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Busca do Google ganha mudança no algoritmo; aprenda a pesquisar melhor

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Divulgação/Google

Busca do Google ganha mudanças no algoritmo


A busca do Google ganhou uma novidade em seu algoritmo . Agora, conjunções e preposições passam a ter mais peso nos resultados, visto que a inteligência artificial por trás das pesquisas passa a considerar as frases inteiras, e não apenas as palavras-chave. A mudança foi anunciada pelo Google na segunda-feira (09).

Tradicionalmente, as ferramentas de buscas funcionam, primordialmente, por palavras-chave . O usuário escreve o que deseja procurar, o algoritmo vasculha a rede atrás do conjunto de termos digitados e retorna o resultado. Mas em muitos casos, as respostas ficam fora de contexto, pois apenas encontrar sites com as palavras buscadas não é suficiente, é preciso compreender o significado das palavras, umas em relação às outras. Foi pensando justamente nisso que Google lançou essa mudança, chamada de Bert , sigla para a tecnologia Bidirectional Encoder Representations from Transformers .

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O contexto é essencial

Pandu Nayak, vice-presidente de Buscas do Google , conta que 15% de todas as pesquisas feitas diariamente pela ferramenta são inéditas, ou seja, não possuem informações sobre cliques dos usuários para avaliar os resultados. Por isso, compreender corretamente o que as pessoas querem buscar é essencial para melhorar a experiência.

“Nós começamos com palavras, perguntas e documentos, e precisamos chegar ao significado”, explicou Nayak, em teleconferência com jornalistas da América Latina. “E o que nós temos é uma nova forma de entender o significado das palavras, que realmente leva em consideração a relação entre elas”.

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O Bert é uma nova técnica de treinamento de redes neurais para o processamento de linguagem natural. Ou seja, um novo método de “ensino” das inteligências artificiais usadas para compreender o que é dito, seja por voz ou texto. E a técnica é realmente parecida com as usadas em sala de aula por alunos e professores.

Principal melhoria dos últimos 5 anos

O primeiro passo foi alimentar o sistema com toneladas de textos, de fontes como a Wikipédia , da mesma forma que enriquecemos o vocabulário de crianças em conversas e leituras. E para treiná-lo, os pesquisadores usaram exercícios de preenchimento de espaços em branco em frases, como nos trabalhos escolares. Palavras eram retiradas aleatoriamente de textos, para que o sistema, por meio da análise do significado como um todo, indicasse quais termos seriam os mais adequados para preencherem os espaços vazios.

“Dependendo da língua em particular, entre 10% e 20% das consultas foram significativamente impactadas com essa mudança “, contou Nayak. Em português, uma em cada oito buscas são afetadas pelo novo algoritmo . “Esta é uma das maiores melhorias em buscas dos últimos cinco anos e uma das principais desde o início”.

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A técnica é particularmente útil para casos de palavras com múltiplos significados. Nayak citou como exemplo a palavra “change”, mudar em inglês. Dependendo do contexto, ela pode significar ajustar, converter, instalar, modificar, substituir, entre outros. Para compreender exatamente o que esse termo quer dizer, é preciso analisar cada oração como um todo.

Como fazer a busca perfeita

Agora, até termos que podem ser considerados dispensáveis, como conjunções e preposições , passam a ter peso na busca pelas melhores respostas. Sem o Bert, os mecanismos de buscas davam mais ênfase às palavras-chave, e os resultados, às vezes, eram fora do contexto esperado pelos usuários. Pesquisar por frases inteiras será mais proveitoso agora

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Para exemplificar, se antes a busca entregava resultados sobre o idioma hebraico e sobre raízes para a pesquisa “raiz em hebraico”, isolando as duas palavras principais, agora o Google entende que o usuário quer, na verdade, saber como se diz “raiz” em hebraico.

A mudança é particularmente importante para a era de interface por voz . Ao escrever, o usuário tende a pensar nas palavras-chave que irá usar para uma determinada busca. Isso tende a não acontecer por voz, pois o usuário simplesmente fala, de maneira natural, com os dispositivos.

“Nós recebemos mais consultas em linguagem natural porque as pessoas estão usando cada vez mais os assistentes por voz, e até mesmo usando a voz para fazer suas perguntas”, disse Nayak.

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Bolsonaro viola regras do Twitter e tem publicações apagadas

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Unsplash/Sara Kurfeß

Twitter remove posts de Jair Bolsonaro


O Twitter apagou duas publicações da conta oficial do presidente Jair Bolsonaro no último domingo (29). A rede social afirmou que as exclusões se devem à expansão das regras abrangendo conteúdos que forem “eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir Covid-19 “.

As postagens apagadas mostravam Bolsonaro entre aglomerações durante passeio em Brasília, realizado na manhã de domingo. O Twitter não detalhou quais os motivos específicos para a exclusão dos posts, já que há diversas outras fotos e declarações que se mantém no ar.

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O primeiro dos vídeos apagados mostra o presidente conversando com um vendedor, que afirma que as pessoas precisam continuar trabalhando, enquanto quem “tem mais de 65 ficar em casa”. Já no segundo, Bolsonaro afirma que “o país fica imune quando 60, 70% forem infectados”, além de afirmar que há um remédio contra o novo coronavírus que “já é uma realidade”, mesmo ainda sem comprovação científica.

A Organização Mundial da Saúde , além de autoridades do mundo todo, defende uma quarentena total, com exceção de serviços essenciais, para conter a disseminação do vírus. Apesar disso, o presidente brasileiro é a favor de uma restrição nesse isolamento, se focando apenas no grupo de risco, como idosos e doentes crônicos, indo contra o próprio ministro da Saúde do país.

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Carro da Tesla para sozinho em sinal vermelho; veja o vídeo

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Elon Musk

Elon Musk, CEO da Tesla Motors


O sistema de piloto automático é um dos destaques dos veículos da Tesla . Agora, a montadora prepara uma atualização que vai permitir que os carros parem sozinho em semáforos fechados, e não apenas em situações de emergência. Um vídeo postado no Twitter mostra o sistema em ação.


Este é mais um passo em direção à capacidade total de direção, mencionado anteriormente pelo CEO da montadora, Elon Musk . A atualização deveria ter chegado nos carros da marca ainda em 2019, mas não funcionou como esperado. Agora, o mecanismo foi inserido aos carros da “frota de acesso antecipado”, uma espécie de versão beta dos veículos.

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A atualização faz parte de um pacote que custa US$ 7.000, cerca de R$ 35.385. O sistema promete, além de reconhecer e responder aos semáforos, a condução automática também nas cidades. Com o recurso já nos carros de acesso antecipado, a  Tesla pode estar prestes a lançá-lo oficialmente, já que as vezes leva apenas alguns dias para que as funções cheguem em todos os carros após a etapa de testes.

Apesar do avanço na sua tecnologia, a montadora ainda pede que os motoristas permaneçam com as mãos no volante e prontos para assumir o controle, já que ainda são os responsáveis por guiar o carro.

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