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Última chance: veja os filmes e séries que saem da Netflix em dezembro

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Olhar Digital

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Reprodução/Pixabay

Alguns filmes e séries saem da Netflix este mês


Além de adicionar novas produções todas as semanas, a Netflix também remove conteúdo disponível no catálogo – muitas vezes por motivos de licenciamento, já que são filmes e séries que não fazem parte dos “originais da Netflix”.

Abaixo estão os filmes e séries previstos para deixarem o catálogo da Netflix até o fim de dezembro. Vale ressaltar que os acordos de licenciamento podem ser renovados a qualquer momento, mantendo assim as produções disponíveis para os assinantes do serviço.

Leia também: Férias à vista: confira os lançamentos da Netflix para dezembro

Confira abaixo o que deixa a Netflix até 31 de dezembro de 2019:

13/12

  • Let’s Be Evil

14/12

  • At All Costs

15/12

  • A Reconquista
  • A Rocha
  • Animal
  • As Aventuras de Merlin – todas as temporadas
  • Californication – todas as temporadas
  • Corra que a Polícia Vem Aí 33 1/3: O Insulto Final
  • Discovering Big Foot
  • Famous in Ahmedabad
  • Freeway: Crack in the System
  • O Jogo do Abismo
  • Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo
  • Shaft
  • The Monster of Mangatiti
  • Turminha do Animazoo
  • Turminha do Animazoo volume 2
  • Under the Arctic Sky

16/12

  • Irmãos à Obra – temporada 1
  • Pode me Chamar de Francisco – temporada 1
  • Rats: Realidade Urbana

17/12

  • A Montanha Enfeitiçada
  • Ducktales – Os Caçadores de Aventura – todos os episódios
  • Querida, Encolhi as Crianças

19/12

  • Miss Me This Christmas
  • O Sorriso de Monalisa
  • You Can’t Fight Christmas

20/12

  • Daemonium
  • Dance Academy – todos os episódios

22/12

  • Eis os Delírios do Mundo Conectado
  • Floresta Maldita

23/12

  • A Chefa

24/12

  • Conspiração e Poder
  • Desafio do Destino
  • Força Aérea Um

25/12

  • Já Estou com Saudades
  • When Hari Got Married

29/12

  • The Real Football Factories – todos os episódios

30/12

  • O Homem nas Trevas

31/12

  • Born Strong
  • Cheque em Branco
  • Democrats
  • The Affair – temporada 2
  • Walt nos Bastidores de Mary Poppins
Fonte: IG Tecnologia
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Sob a pele: conheça o biochip que pode controlar a casa e detectar doenças

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IstoÉ

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Divulgação

Biochip é implantado sob a pele da mão


Quando Thiago Bordini chega à New Space, startup paulista em que exerce a função de diretor de inteligência cibernética , basta encostar o dorso de uma das mãos no leitor da catraca de entrada para ter o acesso liberado.

Todos os itens em que se faz necessário reconhecer o funcionário, como bater ponto e liberar salas e senhas, são disponibilizados dessa forma. A integração pessoa máquina ganha contornos de realidade.

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Foi implantado um biochip no dorso de cada uma das mãos de Bordini, entre o polegar e o indicador, área em que sentimos pouca dor, por ter menos terminações nervosas. Esse dispositivo é semelhante a um grão de arroz e foi colocado sob a pele, de forma quase indolor, “como se fosse a aplicação de um piercing”, conta Bordini.

O dispositivo fica dentro de um invólucro de vidro e é inquebrável, bioseguro, não entra em contato direto com corpo e isso impede que a peça passe por um processo de oxidação, causando alguma inflamação. Mas se o usuário quiser, o chip pode ser removido facilmente fazendo uma incisão de 3 a 6 mm para tirá-lo. Funciona com a tecnologia RFID ou identificação por rádio frequência, não tem sistema de GPS e pode durar mais de 20 anos. O seu valor pode chegar a R$ 400.

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Quando pensamos em sua utilidade mais ampla em uma casa conectada, por exemplo, abrir e fechar portas, ligar eletrodomésticos e o carro, são informações que podem ser armazenadas nas mãos. A ideia do biochip surgiu no final da década de 1980, mas o assunto foi impulsionado em 2005, quando o americano Amal Graafstra começou a usar o produto e se transformou em um propagandista do tema — denominou esse processo de “próxima fase da evolução humana”.

Biochips e o diagnóstico de doenças

A medicina moderna busca personalizar o tratamento e identificar com maior velocidade e precisão os riscos de uma doença aparecer. Com a popularização dessa tecnologia, será possível armazenar todos os dados do paciente . Examinar rapidamente todo o corpo humano, em detalhes, e saber exatamente o que está acontecendo. Essa invenção é capaz de identificar milhares de biomarcadores em uma única análise e prever distúrbios ou suscetibilidade patológica.

No Hospital Universitário de Toulouse, na França, foi desenvolvido um biochip que permite a escolha de um esquema terapêutico com medicamentos de ação direta para combater o vírus da hepatite C e a infecção gonocócica. O Instituto de Pesquisa da Academia Russa de Ciências desenvolveu um dispositivo que reconhece bactérias que causam infecções em órgãos reprodutivos humanos e são resistentes a antibióticos. Sua aplicação permitiu a evolução no tratamento contra gonococos na Rússia. O desenvolvimento e a utilização do biochip não têm volta.

Fonte: IG Tecnologia
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WhatsApp desiste de exibir publicidade na página principal

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Olhar Digital

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shutterstock

WhatsApp não vai mais exibir anúncios


Quando o Facebook comprou o WhatsApp , ainda em 2014, a empresa de Mark Zuckerberg afirmou que o usuário iria “continuar a contar com um serviço sem nenhum tipo de propaganda interrompendo a sua comunicação”. Porém, um tempo depois, a rede social mudou seus planos e chegou a inserir os códigos relacionados às propagandas no aplicativo . Agora, segundo o Wall Street Journal , a ideia foi esquecida e o WhatsApp dissolveu a equipe responsável pelo projeto.

Segundo rumores, foi a ideia de inserir propagandas que levou os fundadores do aplicativo a deixarem a empresa. Em 2016, o Facebook começou a compartilhar dados dos usuários do WhatsApp para melhorar a segmentação de anúncios dentro da rede social.

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Vale ressaltar que o Messenger , plataforma de mensagens diretamente ligada ao Facebook , possui anúncios há alguns anos. As propagandas aparecem de diferentes formas, inclusive com pequenos vídeos, mas apenas na página inicial, nunca dentro das conversas.

Apesar disso, os Status ainda devem receber os anúncios em 2020. Não se sabe exatamente como eles irão funcionar, mas imagina-se que seja de forma parecida com as propagandas nos Stories do Instagram e Facebook . Nesses aplicativos, o usuário visualiza as propaganda entre a exibição das fotos e vídeos dos contatos.

O Facebook procura uma forma de melhorar a monetização do aplicativo. O WhatsApp Business , por exemplo, cobra uma pequena taxa por mensagem das empresas. Além disso, está testando uma plataforma de pagamentos na Índia , que possui mais de 400 milhões de usuários.

Fonte: IG Tecnologia
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