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Cerca de 700 mil contribuintes caíram na malha fina em 2019

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 Um total de 700.221 contribuintes caíram na malha fina do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), divulgou hoje (9) a Receita Federal. Isso equivale a 2,13% das 32.931.145 declarações recebidas pelo Fisco neste ano.

Caso não tenha aparecido no sétimo e último lote de restituições, cuja consulta foi aberta hoje (9), nem tenha sido contemplado nos lotes anteriores, o contribuinte teve a declaração retida pela Receita e deverá regularizar a situação.

Somente com a retificação das informações e correção das pendências, o contribuinte que caiu na malha fina terá a restituição liberada. Neste ano, segundo o Fisco, 74,9% das declarações retidas têm imposto a restituir, 22,4% têm imposto a pagar e 2,7% têm saldo zero.

Os principais motivos para a retenção na malha fina, informou a Receita, foram a omissão de rendimentos do titular ou seus dependentes (35,6% dos casos); inconsistência na dedução de despesas médicas (25,1%); divergências entre o Imposto de Renda Retido na Fonte informado na declaração e o informado pela fonte pagadora (23,5%); e problemas na dedução de previdência oficial ou privada, dependentes, pensão alimentícia e outras (12,5%).

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Para retificar a situação com o Fisco, o contribuinte deverá consultar o extrato do processamento da declaração no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) da Receita Federal para verificar a inconsistência. Ele deverá informar o código de acesso ou informar o certificado digital para entrar na página. Para gerar é preciso ter os números dos recibos das duas últimas declarações entregues.

Depois de constatar o problema, o contribuinte deve fazer a declaração retificadora, por meio do mesmo programa usado para enviar a declaração original. O programa pode ser baixado na página da Receita na internet.

Edição: Fábio Massalli
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Auxílio de R$ 300: Governo deve divulgar calendário nesta segunda (28)

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenxzoni, disse que calendário do auxílio de R$ 300 seria divulgado até esta segunda

O governo deve divulgar nesta segunda-feira (28) o  calendário do auxílio emergencial de R$ 300. Até agora, apenas o público do Bolsa Família teve acesso às datas de pagamentos da prorrogação. A expectativa é que nesta segunda, as datas para o resto do público inscrito no auxílio sejam disponibilizadas pelo Ministério da Cidadania.


Quem definiu a data de divulgação do calendário do auxílio de R$ 300 foi o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. “A gente pretende, no máximo até segunda-feira, fazer a publicação (do calendário)”, disse Lorenzoni na quinta-feira (24), disse em uma reunião em Palmas, no Tocantins.

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Sobre a diferença entre a divulgação do calendário de pagamentos do auxílio, que acontece primeiro para os beneficiários do Bolsa Família, o ministro disse que “desde o início a gente sempre manteve o cronograma do Bolsa Família, porque são 14 milhões e 274 mil famílias que são as famílias mais vulneráveis do Brasil”.

Nem todos os beneficiários do auxílio emergencial receberão todas as parcelas. O programa será interrompido em dezembro. Assim,  apenas os beneficiários que começaram a receber o auxílio em abril receberão todas as partes da renda emergencial.

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Após vazamentos, Bolsonaro acha que secretários de Guedes são infiltrados do PT

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Bolsonaro e Guedes
Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes: presidente desconfia que secretários da Economia são petistas

Após secretários do ministro  Paulo Guedes vazarem propostas econômicas impopulares – como a de  congelamento de aposentadorias – o presidente  Jair Bolsonaro desconfia que os funcionários do Ministério da Economia sejam “infiltrados do PT”. É o que mostra uma reportagem publicada neste domingo (27) no site da revista Veja.


Segundo a reportagem, Bolsonaro fez o comentário em uma conversa recente com um aliado, no Palácio do Planalto. “Esses caras ficam vazando tudo. Esses caras trabalhavam com o PT. O Waldery, o Guaranys… Isso tudo é petista e querem me ferrar”, disse o presidente.

Os dois secretários citados pelo presidente são  Waldery Rodrigues e Marcelo Guaranys, ambos servidores públicos de carreira.

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Atual secretário-executivo da Economia, Marcelo Guaranys  foi diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) durante o governo Dilma Rousseff. Já  Waldery Rodrigues foi pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e exerceu diversos cargos nas equipes econômicas de governos anteriores.

Foi Waldery que divulgou à imprensa o plano de  congelamento de aposentadorias como forma de bancar o novo programa social do governo Bolsonaro, que deve substituir o Bolsa Família.

No Twitter, houve reação contrária à desconfiança do presidente. Confira:





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