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Política Nacional

Marco Feliciano é expulso do Podemos após tratamento odontológico de R$ 157 mil

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Michel Jesus/ Câmara dos Deputados – 29.5.19

Pr. Marco Feliciano foi expulso do Podemos


O deputado federal Pastor Marco Feliciano foi expulso do Podemos na noite desta segunda-feira. A decisão se deu por oito votos unânimes durante convenção do partido. O parlamentar foi denunciado após uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo revelar um gasto de R$ 157 mil com verba da Câmara dos Deputados para um tratamento odontológico.

A denúncia levada aos dirigentes do partido indicava que Marco Feliciano atuou  com “incompatibilidade programática e comportamento incondizente com as diretrizes do partido”.

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Feliciano foi o 10º colocado nas últimas eleições, com 239.784 votos. Foi o parlamentar mais votado do Podemos no Estado de São Paulo e está no seu terceiro mandato, o primeiro pelo partido. Antes, era filiado ao PSC.

Muito próximo do presidente Jair Bolsonaro, Feliciano sempre se disse independente do partido durante sua atuação na Câmara.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Nova Vaza Jato aponta para lobby entre jornalistas e procuradores

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Fernando Frazão / Agência Brasil

Procurador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol estaria envolvido em esquema com jornalistas do Antagonista

Uma nova reportagem da série Vaza Jato  foi publicada nesta segunda-feira (20) pelo The Intercept Brasil . Os registros afirmam que haveria uma relação entre o site O Antagonista e procuradores da operação Lava Jato para influenciar a escolha do presidente do Banco do Brasil .

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De acordo com o The Intercept , a força-tarefa tinha como intuito evitar que Ivan Monteiro, ex-presidente da Petrobras, assumisse a chefia do Banco do Brasil, no final de 2018. Na altura, Monteiro era o nome mais cotado para assumir o cargo, sendo uma escolha do ministro da Economia, Paulo Guedes.

O atual chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni , teria ficado desagradado com a escolha. O descontentamento de Onyx teria feito com que Deltan Dallagnol solicitasse que assessores fossem em busca de documentos contra o ex-presidente da Petrobrás. Os arquivos teriam sido enviados a Claudio Dantas , do portal O Antagonista

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Notícias sobre um escândalo de corrupção envolvendo o escritório de advocacia Mossack Fonseca , suspeito de abrir empresas offshore no Panamá teriam parado de circular no Antagonista a pedido de Dallagnol ao dono e editor do site, Diogo Mainardi . Em troca, informações exclusivas eram repassadas por Dallagnol ao site. 

Uma mensagem de 30 de agosto de 2018 confirmaria a tese levantada pelo site de jornalismo investigativo, The Intercept . As mensagens foram entregues ao Intercept por uma fonte anônima e foram registradas no aplicativo Telegram. 

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Advogados pedem ao CNJ aposentadoria compulsória de juiz da “merdocracia”

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Fachada do CNJ arrow-options
Divulgação/CNJ

Representação foi protocolada no CNJ

O Instituto Nacional de Advocacia (Inad) protocolou junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma reclamação que punição disciplinar e a aposentadoria compulsória do juiz Jerônimo Azambuja Franco Neto, da 18.ª Vara do Trabalho de São Paulo por “desvio de finalidade”. Em uma sentença escrita na última quinta-feira (16), o magistrado chamou o Brasil de “merdocracia neoliberal neofascista”.

Na representação, os advogados dizem que o juiz não poderia incluir seus posicionamentos políticos pessoais dentro do documento, pois o ato configura “desvio de finalidade” do ato jurisdicional e “malversação de verbas públicas”.

Sobre o uso do termo “merdocracia”, o instituto afirma que palavras de baixo calão é “inadmissíveis” na esfera jurídica. dentro da perspectiva de que em um processo “somente é permitida a utilização do linguajar polido, respeitoso e técnico”.

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“Se ele está dedicando um tempo para fazer críticas políticas dentro dos autos de um processo, é porque ele está deixando de trabalhar e julgar em algum outro caso que por ofício do trabalho deveria decidir”, dizem os advogados na representação.

Ainda de acordo com o Inad, o juiz também se absteve do julgamento para “fazer discurso político desprovido de qualquer conexão com a realidade e utilizado palavras de baixo calão para atacar o sistema democrático nacional, deixando claro sua predileção a regimes ditatoriais”.

Fonte: IG Política
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