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Game Awards 2019: Oscar dos games vai oferecer 48h de jogos gratuitos

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Divulgação/Game Awards

Game Awards, o Oscar dos games, acontece nesta quinta-feira


O Game Awards , considerado o Oscar dos games , promove anualmente um festival online. O evento, que acontece nesta quinta-feira (12), apresentará mais de uma dúzia de demos de jogos gratuitos no Steam por 48 horas. Posteriormente, as produções serão retiradas da versão ” free-to-play “.

Apresentado por Geoff Keighley, do Game Awards , o festival é parecido com outros grandes eventos do setor, como E3 ou PAX. No entanto, o evento oferece a oportunidade para criadores pequenos se aproximarem de um grande público.

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As oportunidades no espaço independente se tornam cada vez mais ilimitadas, considerando cerca de 7.800 lançamentos no Steam este ano, e vendas médias de US$ 16.000.

Segundo o Washington Post , o Game Awards do ano passado alcançou 26,2 milhões de espectadores em plataformas como Twitch , Twitter e Steam .

Alguns dos jogos que serão apresentados:

  • System Shock (Nightdive Studios)
  • Eastward (Pixpil/Chucklefish)
  • Spiritfarer (Thunder Lotus)
  • Moving Out (SMG Studio/Devm Games/Team17)
  • Röki (Polygon Treehouse/United Label)
  • Chicory (Greg Lobanov)
  • Wooden Nickel (Brain&Brain)
  • Haven (The Game Bakers)
  • Heavenly Bodies (2pt Interactive)
  • Acid Knife (Powerhoof)
  • The Drifter (Powerhoof)
  • CARRION (Phobia/Devolver)
  • SkateBIRD (Glass Bottom Games)
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Xbox Series X e S serão vendidos no Brasil a partir de R$ 2.999

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Xbox Series X
Foto: Microsoft/ Divulgação

Xbox Series X/ S

Na noite desta segunda-feira (21), a Microsoft  revelou o preço das duas versões do novo Xbox  para o Brasil. O Series X , considerado um dos consoles mais poderosos já criados, chega às lojas em novembro por R$ 4.999; enquanto o Series S , versão mais simples do videogame e sem leitor de discos, será lançada na mesma data por R$ 2.999.

Apesar disso, por problemas operacionais, a pré-venda brasileira não vai começar na mesma data global , nesta terça-feira (22). A conta oficial do Xbox no Twitter informa que, em breve, deve ter mais novidades sobre o assunto. 

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Diferenças entre as versões

Os consoles não se diferem apenas no preço e no tamanho, há configurações distintas. Vale analisar separadamente o que cada um oferece para definir qual se enquadra melhor às suas necessidades.

A diferença que acaba chamando muita atenção é a resolução. Enquanto o Series X consegue atingir uma resolução em 4K, o S chega a 1440p – ambos com taxa de quadros máxima de 120 fps.

O SSD, que é a capacidade de armazenamento do console , chega a 1 TB no Series X e a 512 GB no Series S. É uma boa diferença considerando que 1 TB equivale a 1024 GB – no entanto, esse não deve ser o valor de armazenamento presente, já que uma parte deve ser reservada para o espaço interno do sistema.

A última grande diferença está na capacidade de reproduzir mídias físicas. O Series S não possui um leitor de disco, sendo um console totalmente digital – assim como o Xbox One S All-Digital. Enquanto isso, o Series X conta com um drive de disco 4K UHD Blu-ray.

Em comparação a atual geração, o Xbox Series S oferece 4x o poder de processamento de um Xbox One . O seu SSD é alimentado pelo Xbox Velocity Architecture, o que traz 40x a largura de banda I / O de um Xbox One, o que significa carregamentos mais rápidos e uma taxa de quadros mais estável.

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Jogos disponíveis no lançamento

A Microsoft  pretende oferecer alguns títulos bastante interessantes já no lançamento do Xbox Series X/ S . Dentre as adições estão ‘Assassin’s Creed Valhalla’, ‘Yakuza: Like a Dragon’ e ‘Destiny 2: Beyond Light’. Por enquanto, ao que parece, o console não vai contar com jogos exclusivos em seu lançamento, mas isso não quer dizer que o sistema fique para trás no início da geração.

Talvez o recurso mais expressivo seja o Xbox Game Pass que, com uma assinatura fixa mensal, oferece um catálogo com mais de 100 jogos de diversos gêneros, incluindo alguns lançamentos. Confira a lista completa de jogos disponíveis no lançamento dos novos Xbox:

  • ‘Assassin’s Creed Valhalla’
  • ‘Destiny 2: Beyond Light’
  • ‘Dirt 5’
  • ‘Fortnite’
  • ‘Gears Tactics’
  • ‘Tetris Effect: Connected’
  • ‘Yakuza: Like a Dragon’

Além desses jogos , os novos consoles terão à disposição diversos outros títulos por meio da retrocompatibilidade oferecida pela Microsoft . Segundo a empresa, os videogames terão a capacidade de rodar jogos de todos os aparelhos anteriores da marca – Xbox clássico, Xbox 360 e Xbox One.

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Algoritmos racistas: entenda como funciona o problema que atingiu o Twitter

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Unsplash/Shawn Fields

Algoritmos racistas privilegiam pessoas brancas

No último final de semana, o Twitter foi acusado de utilizar um algoritmo racista para definir os cortes de imagens na rede social. Em diversos testes realizados pelos usuários, independentemente da quantidade de pessoas negras e brancas em uma imagem, a inteligência artificial da plataforma insiste em criar a miniatura da foto a partir de um rosto branco.

Isso acontece porque o algoritmo define que essa é a parte mais importante da imagem. Apesar do assunto ter ganhado a internet, algoritmos enviesados, como são chamados, não são novidade – e muito menos exclusividade do Twitter

Algoritmos enviesados

Há anos, o assunto é discutido na comunidade tecnológica, mas os avanços parecem lentos. Um dos grandes nomes nessa luta é o da cientista da computação ganense-americana Joy Buolamwini. “O viés algorítmico, assim como o viés humano, resulta em injustiça. No entanto, algoritmos podem espalhar preconceitos em grande escala em um ritmo rápido”, disse ela, em uma palestra em 2016 .

Joy explica que os algoritmos racistas surgem no momento em que eles são criados. Para um sistema de reconhecimento facial, por exemplo, o software utiliza de aprendizado de máquina para determinar o que é um rosto. 

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Nesses casos, a inteligência artificial aprende com bancos de dados. Quem programa o sistema define uma meta de sucesso que, nesse caso, é a definição de um rosto. Para isso, ele mostra imagens de rostos para o algoritmo, que vai aprendendo o que é e o que não é um rosto.

Essa meta de sucesso, porém, é baseada em um banco de dados. Se nele só tiver fotos de pessoas brancas, essa será a definição de sucesso. Quando o algoritmo se deparar com uma pessoa negra, ele não irá identificar que há um rosto ali.

“Se os conjuntos de treinamento não são realmente tão diversos, qualquer rosto que se desvie muito da norma estabelecida será mais difícil de detectar”, explicou Joy.

O maior problema, nesses casos, é que grande parte dos sistemas de reconhecimento facial utilizam software e/ou bancos de imagens prontos. Estes geralmente são pouco diversos, criando algoritmos cada vez mais preconceituosos.

Não é só uma foto

Esse tipo de erro não acontece apenas em sistemas como o do Twitter . A própria Joy demonstra um sistema de reconhecimento facial que permitia a interação com um espelho que só a reconhecia quando ela estava com uma máscara branca. 

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E não para por aí. Em 2017, um vídeo circulou na internet mostrando uma saboneteira automática que só liberava o produto quando detectava uma mão branca. 

Os problemas podem ir ainda além, atingindo situações mais graves. Um carro autônomo com algoritmo enviesado pararia diante de um pedestre negro, por exemplo? Além de questões futuras, o uso de algoritmos já prejudica a população negra atualmente. 

Recentemente, um levantamento da Rede de Observatórios da Segurança mostrou que 90,5% das pessoas presas por reconhecimento facial em câmeras de segurança no Brasil eram negras. 

O estudo analisou prisões realizadas na Bahia, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraíba e Ceará. Nos casos de software usados para fins policiais, a meta de sucesso do algoritmo é baseada na semelhança com pessoas com mandados de prisão em aberto, e pode acabar prejudicando a população negra.

Durante os quatro dias do carnaval de 2019 em Feira de Santana, na Bahia, o monitoramento por câmeras identificou 1,3 milhões de rostos, como informa o The Intercept Brasil. Desses, 903 geraram alertas, o que gerou o cumprimento de 18 mandados e na prisão de 15 pessoas. Isso significa que, dos alertas emitidos, 96% não resultaram em nada – uma quebra de privacidade na vida de muitas pessoas, em sua maioria, negras.

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