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Educação

MEC inicia capacitação de profissionais para escolas cívico-militares

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O Ministério da Educação (MEC) dá mais um passo para implementação das escolas cívico-militares, no país. Nesta terça-feira (10) começou a primeira capacitação do programa que contará com 216 escolas até 2023; 54 escolas somente no próximo ano. O modelo foi desenvolvido para promover um salto na qualidade educacional do Brasil.

Ao todo 170 profissionais da educação e representantes de estados e municípios estão reunidos em Brasília. Eles participam de palestras e oficinas sobre o projeto político-pedagógico das escolas, as normas de conduta, avaliação e supervisão escolar, além da apresentação das regras de funcionamento das escolas e as atribuições de cada profissional.

Segundo o MEC, o treinamento também objetiva abrir espaço para o aprimorar as diretrizes do programa. Ao promover grupos de trabalho, o ministério permitirá que os participantes façam sugestões ao modelo de forma a adequar a implementação das escolas às necessidades de cada local.

O evento é destinado a dois grupos envolvidos no programa: diretores e coordenadores de escolas e pontos focais de secretarias estaduais e municipais de Educação, que trabalharão como multiplicadores da informação em suas regiões.

Os dois grupos iniciaram as atividades nesta terça-feira. O primeiro grupo tem programação até sexta-feira (13), enquanto o segundo encerra as atividades amanhã (11).

“O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma parceria do MEC com o Ministério da Defesa. Cerca de 1.000 militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares da ativa vão atuar na gestão educacional das instituições. Em 2020, o MEC destinará R$ 54 milhões para levar a gestão de excelência cívico-militar para 54 escolas, sendo R$ 1 milhão por instituição de ensino”.

 

*Com informações do Ministério da Educação

Edição: Aécio Amado
Fonte: EBC Educação
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Educação

Inscrições para o Sisu se encerram às 23h59 deste domingo

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As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) terminam neste domingo às 23h59. A data final de inscrições seria na sexta-feira (24), mas em decorrência das inconsistências na correção das provas do Enem, o Ministério da Educação (MEC) decidiu dar mais tempo aos estudantes, para evitar prejuízos.

O Sisu é a principal maneira de acessar o ensino superior público com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para participar da seleção, o candidato não pode ter zerado a redação na edição de 2019 do exame. Neste semestre, são 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas de todo o país. A inscrição é gratuita e deve ser feita na página do participante

Segundo o Ministério da Educação (MEC), no momento da inscrição o candidato deve escolher até duas opções de cursos ofertados pelas instituições participantes, e o sistema seleciona os mais bem classificados em cada curso, de acordo com as notas no Enem e eventuais ponderações, como pesos atribuídos às notas ou bônus. Caso o desempenho do candidato permita o ingresso nos dois cursos, prevalecerá a primeira opção, com apenas uma chamada para matrícula. 

Os resultados das inscrições do Sisu serão divulgados no dia 28 de janeiro. A partir do resultado, a matrícula ou o registro acadêmico nas instituições participantes devem ser feitos até o dia 4 de fevereiro. O lançamento da ocupação das vagas pelas instituições participantes será até 7 de fevereiro, e a manifestação de interesse para constar na lista de espera é até as 23h59 de 4 de fevereiro.

O que é o Sisu 

O Sisu é uma das formas de ingresso na educação superior com a nota do Enem. Trata-se do sistema informatizado do MEC por meio do qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a participantes do exame. Quem não conseguir uma vaga pelo Sisu, pode tentar uma vaga pelos vestibulares tradicionais. 

Há ainda o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferta bolsas integrais e parciais, de 50%, em instituições privadas; o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies), para financiar o valor da graduação.

Edição: Bruna Saniele
Fonte: EBC Educação
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Educação

Projeto leva estudantes da rede pública do DF ao cinema

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Depois de levar mais de 5 mil estudantes ao cinema no ano passado, o projeto “A Escola no Cinema: Luz, Câmera, Educação!” abre inscrições para a segunda edição. O projeto tem como objetivo levar turmas de alunos de escolas públicas do Distrito Federal para exibições de obras cinematográficas brasileiras. Mais de 6 mil crianças, adolescentes e adultos em fase de escolarização devem ser beneficiados.

Segundo a associação Amigos do Cinema, responsável pela iniciativa, o projeto busca oferecer a estudantes sem condições financeiras a oportunidade de vivenciar uma aula enriquecida pela experiência do cinema.

O projeto envolverá escolas das diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, além do Plano Piloto. Filmes educativos  da cinematografia brasileira foram selecionados especialmente para entreter, sensibilizar e contribuir para a educação dos alunos da rede de ensino do DF.

Inscrições limitadas

O prazo para as inscrições vai de 20 de janeiro a 1º de março, e devem ser realizadas de acordo com os horários das sessões e as faixas etárias. As escolas selecionadas devem formar grupos de 90 alunos das seguintes idades: de 4 a 6 anos, de 7 a 9 anos, de 10 a 12 anos e a partir de 13 anos. As inscrições podem ser feitas pelo site da associação. 15% das vagas são reservadas para escolas da área rural e escolas de ensino especial.

Em cartaz

Entre os longas a serem exibidos estão os “Tito e os Pássaros”, “Peixonauta – O Filme”, “Gemini 8”, “Tainá 3 – A Origem” e o “Outro Lado do Paraíso”. E entre os curtas estão A Piscina de Caíque “, “Eric Acorde “, “Lá do Alto “, “Caminho dos Gigantes” e “Vida Maria “. Além das sessões de cinema, o projeto oferece transporte de ida e volta e lanche para todos os participantes.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira
Fonte: EBC Educação
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