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Esportes

Secretário especial defende Lei de Incentivo ao Esporte

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O secretário especial do Esporte, Décio Brasil, defendeu hoje (11) a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), em vigor desde 2007. Décio Brasil destacou que a legislação tem favorecido o combate à violência e criminalidade nos municípios mais vulneráveis do país. De acordo com o secretário, apenas no ano passado, a LIE captou, como dedução fiscal, R$ 254,2 milhões, atendendo diretamente a cerca de 1 milhão de pessoas.

“O esporte é a ferramenta principal que possibilita a inclusão social, possibilita desviar nossas crianças e jovens do mau caminho, que afasta as ilicitudes que estão afetando as nossas sociedades e ajuda a melhorar os índices de combate à violência e criminalidade nos municípios mais vulneráveis do país”, disse o secretário especial na cerimônia de entrega do 7º Prêmio Empresário Amigo do Esporte, realizada nesta quarta-feira na capital paulista.

Desde que entrou em vigor, a LIE captou R$ 2,4 bilhões para projetos esportivos. No último ano com dados fechados, 2018, 400 projetos foram beneficiados por cerca de 4 mil incentivadores – pessoas físicas ou jurídicas que destinaram parte do imposto devido para projetos aprovados pelo programa.

“O esporte é uma possibilidade de aumentar, favorecer a qualidade de vida para pessoas de todas idades. Temos estatísticas que mostram que, para cada dólar investido no esporte, cinco são economizados na saúde”, ressaltou Décio Brasil.

A LIE permite que empresas e pessoas físicas invistam parte do que pagariam de Imposto de Renda (IR) em projetos esportivos aprovados pela Secretaria Especial do Esporte. Empresas podem destinar até 1% desse valor. O teto para pessoas físicas é de 6% do IR.

Edição: Nádia Franco
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Esportes

Lançamento de disco: falta de competições preocupa Fernanda Borges

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A brasileira Fernanda Borges, líder do ranking nacional de lançamento de disco, vive um momento diferente em sua carreira, enquanto enfrenta limitações para manter a rotina de treinos no decorrer da pandemia do novo coronavírus (covid-19) ela acompanha a participação, no exterior, de algumas de suas adversárias na busca do índice para os Jogos de Tóquio.

Fernanda participou de sua última competição oficial em março, o Campeonato Paulista de Atletismo. Logo depois veio a pandemia do novo coronavírus, e desde então a atleta gaúcha se divide entre treinos de musculação na sua casa em São Paulo e a parte prática em São Bernardo do Campo, região metropolitana da capital paulista.

“Ela faz musculação em casa. Tem todos os aparelhos, usamos muito os pesos livres. E fazemos lançamentos no Riacho Grande em São Bernardo três vezes por semana. O campo é grande, tem 90 metros de comprimento. Mas é claro que não é a mesma coisa”, diz o técnico João Paulo da Cunha à Agência Brasil.

Enquanto a brasileira busca o melhor ritmo durante a pandemia, fora do Brasil a situação é diferente. No último sábado (1), a norte-americana Valerie Allman, de 25 anos, não só competiu como quebrou o recorde nacional dos Estados Unidos. Lançou o disco a 70,15 metros e tornou-se a primeira americana a superar a marca dos 70 metros (em toda a história da prova, apenas 25 atletas conseguiram superar os 70 metros).

“Vimos o lançamento da americana. Ela tinha 67 metros como melhor marca. Evoluiu bastante. Abrir a temporada com 70 metros é bem competitivo. Claro que essa falta de ritmo de competição da Fernanda, enquanto outras atletas bem fortes já estão em um nível alto, preocupa”, diz o técnico.

A janela para a classificação para os Jogos de Tóquio reabre em dezembro, mas a brasileira e a comissão técnica já planejam uma ida à Europa para acelerar a preparação. O índice olímpico é de 63,50 metros. “Mês que vem, ela vai entrar na Missão Europa do Comitê Olímpico do Brasil (COB), em Portugal. A ideia é que ela treine e participe de alguns eventos”, diz o técnico.

A atleta de 32 anos é a primeira colocada na temporada brasileira, com a marca de 62,37 metros. O recorde da lançadora é de 64,66 metros, alcançado em outubro de 2018, em Bragança Paulista. Em 2019, na quarta participação dela em um Mundial, a gaúcha de Santa Cruz do Sul finalizou em sexto lugar, com 62,44 metros. João Paulo Alves da Cunha, treinador-chefe da delegação em Doha (Catar), considera o resultado excelente. “Foi uma ótima participação. Primeiro ter ficado entre as 12, e depois, na final, conseguir o sexto lugar foi muito bom. Posição histórica”.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Bolsa Atleta: divulgada lista de contemplados no programa

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O Diário Oficial da União, desta quarta-feira (5), publica portaria do Ministério da Cidadania, que contempla os atletas aprovados no âmbito do Programa Bolsa Atleta.

Ao todo são 109 atletas de modalidades que fazem parte dos programas Olímpico e Paralímpico, referente ao pleito 2019, divididos nas seguintes categorias:

Três habilitados pela categoria atleta olímpico e paralímpico; dezoito pela categoria atleta internacional; sessenta e oito pela categoria atleta nacional; quatorze pela categoria estudantil; e seis pela categoria atleta de base:

No anexo da portaria, a lista com os nomes dos atletas contemplados no programa.

 

Edição: Aécio Amado

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