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HF BRASIL/CEPEA: Poder de compra pode ser favorecido em 2020; área de HF deve ser maior

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Cepea, 11/12/2019 – O ano de 2019 se iniciou com boas expectativas para a ECONOMIA, mas a falta de agilidade em aprovar reformas no País, a situação fiscal do governo e a desaceleração global limitaram o crescimento econômico. Já para 2020, o Anuário 2019-2020 (edição de dezembro/19) da Revista HF Brasil, do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, indica que a expectativa é mais otimista quanto ao crescimento econômico brasileiro. A concretização dessa perspectiva, contudo, dependerá da eficiência do governo na aprovação de mais reformas, melhorando a atratividade dos investidores no País.

 

CONSUMO de hortifrútis deve melhorar – Em 2019, o consumo de HF’s foi praticamente estável em relação a 2018. O poder de compra do brasileiro não se elevou como era esperado. Para 2020, tudo indica um cenário mais animador para o setor. Isso porque as perspectivas são de incremento na oferta de frutas e hortaliças para o novo ano, de consequente queda nos preços e de aumento na renda, contexto que pode resultar em recuperação do poder aquisitivo do consumidor e estimular a demanda.

 

ÁREA deve ser maior em 2020 – A rentabilidade em 2019 foi, no geral, superior à de 2018, garantindo maior capitalização do produtor de HF. Com isso, a expectativa para 2020 é de incremento de área de HF. Segundo a professora da Esalq/USP e coordenadora geral da revista Hortifruti Brasil, Margarete Boteon, “o cenário é positivo para 2020 para o segmento de frutas e hortaliças. Há sinais de retomada do crescimento no Brasil e não há tendência, por enquanto, de aumento significativo na oferta das frutas e hortaliças. A maior preocupação para 2020 é o impacto da alta do dólar nos custos de produção dos hortifrútis”.

 

Dólar elevado deve manter firme as EXPORTAÇÕES brasileiras – O dólar mais valorizado frente ao Real tende a manter os bons resultados da balança comercial observados em 2019. Isso porque o atual câmbio tem estimulado maiores embarques e limitado a entrada de frutas importadas no Brasil. Quanto ao acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, este pode elevar a competitividade internacional das frutas brasileiras no médio prazo. Por outro lado, a aliança facilita as importações de frutas e hortaliças in natura e industrializados do bloco europeu, o que, por sua vez, pode limitar um aumento mais significativo da balança comercial brasileira. Ressalta-se que o acordo comercial ainda precisa ser ratificado pelos parlamentos dos países membros de ambos os blocos, processo que pode se estender pelos próximos dois anos.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: (19) 3429 8836 / 8837 e [email protected]

Fonte: CEPEA
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POLÍTICA AGRO/CEPEA: Peste Suína Africana evidencia desafios da gestão sanitária em meio à globalização

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Cepea, 23/01/2020 – A Equipe de Política Agropecuária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, passa a divulgar textos periódicos relacionados ao tema. Nesta primeira publicação, a equipe traz um panorama sobre a Peste Suína Africana (PSA) – enfermidade que vem atacando suínos especialmente na Ásia desde agosto de 2018 e que já resultou em sacrifício de quase sete milhões de animais – e deixa evidente os desafios e as oportunidades que a globalização adiciona à gestão sanitária. 

 

Controlar a doença tem sido uma tarefa árdua, mas, por enquanto, a América é o único continente ainda sem registros da PSA. O Brasil é quarto maior exportador de carne suína do mundo. Uma eventual entrada da PSA no País poderia acarretar em prejuízos acima de cinco bilhões de dólares. Nesse sentido, pesquisadores do Cepea indicam que é de extrema importância que a cadeia nacional esteja atenta e preparada para prevenir a entrada do vírus no País.

 

Pesquisadores do Cepea indicam que trabalhar a cultura das notificações entre os produtores rurais brasileiros é desafiador, mas muito necessário. Além disso, seria preciso discutir um formato de composição e funcionamento de um fundo ou de um sistema de financiamento da vigilância. Imprescindível também seria a criação de um sistema de indenização, público-privado, para dar suportes técnico e financeiro para os produtores em possível situação de crise. 

 

Adicionalmente, é importante a modernização do sistema de vigilância ativa, incorporando cada vez mais o instrumento de análises de risco na tomada de decisão e as novas tecnologias disponíveis para monitoramento, integração de bases de dados, entre outras facilidades disponíveis, que permitem reduzir o custo dos serviços e aumentar a eficiência.

 

Segundo pesquisadores do Cepea, o Brasil tem muito a perder com as doenças que acometem rebanhos, perdas que vão além da produção e das transações comerciais, que causam impactos socioeconômicos importantes e que podem ter efeitos de longo prazo na imagem do País. Imagem esta que ainda precisa ser comunicada de forma mais fidedigna e confiável, informando os consumidores dos países importadores sobre a qualidade, inocuidade e confiabilidade dos produtos agroindustriais brasileiros, particularmente, em termos sanitários.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre estudos de Política Agropecuária aqui e por meio da Comunicação Cepea, com a profa. Silvia Miranda e com as pesquisadoras Taís Menezes e Graziela Correr (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected] 

Fonte: CEPEA
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ETANOL/CEPEA: Indicador diário do etanol hidratado completa 10 anos

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Cepea, 24/01/2020 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, com júbilo, comemora neste ano o 10º aniversário de divulgação do Indicador Diário do Etanol Hidratado ESALQ/BM&FBovespa, posto Paulínia (SP). São quase 2,5 mil dias de divulgações ininterruptas desde o início da sua publicação, em 25 de janeiro de 2010. O Indicador diário do hidratado foi criado pelo Cepea em parceria com a B3 (antiga BM&FBovespa) e é utilizado para liquidação futura de contratos negociados na Bolsa.

 

O início do Indicador diário de preços se deu com as publicações mensais (divulgadas pelo Centro de Pesquisas há 22 anos) e semanais (disponibilizadas há 18 anos), ambos para o mercado paulista e divulgados de forma ininterrupta desde as respectivas constituições. Atualmente, o acompanhamento do mercado de etanol é realizado pelo Cepea nos principais estados brasileiros que têm representatividade na produção desse biocombustível. 

 

Segundo a professora da Esalq/USP e pesquisadora do Cepea Mirian Bacchi, “temos a convicção de que o Cepea contribuiu e continua contribuindo para o desenvolvimento desse importante segmento do agronegócio brasileiro, fornecendo informações de mercado que reduzem a assimetria, auxiliam na organização e na prática eficiente do processo de comercialização, permitem o desenvolvimento de mecanismos de mercado que potencialmente proporcionam menores riscos de preço e reduzem os custos de transação”. Além dos preços, o Cepea também levanta volumes negociados nas usinas, informações que fundamentam análises e que auxiliam na elaboração de políticas públicas e setoriais.

 

Ao mesmo tempo, comemorar os 10 anos do Indicador só foi possível porque, desde seu início, os agentes atuantes no mercado sucroalcooleiro se predispuseram a fornecer dados ao Cepea, reconhecendo a importância para eles próprios da informação elaborada com base em métodos cientificamente recomendados. 

 

METODOLOGIA – O Indicador Diário do Etanol Hidratado ESALQ/BM&FBovespa, posto Paulínia (SP), é elaborado a partir da consulta a compradores, vendedores e intermediários de negócios. O Indicador representa o preço do biocombustível posto em base de distribuidora no município de Paulínia (SP) de negócios efetivos. Os valores considerados neste Indicador podem se referir a compras realizadas em diferentes estados do Centro-Sul com destino especificamente à base de distribuição em Paulínia ou em regiões de sua influência, sendo consideradas as seguintes: Guarulhos, Barueri, Santo André, São Caetano do Sul, São José dos Campos, Cubatão, Ipiranga e São Paulo.

Todos os valores captados pela equipe Cepea são uniformizados para a condição posto Paulínia. Em alguns casos, os dados relatados já incluem o frete até a base de referência (Paulínia). Naqueles em que o valor informado for Posto Veículo Usina (PVU, ou seja, a retirar na usina), o frete será estimado até Paulínia, mesmo nos casos em que o destino efetivo seja uma das bases de influência mencionadas.

 

O Indicador do Etanol Hidratado Posto Paulínia (SP) ESALQ/BM&FBOVESPA é divulgado diariamente nos sites do Cepea e da B3.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de etanol aqui e por meio da Comunicação do Cepea: 19-3429-8836 /8837 e [email protected] 

Fonte: CEPEA
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