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Surfe: Disputa pelo título mundial fica entre três surfistas

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Nesta quarta (11) a disputa pelo título mundial do Circuito Mundial de surfe ficou restrita a três candidatos, os brasileiros Gabriel Medina e Ítalo Ferreira e o norte-americano Kolohe Andino.

Isto aconteceu após a queda do brasileiro Filipe Toledo e do sul-africano Jordy Smith na terceira fase do Billabong Pipe Masters, última etapa do Circuito Mundial de surfe.

Ítalo se classifica

Na primeira bateria do dia, o potiguar Ítalo Ferreira superou Jadson Andre por 8,53 a 7,20. Assim alcançou as oitavas de final, onde enfrenta o também brasileiro Peterson Crisanto.

OAHU, UNITED STATES - DECEMBER 10: Filipe Toledo of Brazil advances directly to Round 3 of the 2019 Billabong Pipe Masters after winning Heat 3 of Round 1 at Pipeline on December 10, 2019 in Oahu, United States. (Photo by Ed Sloanei/WSL via

Filipe Toledo foi eliminado e está fora da disputa do título do Circuito Mundial de Surfe – WSL/Ed Sloane

Eliminação de brasileiro

Filipe Toledo entrou na água na quinta bateria, onde enfrentou o neozelandês Ricardo Christie. O atleta do Brasil foi superado por 11,04 a 9,84.

Medina brilha

O terceiro brasileiro na disputa pelo título, Gabriel Medina, teve uma das melhores performances do dia. Ele derrotou o havaiano Imaikalani deVault por 17,07 a 13.90 e avançou. Ele encontra nas oitavas outro brazuca, Caio Ibelli.

Gabriel Medina teve grande performance nesta quarta em Pipeline – Kelly Cestari

Queda de sul-africano

O segundo candidato ao título a ficar pelo caminho nesta quarta foi o sul-africano Jordy Smith. Ele perdeu na terceira etapa para o brasileiro Jesse Mendes por 9,10 a 7,50.

Já o norte-americano Kolohe Andino não entrou na água nesta quarta pela terceira fase. Isto aconteceu porque a maré baixou muito na hora da sua bateria.

Tóquio 2020

Com a desclassificação de Filipe Toledo outra disputa foi definida, a da vaga brasileira para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Como Ítalo Ferreira e Gabriel Medina lideram o ranking mundial, e Filipe já não pode ultrapassá-los, as duas vagas do Brasil para Tóquio 2020 ficaram com Ítalo e Medina.

Edição: Fábio Lisboa
Fonte: IG Esportes
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Seleção masculina de handebol estreia no Torneio Centro Sul-Americano

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Ainda sem vaga garantida nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, a seleção masculina brasileira de handebol estreia nesta terça (21) contra o Paraguai, na 19ª edição do Campeonato Centro Sul-Americano, na cidade de Maringá, no Paraná. O Brasil entra em quadra às 19h, no Ginásio do Parque do Japão. O torneio garante três vagas para o Mundial de Handebol no Egito, em 2021.

Além do Brasil, estão na briga as seleções do Chile, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Todos os times jogam contra todos e os três melhores se classificam para o Mundial. O torneio termina no próximo sábado (25).

Comandados pelo técnico espanhol Daniel Gordo, 20 atletas da seleção brasileira vêm treinando desde o início deste mês. O torneio será um bom termômetro da preparação da equipe com vistas à última chance de classificação para Tóquio 2020, que ocorrerá no torneio Pré-Olímpico, entre 19 e 22 de março. Mas essa chance só existirá se o Egito vencer o Campeonato Africano, ainda em curso. Em caso de vitória da seleção egípcia, o país africano garante uma vaga direta em Tóquio 2020, abrindo possibilidade para o Brasil disputar o Pré-Olímpico.  

Confira abaixo o cronograma de jogos do Brasil:

• 21/01 – 19h – Brasil x Paraguai – Ginásio Parque do Japão
• 22/01 – 19h –  Bolívia x Brasil – Ginásio Parque do Japão
• 23/01 – 19h – Brasil x Chile – Ginásio Chico Neto
• 24/01 – 19h – Uruguai x Brasil – Ginásio Chico Neto
• 25/01 – 19h – Brasil X Argentina – Ginásio Chico Neto

 
Edição: Guilherme Neto
Fonte: IG Esportes
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Coluna: Quanto vale o show?

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Os jogos do Flamengo pelo Campeonato Estadual do Rio, o chamado Carioca, não estão sendo transmitidos pela TV. O clube não aceitou os valores propostos pela TV Globo e entende que, por uma questão de demanda dos telespectadores – em especial nos jogos transmitidos na TV fechada – e de audiência, merece receber mais que Botafogo, Fluminense e Vasco. Ele está certo?

Ano passado tive a oportunidade de entrevistar dois especialistas em administração esportiva – Pedro Daniel, da EY, e Cesar Grafietti, do Banco Itaú. E ambos têm uma visão clara de que, em poucos anos, não teremos mais os chamados 12 grandes clubes, mas de cinco a seis, principalmente porque o foco das competições vai mudar para as nacionais e internacionais, com premiações maiores e mais interessantes. Segundo eles, a rivalidade estadual vai perdurar pela história, mas a nacional vai se tornar maior. E, como exemplo, vale lembrar que, agora em fevereiro, o Flamengo vai disputar um título nacional contra o Athletico Paranaense, e que, no Brasileirão, os principais adversários deverão ser, ao menos em tese, Palmeiras e Grêmio.

Dito isso, vamos voltar ao cenário estadual. E para isso vou aproveitar informações de outro estudioso, Vinícius Paiva. Que se valeu da audiência da TV nos três últimos Estaduais do Rio para mostrar que, nos clássicos, a média de audiência do Flamengo foi de 34 pontos, contra 31 do Fluminense, 29 do Vasco e 28 do Botafogo; contra os chamados “pequenos”, as médias foram, respectivamente, 27, 18, 21 e 19. Nos clássicos em que o Flamengo esteve presente, a média ficou em 34 pontos; sem ele (envolvendo apenas Fluminense, Vasco e Botafogo), 26.

Na TV fechada, a diferença se torna ainda maior, já que o ranking de torcidas que aderiram ao PPV coloca o Flamengo com 18,9% em primeiro lugar; o Vasco vem em quinto, com 7,4%; o Fluminense, em 11º, com 3,8%; e o Botafogo em 12º, com 3,55%.

É curioso ver que nos Estaduais a diferença entre as cotas dos grandes para os de menor investimento é infinitamente maior que a do Brasileirão. Há campeonatos em que ela é de 13 vezes mais!!! E ninguém surge para defender esses clubes, que têm história no passado e que abasteciam os grandes com os jogadores que revelavam. Esses “pequenos” praticamente desapareceram, mas os “grandes” sobreviveram, o que reforça a tese dos consultores citados acima.

A frieza dos números deixa claro que a presença do Flamengo numa transmissão faz diferença. Que pode não representar um valor tão mais alto que o clube deseja arrecadar, mas que justifica uma cota maior que os demais. A questão é mensurar quanto a mais vale o show.

Edição: Marcos Alcântara
Fonte: IG Esportes
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