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Internacional

Brasil envia navio polar para ajudar nas buscas por avião chileno

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A Marinha do Brasil enviou o navio polar Almirante Maximiliano para ajudar nas buscas ao avião da Força Aérea do Chile a caminho da Antártica, desaparecido desde a tarde de ontem (9). A embarcação, que se encontra em missão oficial na região, deve chegar no início da manhã desta quarta-feira (11) ao possível local da queda da aeronave.

O avião militar C-130, com 38 pessoas a bordo, decolou de Punta Arenas, Sul do país, para uma base na Antártica, e o contato via rádio foi interrompido no deslocamento. A Marinha chilena iniciou uma operação de busca e resgate, tendo despachado aviões e navios para a região.

Ajuda

O presidente Jair Bolsonaro entrou em contato com o presidente do Chile, Sebastián Piñera, e colocou à disposição do governo chileno aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para a ajudar na operação. De acordo com o Ministério da Defesa, as aeronaves colocadas à disposição são o SC-105 e P3, dotadas de sensores infravermelhos e equipadas com recursos de varredura eletrônica, dentre outras tecnologias.

No momento, o governo chileno avalia a necessidade de emprego das aeronaves.

“Sabemos das dificuldades, aquela região, quando acontece um acidente, em poucos minutos, quem cai dentro da água não sobrevive. Torcendo para que isso não tenha acontecido. Isso choca a todos nós, esses 38, a maioria militares, que desapareceram indo para a Antártica”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada nesta manhã.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC
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Internacional

Dois passageiros do Diamond Princess morrem devido ao novo coronavírus

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Autoridades do governo japonês informaram que dois passageiros do navio Diamond Princess morreram em decorrência do novo coronavírus. São as duas primeiras mortes entre os ocupantes da embarcação.

Os passageiros que morreram eram um homem e uma mulher, ambos na faixa de 80 anos de idade.

Com isso, o total de mortes no Japão chegou a três. A primeira vítima do vírus no país morreu na quinta-feira da semana passada (13).

O navio de cruzeiro Diamond Princess está ancorado no Porto de Yokohama, próximo a Tóquio. Os passageiros estão em quarentena desde o último dia 5, determinada pelo governo japonês por causa do surto do novo coronavírus.

Novos desembarques do navio

O segundo grupo de passageiros do navio Diamond Princess, afetado pelo novo coronavírus, deixará a embarcação nesta quinta-feira (20). A infecção foi confirmada em 621 passageiros e tripulantes.

Segundo o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão, pessoas que testaram negativo para o vírus e não apresentam sintomas estão recebendo permissão para desembarcar desde ontem, após um período de quarentena de 14 dias.

A pasta informou que 443 pessoas deixaram a embarcação, sendo que 90% delas são japonesas. Disse ainda que aproximadamente mais 50 pessoas devem desembarcar hoje e que metade delas não é japonesa. Espera-se que a maioria dos passageiros desembarque do Diamond Princess até esta  sexta (21).

O Ministério da Saúde pede que qualquer um que tenha testado negativo, mas compartilhado uma cabine com algum passageiro infectado, permaneça a bordo do navio por mais 14 dias, a partir do momento da separação de um do outro.

Autoridades da pasta planejam telefonar por vários dias para aqueles que voltaram para casa, com o objetivo de checar o estado de saúde deles.

As autoridades discutirão a adoção de medidas para a tripulação com a empresa operadora do Diamond Princess. Elas disseram que os tripulantes que desejarem desembarcar poderão ter permissão para isso.

*Emissora pública de televisão do Japão

Edição: –

Fonte: EBC
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Internacional

Perito da OMS diz que não há diretrizes para combater novo coronavírus

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Especialistas da área de saúde estão avaliando a eficácia da quarentena que está sendo realizada no Japão e em outros países para evitar a propagação do novo coronavírus (covid-19). Alguns consideram insuficientes as medidas de prevenção tomadas no navio de cruzeiro Diamond Princess, que está atracado em Yokohama. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), é cedo demais para avaliar a situação, já que os especialistas estão em uma corrida contra o tempo para compreender melhor a natureza do vírus.

O epidemiologista sênior da OMS Matthew Griffith é um consultor técnico que tem analisado epidemias e está assessorando autoridades japonesas. Ele afirma que, como o vírus é um alvo em movimento, é difícil coletar informações sobre o agente infeccioso e, ao mesmo tempo, prestar tratamento a contagiados.

Griffith afirma: “Antes de nós, ninguém lidou com esta situação, com o novo coronavírus, um novo agente infeccioso presente em um navio com 4 mil pessoas a bordo. Não há diretrizes para enfrentá-la. Não existem experiências prévias capazes de ajudar.”

Críticas vêm se intensificando no Japão e fora do país. Alguns especialistas do setor questionam se a quarentena no Diamond Princess devia mesmo ter sido realizada por duas semanas após a chegada do navio a Yokohama.

Quarentena de infectados pelo coronavírus

O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas informou que o novo coronavírus continuou a se espalhar a bordo, mesmo depois de os passageiros terem sido orientados a permanecer em sua própria cabine como medida de quarentena.

O epidemiologista comenta: “Dadas as características do navio, foi impossível isolar individualmente todos a bordo. Quando a embarcação atracou, estavam nela 4 mil pessoas e não havia aposentos suficientes para isolá-las individualmente.”

Griffith ressaltou que as decisões sobre quarentena são sempre uma média ponderada entre cautela e viabilidade prática. Acrescentou que o mundo está em território desconhecido e que, pela natureza sem precedentes do coronavírus, levará tempo até que os peritos conheçam o melhor caminho para combatê-lo.

*Emissora pública de televisão do Japão

Edição: –

Fonte: EBC
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