“Em uma sessão tensa que já durava quase 8 horas, no calor da discussão, eu realmente me excedi”, afirmou em nota Amadeu. “Caso alguém tenha se sentido ofendido e ainda que não tenha sido uma fala generalizada, quero pedir minhas sinceras desculpas à comunidade judaica. Em nenhum momento houve um ataque à cultura ou tradição judaicas, a quem sempre fiz questão de respeitar.”

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A Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP) repudiou a fala de Amadeu e disse em nota que “mesmo no calor das discussões parlamentares, não há espaço para o aprofundamento de preconceitos, discriminações e divisões em nossa sociedade”.

A entidade, que representa a comunidade judaica afirma estar tomando medida legais para que o vereador do DEM responda criminalmente. “O parlamento paulistano não pode se tornar uma terra sem lei”, afirmam.

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Assista à fala do vereador: 

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“A gente está em uma casa pegando fogo”, diz Atila Iamarino

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Atila Iamarino

O biólogo e divulgador científico especialista em virologia e epidemias, Atila Iamarino , participou do programa Roda Viva , da TV Cultura, nesta segunda-feira (30) e defendeu que o foco do combate à Covid-19 seja salvar pessoas. “A gente está em uma casa pegando fogo. Hoje não importa se o governo é de esquerda ou de direita. Nós precisamos evitar que vidas sejam perdidas”, afirmou o especialista.

Iamarino começou a chamar atenção nas redes sociais depois que fez um vídeo no qual dava um alerta para a transmissão do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil e foi muito criticado sob acusações de alarmismo exagerado. Dias depois, as previsões dele se tornaram realidade e seus vídeos começaram a ter mais visualizações.

Questionado sobre a estratégia do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de defender o “isolamento vertical”, quando somente grupos de risco ficam em circulação reduzida, o especialista diz que só no futuro o resultado disso poderá ser verificado. “Hoje nós só temos um país que não está fazendo nada, que é a Bielorrússia. Nós vamos ver se quem está certo é um único país no mundo ou o que os estados brasileiros estão fazendo. Só lavar as mãos com vodka não adianta. Tem que ser com água e sabão”, disse Iamarino.

Leia também: Mandetta volta a defender “caráter técnico” no combate à Covid-19

Conforme explica o biólogo, uma das melhores estratégias para combater a Covid-19 é fazer testes. Ele compara essa iniciativa ao governo ter uma lanterna no escuro, sendo que não fazer nada é semelhante a estar com uma vela esperando as pessoas com sintomas se aproximarem para as autoridades contabilizarem os casos confirmados.

Para Iamarino, no entanto, o Brasil está desamparado nesse sentido. “O Brasil está parado uma fase de não investir na ciência nacional. Isso não é uma coisa de agora. É uma coisa que vem de longa data. Nós temos pessoas que estão preparadas para fazer testes, mas que descobriram recentemente que tiveram suas bolsas científicas”, afirmou.

Diante desse contexto, Iamarino diz que não há como saber até quando as medidas de isolamento deverão ser seguidas nem quando uma vacina será criada contra o coronavírus. “A gente tem que se preparar para uma economia diferente e um modelo de sociedade que as pessoas não se aglomerem tanto”, completou.

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O biólogo e divulgador científico especialista em virologia e epidemias, Atila Iamarino , participou do programa Roda Viva , da TV Cultura, nesta segunda-feira (30) e defendeu que o foco do combate à Covid-19 seja salvar pessoas. “A gente está em uma casa pegando fogo. Hoje não importa se o governo é de esquerda ou de direita. Nós precisamos evitar que vidas sejam perdidas”, afirmou o especialista.

Iamarino começou a chamar atenção nas redes sociais depois que fez um vídeo no qual dava um alerta para a transmissão do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil e foi muito criticado sob acusações de alarmismo exagerado. Dias depois, as previsões dele se tornaram realidade e seus vídeos começaram a ter mais visualizações.

Questionado sobre a estratégia do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de defender o “isolamento vertical”, quando somente grupos de risco ficam em circulação reduzida, o especialista diz que só no futuro o resultado disso poderá ser verificado. “Hoje nós só temos um país que não está fazendo nada, que é a Bielorrússia. Nós vamos ver se quem está certo é um único país no mundo ou o que os estados brasileiros estão fazendo. Só lavar as mãos com vodka não adianta. Tem que ser com água e sabão”, disse Iamarino.

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Conforme explica o biólogo, uma das melhores estratégias para combater a Covid-19 é fazer testes. Ele compara essa iniciativa ao governo ter uma lanterna no escuro, sendo que não fazer nada é semelhante a estar com uma vela esperando as pessoas com sintomas se aproximarem para as autoridades contabilizarem os casos confirmados.

Para Iamarino, no entanto, o Brasil está desamparado nesse sentido. “O Brasil está parado uma fase de não investir na ciência nacional. Isso não é uma coisa de agora. É uma coisa que vem de longa data. Nós temos pessoas que estão preparadas para fazer testes, mas que descobriram recentemente que tiveram suas bolsas científicas”, afirmou.

Diante desse contexto, Iamarino diz que não há como saber até quando as medidas de isolamento deverão ser seguidas nem quando uma vacina será criada contra o coronavírus. “A gente tem que se preparar para uma economia diferente e um modelo de sociedade que as pessoas não se aglomerem tanto”, completou.

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