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Dólar cai para R$ 4,129 e fecha no menor nível em um mês

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Em um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no menor nível em um mês. O dólar comercial foi vendido nesta segunda-feira (9) a R$ 4,129, com queda de R$ 0,017 (-0,4%). A moeda norte-americana está no menor nível desde 7 de novembro (R$ 4,093). 

Essa foi a sexta sessão seguida de queda. A divisa abriu em alta, chegando a R$ 4,16 na máxima do dia, por volta das 11h30. No início da tarde, no entanto, a cotação começou a cair.

Nesta semana, o Banco Central continuou intervindo no câmbio, mas em ritmo menor. Desde o início da semana passada, a autoridade monetária tem vendido à vista US$ 500 milhões das reservas internacionais por dia, contra leilões diários de US$ 1 bilhão há duas semanas. No início da noite, o BC informou que venderá US$ 500 milhões no leilão de amanhã (10). 

No mercado de ações, o dia foi de realização de lucros. Depois de três sessões seguidas de recordes, o índice Ibovespa, da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo, fechou aos 110.997 pontos, com queda de 0,13%.

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Edição: Aline Leal
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Procura por crédito sobe pela primeira vez em seis meses, diz Serasa Experian

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Agência Brasil

Procura por crédito aumentou entre consumidores

Pela primeira vez em seis meses, a busca do consumidor por crédito subiu. O Indicador de Demanda do Consumidor por Crédito da Serasa Experian teve alta de 0,7% em agosto de 2020 em comparação com o mesmo mês do ano passado. 

A região Sudeste foi a que mais viu a procura por crédito crescer, com aumento de 2,8%. Por outro lado, as regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte tiveram retração da demanda em 6,4%, 0,6% e 0,5%, respectivamente.

De acordo com o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, esse aumento na procura por crédito indica que os impactos do isolamento social estão ficando para trás. 

“Esse avanço é muito importante e significa que o pior já passou, estamos retornando aos níveis anteriores a essa crise. As pessoas estão buscando crédito para renegociar dívidas e para investir, como por exemplo, em imóvel. Com a queda da taxa de juro, elas não só querem renegociar dívida, como também buscam melhores opções de investimentos e, nesse sentido, a aquisição de imóvel se torna uma boa opção”, disse ele ao G1.

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A maior alta na procura por crédito foi entre a população que tem renda entre R$2 mil e R$5 mil. Apenas os que recebem até R$500 estão buscando menos por crédito.

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Confusão sobre o calendário do auxílio emergencial gera filas na Caixa; entenda

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Fenae

Governo alterou os calendários do auxílio recentemente; federação dos bancários diz que mudança tem gerado filas nas agências

Em meio à pandemia de Covid-19, um cenário que havia se amenizado voltou a acontecer: filas nas agências da Caixa para  saques dos R$ 600 ou R$ 1.200 do  auxílio emergencial. É o que aponta a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) nesta terça-feira (22).

No início dos pagamentos do auxílio emergencial, em abril, havia aglomerações nas agências – fato que quebrava as recomendações sanitárias para a conteção da pandemia. Com o tempo e a ampla divulgação dos calendários pela imprensa, as filas foram diminuindo. Agora, elas voltam a acontecer.

Para o presidente da Fenae, Sérgio Takemoto, o governo federal e a direção da Caixa não estão tendo uma boa comunicação sobre o calendário de pagamento do auxílio emergencial para a população.

“O governo não assume esse papel (de dar informações à população), (…) com informações como, por exemplo, os motivos por não estar recebendo o auxílio emergencial. Após sucessivos erros de organização e planejamento, a direção da Caixa Econômica e o Executivo federal ainda não aprenderam e seguem expondo os beneficiários e os bancários aos riscos de contaminação pela Covid-19″, diz o presidente da federação dos bancários.

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Entenda como estão os pagamentos do auxílio emergencial

No mês de julho, as inscrições para o auxílio emergencial se encerraram e o governo criou uma nova maneira de organizar os pagamentos, desta vez, por “ciclos”, e não mais por “lotes”, como vinha acontecendo desde abril.

Atualmente, o auxílio está caindo na conta e sendo sacado pelas pessoas que fazem parte do Ciclo 2, ou seja, pelos beneficiários que começaram a receber a renda emergencial em maio.  Entenda o calendário do auxílio emergencial que está em andamento agora.

É possível ter acesso ao calendário completo de pagamentos dos ciclos no  site da Caixa.


Auxílio será cortado em dezembro

Beneficiários pertencentes a diferentes ciclos receberão diferentes quantidades de parcelas. Nem todos os beneficiários receberão todas as partes do  auxílio emergencial, porque ele será cortado em dezembro, apesar da prorrogação de R$ 300 que já começou para alguns ciclos.

Veja a qual ciclo do auxílio emergencial você pertence e quantas parcelas vai receber:

Ciclo 1: beneficiário que recebeu a primeira parcela em abril e, ao todo, receberá todas as nove parcelas até dezembro (cinco de R$ 600 e quatro de R$ 300);

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Ciclo 2: quem recebeu a primeira parcela em maio e, ao todo, receberá oito parcelas (cinco de R$ 600 e três de R$ 300);

Ciclo 3: quem recebeu a primeira parcela em junho e, ao todo, receberá sete parcelas (cinco de R$ 600 e duas de R$ 300);

Ciclo 4: quem recebeu a primeira parcela em julho e, ao todo, receberá seis parcelas (cinco de R$ 600 e uma de R$ 300).

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