conecte-se conosco


Saúde

Conheça os tipos de câncer de pele, os sinais de cada um e saiba como evitá-los

Avatar

Publicado

Apesar do sol ainda estar tímido, dezembro é o mês de atenção ao câncer de pele. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), um em cada quatro novos casos de tumor são diagnosticados na pele. Por isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia lançou a campanha Dezembro Laranja.

Leia também: Câncer de pele melanoma: o que causa e quando devo me preocupar?

câncer de pele arrow-options
shutterstock

Para alertar contra o câncer de pele, a Sociedade Brasileira de Dermatologia lança a campanha Dezembro Laranja

“O Brasil é um país tropical com alta incidência solar durante todo ano. Com a chegada do verão (que começa dia 21) e das altas temperaturas, todos nós devemos redobrar os cuidados com a pele”, alerta Elimar Gomes, Coordenador do Dezembro Laranja.

É importante ressaltar que tanto a exposição solar crônica diária, ou seja, pequena quantidade de sol nas áreas expostas ao longo da vida, quanto episódios de exposição solar intensa e desprotegida, que levam a queimaduras, são fatores de risco para o câncer de pele .

“De um modo geral, as pessoas mais velhas têm uma tendência maior a desenvolver o câncer. A grande questão é que eles vêm de uma geração aonde o protetor solar não existia. Então, não é cultural para o idoso se proteger”, diz a geriatra Roberta França.

Leia também: Salva por um aplicativo de celular, mulher descobre câncer de pele aos 37 anos

O tempo de exposição ao sol não é o único fator que contribui para o câncer: a cor da pele também conta. “Pessoas de pele clara, olhos claros, albinos ou sensíveis à ação dos raios solares, assim como aqueles com histórico pessoal ou familiar deste câncer são as mais suscetíveis a desenvolver tumores”, alerta a oncologista Sabina Aleixo.

A melhor maneira de  prevenir o câncer de pele é usando protetor solar diariamente — mesmo que o dia esteja nublado. Em praias e piscinas, a recomendação é sempre reaplicar o filtro solar a cada duas horas. Métodos de barreira, como uso de óculos escuros e chapéus, também são indicados. Além destas ações, recomenda-se ir anualmente ao dermatologista.

“O diagnóstico precoce é importante. Quanto mais cedo o tratamento, mais chances de evitar mutilações e cicatrizes grandes”, orienta Caroline Brandão, da diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional Rio de Janeiro.

Reconheça os sinais de cada tipo de câncer

Com diferentes tipos de câncer de pele, Gomes explica cada um deles:

Melanoma

É originário dos melanócitos, as células que produzem melanina e dão cor à nossa pele. Por este motivo, na grande maioria das vezes, o melanoma se apresenta como uma pinta irregular. O melanoma tem crescimento progressivo. Sendo assim, essa pinta chama cada vez mais a atenção, mudando de formato, coloração ou relevo.

As pessoas de pele clara, com muitas pintas, com outros casos na família ou que tiveram episódios de queimadura solar tem o maior risco de desenvolver um melanoma. Quanto mais cedo o câncer melanoma for diagnosticado e tratado, maior a probabilidade do tratamento dar certo

Carcinoma Espinocelular

Corresponde a 20% dos casos de câncer de pele e pode se apresentar como uma lesão avermelhada verrucosa ou uma ferida que não cicatriza. Tem crescimento progressivo, algumas vezes rápido, pode ficar doloroso, endurecido ou ter sangramento fácil.

O principal fator de risco é a exposição solar crônica diária, ou seja, o efeito cumulativo do sol nas áreas expostas ao longo da vida. Sendo assim, é mais comum em idosos, principalmente homens, no rosto, orelhas, lábios e pescoço. Também ocorrem mais facilmente sobre cicatrizes, queimaduras ou regiões tratadas por radioterapia e em indivíduos imunossuprimidos

Carcinoma Basocelular

O carcinoma basocelular (CBC) corresponde a 70% dos casos de câncer de pele. Isso significa mais de 120.000 casos novos a cada ano no Brasil. Existem três subtipos principais: o CBC superficial, que se apresenta com manchas avermelhadas, sem sintomas, que podem sangrar facilmente; o CBC nodular, que são lesões elevadas, brancas ou peroladas com pequenos vasos sanguíneos bem visíveis; e o CBC infiltrativo, que pode formar feridas ou lesões semelhantes a pequenas cicatrizes sem história de trauma.

As lesões também podem ser pigmentadas, com áreas azuladas, acinzentadas ou enegrecidas. Acontece principalmente após os 50 anos e é mais comum nas áreas da pele exposta ao sol diariamente, mas também nas áreas cobertas com histórico de queimadura solar.

Leia também: Mulher é diagnosticada com câncer de pele após achar que estava com espinha

Se diagnosticado precocemente e tratado corretamente, o carcinoma basocelular pode ser facilmente curado, mas quando esse tipo de câncer de pele é negligenciado, pode provocar grande destruição local e, raramente, até provocar metástases.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook

Saúde

Primeiro caso suspeito de gripe H1N1 é registrado em Petrópolis

Avatar

Publicado

Vanderson de Oliveira, de 35 anos, foi a primeira suspeita de gripe H1N1 este ano na cidade de Petrópolis. A vítima, que foi atendida na UPA do centro da cidade, veio a falecer por complicações do quadro, considerado grave.

Leia mais: Sopa de morcego pode ter ajudado a disseminar coronavírus entre humanos

A vacina contra a gripe H1N1 está disponível nos postos de saúde da cidade de Petrópolis arrow-options
shutterstock

A vacina contra a gripe H1N1 está disponível nos postos de saúde da cidade de Petrópolis

De acordo com informações da Secretaria da Saúde, assim que Vanderson deu entrada no Pronto Socorro do bairro Alto da Serra, foi transferido para a sala vermelha da unidade de saúde devido à gravidade do caso. Lá, não resistiu e faleceu.

Leia mais: Período de incubação de novo coronavírus é de sete dias

Ele foi o primeiro suspeito de contaminação pela gripe do vírus H1N1 esse ano em Petrópolis. A prefeitura afirmou que a suspeita surgiu por complicações no quadro de uma grave pneumonia, mas não houve tempo para se confirmar o diagnóstico. 

Em 2019, foram registrados 65 casos suspeitos da gripe H1N1 em Petrópolis . Destes, seis foram confirmados, com três mortes. A vacina é disponibilizada gratuitamente nos postos de saúde, que além da H1N1, previne outros tipos de gripe.

Caso de febre hemorrágica é registrado no Brasil após 20 anos

A campanha anual de vacinação da cidade tem início no mês de abril, pois trata-se do período que antecede o inverno, em que a frequência de casos registrados é maior. Em 2019, a ação foi prorrogada até junho devido à baixa procura.


Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Nem sempre é coronavírus! Entenda os tipos e causas da pneumonia

Avatar

Publicado

Diante do surto recente de pneumonia causada por uma nova cepa do coronavírus, que já conta pelo menos 25 vítimas fatais e três cidades em quarentena na China, é comum a preocupação a respeito dos sintomas de qualquer pneumonia ou até mesmo resfriado. É importante destacar, porém, que existem diferentes agentes causadores e muitas diferenças entre eles. 

pneumonia arrow-options
shutterstock

Bacterias são as principais causadoras de pneumonia

Leia mais: Ministério da Saúde garante que coronavírus não chegou ao Brasil

pneumonia  é uma inflamação e infecção dos pulmões que pode ser causada por vírus, bactérias ou protozoários. De acordo com Elie Fiss, médico pneumologista do hospital Oswaldo Cruz, “o tipo mais frequente é causado pela bactéria pneumococo, responsável pela grande maioria dos casos”. 

Já a doença de origem viral, na qual se inclui o mal causado pelo coronavírus, representa apenas 6% das ocorrências. A principal diferença entre os tipos da doença está na área afetada.

“Ela pode se desenvolver nos alvéolos ou nos brônquios, como acontece com as bacterianas. As virais atingem mais a região entre o alvéolo e o vaso sanguíneo, por onde passa o oxigênio e o gás carbônico, chamada de interstício”, explica Elie.

No caso da doença causada pela nova cepa do coronavírus , que corresponde ao último grupo descrito pelo profissional, os principais sintomas são tosse seca e febre. 

Leia mais: Período de incubação de novo coronavírus é de 7 dias

Como tratar a pneumonia?

Para o tratamento da pneumonia bacteriana , são receitados antibióticos que variam de acordo com o caso, tipo de bactéria e histórico de resistência do paciente. Já no caso da doença viral, o controle é feito com medicamentos antivirais, além de outras drogas que ajudem a controlar os sintomas.

É importante destacar, porém, o risco de confundir as causas da doença, uma vez que o tratamento de uma é ineficaz para outra. 

Coronavírus não é sinônimo de pneumonia

O profissional de saúde ainda reforça que o coronavírus, por si só, não significa necessariamente uma doença grave . “Com a nova descoberta, existem 7 cepas do coronavírus , ou seja, subgrupos com um ancestral em comum. Desses, 4 causam apenas resfriados leves”, explica.

Os outros dois tipos de coronavírus, prossegue Elie, “foram responsáveis pelas infecções SARS e MERS, síndromes graves que causaram enormes danos principalmente nos Estados Unidos e no Oriente Médio, além do novo tipo, que pode ocasionar em casos mais simples ou mais severos”.

Leia mais: Total de mortes pelo coronavírus sobe para 25 na China

Apesar do risco de disseminação da doença em qualquer país existir, sobretudo considerando viagens de avião e o rápido movimento migratório entre países, o pneumologista tranquiliza a população e diz que não há motivo para pânico ou mudança imediata na rotina, pelo menos no Brasil. “O país tem todas as condições para controlar qualquer quadro de infecção que chegue ao país”, diz.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Destaques

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana