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Economia

Dólar recua a R$ 4,08 após acordo inicial entre China e Estados Unidos

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Dólar

O dólar comercial, que há pouco menos de um mês chegou a ultrapassar os R$ 4,25, agora recua abaixo do patamar de R$ 4,10. A moeda americana é negociada a R$ 4,083 nesta sexta-feira (13), com variação negativa de 0,26% ante o real.

O que explica este comportamento é o acordo comercial de primeira fase entre China e Estados Unidos, que desde janeiro do ano passado travam uma guerra comercial.

De acordo com a agência Bloomberg, o acordo entre Pequim e Washington adia as tarifas americanas sobre US$ 160 bilhões em produtos chineses que iriam entrar em vigor no próximo domingo, dia 15 de dezembro.

A China também teria concordado em fazer compras de produtos agrícolas americanos no valor de US$ 50 bilhões em 2020.

O acordo inclui, além do adiamento na nova rodada de tarifas de domingo, um cronograma de reversão de algumas das existentes e a promessa dos chineses de comprar mais produtos agrícolas dos EUA, segundo fontes. Os termos foram acordados, mas o texto legal ainda não foi finalizado, disseram as pessoas.

Fonte: IG Economia
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Economia

Número de inadimplentes cresceu em novembro de 2019

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O total de inadimplentes, pessoas com contas em atraso, registrado em novembro de 2019, cresceu em relação ao ano anterior, de 62,6 milhões de pessoas para 63,8 milhões. Já os dados anualizados apontam, segundo o Serasa Experian, queda de 3,3%, quando em novembro de 2018 o volume de dívidas atrasadas e negativadas chegava a 234,4 milhões e caiu para 226,6 milhões, nos 12 meses seguintes.

As dívidas negativadas podem geram a inclusão do nome da pessoa inadimplente em listas mantidas por instituições de proteções de crédito, como Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa, o que impede a obtenção de empréstimos e financiamentos.

De acordo com o Serasa, em novembro de 2018, cada pessoa inadimplente deixou de honrar, em média, o pagamento de 3,7 contas. A proporção foi reduzida para 3,5 contas em 2019.

Estados

Dos sete estados da Região Norte três apresentam índices elevados de inadimplência.

No Amazonas, mais da metade da população, 55,7%, não conseguiu deixar as contas em dia, em novembro de 2019. A condição de inadimplente também englobava metade dos habitantes de Roraima e 49,4% dos residentes do Amapá. Os estados que ostentavam os três melhores índices eram Piauí (33,2%), Rio Grande do Sul (34,7%) e Santa Catarina (34,8%).

Contas

De acordo com o Serasa Experian, a quitação de contas de serviços de telecomunicação, como de internet e telefone, foi o que mais colaborou para o resultado apurado. Esse setor fechou novembro de 2019 com uma redução de 2,4 pontos percentuais na taxa de inadimplência.

Já as dívidas com bancos e cartões, que permaneciam em aberto, eram a maioria, representando 28,1% do total, com variação positiva de 0,6 ponto percentual, ante novembro de 2018.

No setor de serviços, constatou-se a mais alta variação, de 0,8 ponto percentual. Nesse caso, as contas atrasadas respondiam por 9,4% do total registrado em novembro de 2019.

O economista do Serasa Experian Luiz Rabi disse que os números sinalizam que as pessoas inadimplentes começaram a organizar seus débitos, aproveitando, principalmente, as últimas ações de feirão de renegociação. Para ele, mais pessoas deixarão essa condição, gradualmente, nos próximos meses.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC
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Economia

PIB cresce 0,8% no trimestre encerrado em novembro, aponta FGV

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O Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) cresceu 0,8% no trimestre encerrado em novembro de 2019 na comparação com o trimestre findo em agosto daquele ano. O dado é do Monitor do PIB, divulgado hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo a FGV, o PIB cresceu 1,9% na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2018 e 1% na taxa acumulada em 12 meses. Considerando-se apenas o mês de novembro, o PIB teve altas de 0,3% na comparação com outubro de 2019 e de 1,6% em relação a novembro de 2018.

Na comparação do trimestre encerrado em novembro com o trimestre findo em agosto de 2019, a alta de 0,8% foi influenciada por um crescimento no mesmo patamar, de 0,8%, do setor de serviços. A indústria cresceu 0,5% e a agropecuária, 0,3%.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC
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