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Internacional

Nova Zelândia investiga mortes provocadas pelo vulcão Whakaari

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A polícia da Nova Zelândia anunciou hoje (10) que vai abrir uma investigação criminal para determinar se houve responsabilidades dos operadores turísticos, e outras instituições, na morte de pelo menos cinco pessoas na sequência da erupção do vulcão Whakaari.

Pelo menos cinco pessoas morreram e oito continuam desaparecidas, embora com poucas chances de estarem vivas, disse o vice-comissário de polícia da Nova Zelândia, John Tims em conferência de imprensa.

As autoridades indicaram que 31 pessoas estão hospitalizadas, devido às feridas e queimaduras causadas na sequência da erupção, que lançou rochas e uma grande quantidade de cinzas. Três dos feridos já tiveram alta, acrescentaram. Vinte e uma  pessoas estão em estado grave.

“É possível que nem todos os pacientes sobrevivam”, disse o porta-voz do Ministério da Saúde, Pete Watson, na mesma entrevista à imprensa, onde observou que 27 dos internados sofrem queimaduras em mais de 30% do corpo.

O comando da polícia não esclareceu até que ponto a investigação irá, mas afirmou que os operadores turísticos vão ser investigados.

“Será analisado se existe um criminoso responsável pelas mortes. Ainda é muito cedo para anunciar”, disse John Tims.

As autoridades concentram todos os esforços, em conjunto com especialistas em geologia, para estudar como entrar novamente a ilha para recuperar os corpos das oito pessoas que continuam desaparecidas.

“Não podemos dizer que todos estão mortos, mas há fortes indícios de que não resta ninguém vivo na ilha”, disse John Tims.

A erupção que ocorreu às 14h de segunda-feira (9), libertou uma espessa nuvem de fumo branco, a uma altura de 3,6 quilômetros.

Imagens captadas por uma câmara no local mostraram um grupo de seis pessoas que andavam pela cratera, alguns segundos antes da erupção do Whakaari.

Um “número considerável” de vítimas do desastre é australiana, de acordo com responsáveis da Austrália.

Acredita-se que pelo menos três dos mortos sejam australianos, de acordo com o primeiro-ministro australiano Scott Morrison, que disse também haver australianos entre os desaparecidos.

No dia 3 de dezembro, o grupo de controle de atividades geológicas da GeoNet alertou que o vulcão Whakaari “entrou num período de atividade eruptiva”, embora tenha apontado que a situação não representava “um perigo direto para os visitantes”.

 

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Fonte: EBC
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Internacional

Trump vai participar de marcha anual contra o aborto

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, participará amanhã (24) da “Marcha pela Vida” em Washington. Será o primeiro presidente norte-americano a participar do evento, realizado anualmente.

“Donald Trump será o primeiro presidente na história a ir à Marcha pela Vida”, anunciou ontem (22) à noite a Casa Branca em sua conta oficial no Twitter.

“Vejo-vos sexta-feira… grande multidão!”, escreveu Trump, também no Twitter, em publicação onde partilhou um vídeo promocional da manifestação.

“Estamos profundamente honrados em receber o presidente na 47ª Marcha pela Vida”, disse a líder do movimento, Jeanne Mancini, em comunicado.

“Desde a nomeação de juízes pró-vida, à redução do financiamento dos contribuintes para o aborto em casa e no exterior, até a denuncia sobre o aborto tardio, o presidente e seu governo têm sido defensores constantes da vida “, acrescentou.

*Emissora pública de televisão de Portugal

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Fonte: EBC
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Internacional

Austrália: três pessoas morrem em queda de avião que combatia incêndio

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Três pessoas morreram nesta quinta-feira (23) na queda de um avião C-130 que estava envolvido no combate aos incêndios no estado australiano de Nova Gales do Sul, confirmaram as autoridades.

“Não sabemos ainda o que causou a queda. Simplesmente perdeu-se contato com o aparelho”, disse aos jornalistas Shane Fitzsimmons, responsável pelo Rural Fire Service (RFS) em Nova Gales do Sul.

Fitzsimmons informou que os três mortos são cidadãos norte-americanos que estavam integrados à equipe estatal de combate aos incêndios.

“A fraternidade dos bombeiros é como família, uma família pequena, e os tripulantes eram bem conhecidos, não apenas aqui na Austrália”.

Fitzsimmons disse ainda que “demorou algum tempo” para a localização dos restos do C-130, explicando que a queda causou uma grande bola de fogo.

O aparelho pertencia à empresa Coulson Aviation que, nos últimos anos, têm prestado serviços de combate aéreo a incêndios em Nova Gales do Sul e que, por precaução, decidiu suspender os voos de todos os seus aparelhos de grande dimensão.

“O serviço está suspenso enquanto é feita uma análise para garantir que não pode haver problemas adicionais em outros aparelhos. Os militares estão ajudando nessa avaliação”, explicou, admitindo que isso terá impacto na capacidade de combate aos incêndios no estado.

Com a queda do avião, aumentou para 32 o número de mortos por causa dos incêndios

Os voos de e para o aeroporto de Camberra continuam condicionados às condições meteorológicas, já que grande parte da região está coberta por espessa nuvem de fumaça.Para as autoridades, o incêndio na área está “dentro de linhas de contenção”, apesar de continuar a representar um risco.

As autoridades emitiram apelos para que empresas e instituições em Camberra reduzam os aparelhos de ar condicionado para reduzir o impacto da fumaça.

Foi ainda feito um apelo para que se reduza o consumo de energia até o início da noite, devido à pressão que o clima tem na rede elétrica.

Em Nova Gales do Sul há ainda três fogos no nível de emergência, de cerca de 85 ativos, com chuva castanha, devido ao pó e fumo, a cair em Melbourne.

Vários encontros do Open da Austrália foram já atrasados devido às condições.

*Emissora pública de televisão de Portugal

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Fonte: EBC
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