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Economia

Trump confirma acordo comercial com China e suspende tarifas

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Acordo havia sido anunciado por autoridades chinesas mas só nesta sexta-feira Donad Trump confirmou o avanço

O presidente americano Donald Trump usou suas redes sociais para dizer que o país concordou em firmar o acordo comercial “fase 1” com a China. Por meio do Twitter, Trump afirmou que o novo pacote de tarifas , agendado para este domingo, não entrará mais em vigor.

“As tarifas de 25% permanecerão como estão…. As tarifas de penalidade definidas para 15 de dezembro não serão cobradas pelo fato de termos fechado o acordo”, escreveu o americano.

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 Ele foi além e também afirmou que Pequim e Wasshington começarão, imediatamente, as negociações para a segunda fase do acordo. Algumas fontes ligadas ao Pentágono indicavam que as conversas aconteceriam apenas após as eleições preisdenciais americanas de 2020.

“Este é um negócio incrível para todos”, comemorou Trump em seu Twitter.

China

Em pronunciamento à imprensa, o vice-ministro de comércio chinês , Wang Shouwen, já tinha afirmado que a primeira fase das negociações comerciais entre China e Estados Unidos tiveram grande progresso.

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De acordo com o representante chinês, os dois países concordaram com o “contexto” da primeira fase do acordo. Segundo Shouwen os EUA concordaram em reduzir gradativamente as tarifas adicionais impostas aos produtos chineses.

Já a China deve aumentar a proteção de  empresas estrangeiras internamente. O país comprometeu-se ainda a elevar a importação de energia e produtos agrícolas (incluindo trigo e milho) e farmacêuticos, além de serviços financeiros dos EUA. Os valores e volumes dessas compras não foram informados.

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 O acordo ainda não foi assinado por ainda vai passar por “procedimentos legais” nos dois países.

Fonte: IG Economia
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Fundo para ajudar startups de mulheres está com inscrições abertas

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Startups brasileiras lideradas por mulheres têm até o dia 7 de fevereiro para se inscrever no Women Entrepreneurship (WE), iniciativa que quer ampliar o empreendedorismo feminino no país por meio do acesso à educação e ao capital. O negócio pode estar em qualquer fase de desenvolvimento, desde que seja de base tecnológica.

Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que participa da iniciativa, as empresas selecionadas vão receber aportes que variam de R$ 50 mil a R$ 5 milhões nos próximos cinco anos.

Podem participar startups de todo o país com iniciativas tecnológicas e digitais, que tenham pelo menos uma mulher como sócia. Além do Sebrae, a Microsoft Participações, Bertha Capital e a Belvedere Investimentos também participam da iniciativa.

Além do Fundo WE, a parceria entre as empresas será responsável pelo The We.Studio, que fará aportes entre R$ 50 mil e R$ 500 mil para empresas de mulheres, além de oferecer capacitação de pessoas, negócios e de tecnologias e mentoria técnica.

O Sebrae participa do programa por meio de conteúdo de capacitação no Portal WE, e do Sebrae Lab, e os espaços de coworking (locais de trabalho compartilhados).

Para Renata Malheiros, coordenadora nacional de Projetos de Empreendedorismo Feminino do Sebrae, o programa busca dar mais espaço para as mulheres no mercado. “O Women Entrepreneurship busca criar as bases de uma cultura de inovação e empreendedorismo no país, além de proporcionar mudanças no padrão de baixa participação feminina nas startups brasileiras”, destacou em nota.

Inscrições

Para participar, a startup deve se inscrever no site www.weventures.com.br e ser aprovada em todas as etapas de recrutamento e seleção, que incluem inscrição, conversa por vídeoconferência e reuniões com investidores. Podem concorrer startups com sede no Brasil, com no mínimo 20% de participação societária composta por mulheres. Mais informações no portal The We Studio.

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Fonte: EBC
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Economia

Mercado financeiro reduz estimativa de inflação este ano para 3,47%

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As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país – caiu de 3,56% para 3,47%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do BC, que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

De acordo com o boletim, a Selic deve cair para 4,25% ao ano até o fim de 2020. Quando o Copom reduz a Selic, como espera o mercado financeiro, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já a manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Para 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 6,25%. Para 2022 e 2023, as instituições estimam que a Selic termine os períodos em 6,5% ao ano.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – se mantém em 2,31% para 2020. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes, 2021, 2022 e 2023 também continuam em 2,50%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,10 para o fim deste ano e R$ 4,00 para 2021.

Edição: Maria Claudia
Fonte: EBC
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