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Internacional

EUA podem adiar imposição de tarifas sobre China

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Negociadores dos Estados Unidos (EUA) e da China estariam trabalhando para adiar uma nova rodada de negociações envolvendo tarifas americanas sobre importações chinesas, cujo início está previsto para 15 de dezembro. Segundo o periódico The Wall Street Journal, o adiamento visa a fazer com que eles possam seguir negociando, mesmo que não consigam fechar um acordo até essa data.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifas adicionais sobre produtos da China, tais como smartphones e roupas, no valor de US$ 160 bilhões.

Um acordo entre os dois lados permanece indefinido, já que os países divergem sobre questões que envolvem a quantidade de produtos agropecuários americanos a serem adquiridos pelo lado chinês, além de como retirar tarifas.

O The Wall Street Journal noticiou que Trump ainda não tomou uma decisão sobre a planejada imposição de tarifas.

*Agência pública de televisão do Japão

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Fonte: EBC
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Internacional

EUA adotam medidas para restringir "turismo de nascimento"

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O governo americano informou que está restringindo a entrada de gestantes que viajam para os Estados Unidos (EUA), com o objetivo de ter o bebê e obter cidadania americana para ele. A prática é conhecida como “turismo de nascimento”.

A Constituição dos Estados Unidos concede direito à cidadania para as pessoas que nascem no país.

A administração anunciou, nessa quinta-feira (23), que vai suspender a emissão de vistos temporários às pessoas que viajam para os Estados Unidos a fim de participar do turismo de nascimento. Autoridades vão decidir se emitirão vistos, entrevistando as solicitantes em embaixadas americanas e levando em consideração outros fatores.

*Emissora pública de televisão do Japão

Edição:
Fonte: EBC
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Internacional

Discussão sobre paridade de gênero é adiada no Chile

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A Câmara dos Deputados do Chile adiou para a próxima quinta-feira a votação do projeto que visa garantir a paridade de gênero no processo constituinte. Essa semana a matéria retornou à Câmara após não ter consenso no Senado.

O Chile passará por um plebiscito no próximo dia 26 de abril, para definir se a população quer ou não uma nova Constituição. A discussão no Congresso é para definir os mecanismos que garantirão a igualdade, em números, entre homens e mulheres, entre os candidatos a integrar o órgão constituinte que será composto para discutir e elaborar a nova Constituição.

O presidente da Câmara, Iván Flores, explicou que o adiamento da discussão se deu porque “a Comissão das Mulheres e Equidade de Gênero está trabalhando na busca de melhores acordos”.

Após despacho da Câmara, previsto para a semana que vem, o projeto deve ser encaminhado para uma Comissão Mista, composta por 5 deputados e 5 senadores, que têm a tarefa de propor a ambas as Casas uma solução para assuntos controversos.

Na última quarta-feira (22), os senadores não aprovaram nenhuma das duas propostas que estão em discussão. Uma, feita pela oposição, defende que as listas de candidatos (às vagas para integrar o órgão constituinte que será criado) sejam compostas por 50% de mulheres, além de um sistema de correção posterior para que as vagas em cada município sejam distribuídas de maneira que nenhum sexo se imponha sobre o outro.

A segunda proposta, também rejeitada, foi elaborada por apoiadores do presidente do Chile, Sebastián Piñera ao propor que as eleições dos constituintes fossem feitas através de listas fechadas por município, com indicações de nomes de homens e mulheres, alternados – sendo as listas encabeçadas por mulheres.

Com o plebiscito marcado para o próximo dia 26 de abril, existe a preocupação de que os parlamentares não cheguem a um acordo sobre os mecanismos de paridade a tempo das eleições para os membros do processo constituinte.

Iván Flores acredita que o Congresso aprovará o projeto a tempo. “Estamos dentro do prazo para que isso possa ser considerado no processo constituinte. Eu acho que fevereiro será um bom momento para procurar os melhores acordos no caso de paridade de gênero. Acho que, de tempos em tempos, é bom um momento de reflexão, um momento de desacelerar a velocidade que estamos trazendo nos debates. Este é um projeto muito delicado, muito importante para as mulheres do Chile, que vale alguns dias (de reflexão)”.

Edição: Valéria Aguiar
Fonte: EBC
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