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Economia

Privatização do Banco do Brasil é “assunto encerrado”, diz presidente

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou nesta terça-feira (10) que é a favor da privatização da instituição financeira, mas acrescentou que o presidente Jair Bolsonaro já se manifestou contrariamente a essa possibilidade e que, por isso, o “assunto está encerrado”.

“Sobre a privatização, o que há, na verdade, é que é uma decisão política. Todos sabem do meu posicionamento. Do posicionamento do ministro Paulo Guedes [da Economia]. Mas o fato é que o presidente [Bolsonaro] já disse que não vai privatizar, e o assunto está encerrado”, disse Novaes, durante audiência pública na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados

Segundo o presidente do BB, mesmo que houvesse uma uma decisão do governo de privatizar o Banco do Brasil, o processo teria de passar, necessariamente, pelo Congresso Nacional, onde há resistências por parte dos parlamentares. “Teria de ser [por meio] de lei”, explicou.

“Se me perguntassem se sou a favor [da privatização], digo que sou. Vai ter privatização? Não, porque o presidente [Bolsonaro] disse que não vai ter e tem de passar pelo Congresso”, concluiu.

Privatizações

Integrantes da equipe econômica do governo Bolsonaro têm dito desde o início do mandato, em janeiro, que privatizações de estatais fazem parte da estratégia para retomada da economia e saneamento das contas públicas.

Conheça as estatais que o governo federal quer privatizar
Algumas empresas devem ficar de fora, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobras.

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Economia

União poderá pagar parte do salário de trabalhadores com contrato suspenso

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Trabalhadores com contrato reduzido ou suspenso poderão vir a receber benefício

Uma Medida Provisória ( MP ) do Governo Federal poderá garantir uma renda integral aos trabalhadores que tiveram os contratos suspensos ou reduzidos, com consequente diminuição do salário, causados pelo surto do novo coronavírus . Trata-se, porém, de uma minuta do texto que ainda não foi publicado, obtida pela rede de TV CNN.

Leia mais: 12 mil pacientes aguardam exame para novo coronavírus no estado de São Paulo

De acordo com o trecho, a União deverá pagar parte dos salários que foram reduzidos, desde que haja obediência a certos critérios pré-estabelecidos. a medida, batizada de Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda , terá um custo de R$ 51,2 bilhões ao governo federal .

Se a MP chegar a ser publicada sem alterações, devem ser contemplados os trabalhadores com carteira assinada ou intermitentes com salário igual ou inferior a R$ 3.135 . Também estão incluídos trabalhadores com diploma de nível superior e salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do Regime de Previdência Social.

O novo texto remete à polêmica medida publicada na semana passada, que previa a suspensão dos contratos de trabalho por até quatro meses. Após a imensa repercussão negativa , porém, o próprio presidente revogou a MP , sob o argumento de que houve um “erro de redação” no texto.

Leia mais: Mandetta cobra Bolsonaro: “estados prontos para caminhões levando corpos?”

A nova medida, então, seria – de acordo com o ministro da Economia , Paulo Guedes – a prova de que o objetivo do governo era, desde o princípio, garantir o benefício aos trabalhadores prejudicados pelo novo vírus

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Economia

Impactada pela covid-19, indústria têxtil não vê mudança no crédito

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Pesquisa feita com 225 fabricantes de tecidos e empresas de confecção em todo país, entre 16 e 26 de março, revela que 97% do setor sentem impacto direto da pandemia do novo coronavírus. 

O levantamento mostra que 98% das indústrias indicam que foram atingidas com o cancelamento ou adiamento de pedidos, 41% tiveram abastecimento afetado e 28% reclamam de alteração nos custos dos insumos para produção.

Apesar da adversidade, 70% das empresas pesquisadas informaram não terem obtido nenhuma alteração nas condições de financiamento para obtenção de crédito bancário. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao menor valor da história (3,75% ao ano).

Dentre as empresas pesquisadas, 44% reclamam da falta de mudança nos prazos para pagamentos, 23% defendem a postergação do recolhimento de tributos e 21% querem que haja mais crédito para a produção e para o consumo.

A pesquisa foi feita pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Por causa da pandemia do novo coronavírus, a entidade está cadastrando empresas pela internet que possam fornecer produtos solicitados pelo governo federal para uso em atendimento emergencial.

Edição: Aline Leal

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