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Avaliação: Mercedes-AMG A 35 4MATIC é um foguete de bolso

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Mercedes-Benz A35 AMG garante alegrar seu dia com um desempenho convincente para um pequeno esportivo


Muitos dizem, que “nos menores frascos estão os melhores perfumes”. E o Mercedes-AMG A 35 4 MATIC não contraria esse pensamento. Ele é o novo modelo da divisão de Affalterbach à venda no Brasil e chegou às concessionárias com preço de R$ 279.900 ou R$ 285.900 na versão Launch Edition.

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Nascido a partir da quarta geração do Classe A (W177), o “foguete de bolso” encanta pelo visual agressivo e o desempenho do novo motor 2.0 turbinado associado a câmbio de dupla embreagem e sete marchas para oferecer 306 cv de potência e 40,78 kgfm de torque.

Embora não seja um motor artesanal igual ao dos modelos 45, 63 e 65, a engenharia alemã aplicou o controle variável de válvulas CAMTRONIC, o processo de polimento dos cilindros CONICSHAPE®, que reduz o atrito interno, o gerenciamento inteligente do motor/óleo e o turbocompressor twin-scroll (duas entradas independentes para os gases de exaustão). Outras soluções estão no sistema de exaustão com flap e o cárter de alumínio fundido para diminuir o peso do veículo.

Não tão radical quanto o “irmão” Mercedes-AMG A 45 S de 421 cv e 51 kgfm , a palavra equilíbrio é a melhor que define o Mercedes-AMG A 35 4MATIC. Nosso primeiro contato aconteceu no Autódromo da Fazenda Capuava, no interior de São Paulo. Um traçado de 2.700 m de extensão, com 16 curvas e trechos de alta/baixa velocidade.

ROCKET POCKET


Me acomodo nos bancos esportivos com formato concha e logo na partida sou recebido com um ronco grave e encorpado. De início, percebo trata-se de um carro aceso desde os giros mais baixos. O novo bloco (nomenclatura M260DE20) inaugurou a família de motores 35 em nosso mercado e o turbocompressor twinscroll possibilita uma elevação rápida dos giros com mínimo turbolag (aquele atraso antes do turbo encher).

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A potência específica é de 153 cv/litro e os 1.555 kg possibilitam uma relação peso-potência de 5,08 kg/cv. Ou seja, um jato de andar que, segundo o fabricante, vai de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente). Apesar de todo o poderio mecânico, o Mercedes-AMG A 35 4MATIC é um carro obediente e previsível.

Estão disponíveis os modos de condução Comfort, Individual, Sport e Sport+ capazes de alterar alguns parâmetros, como as respostas do motor, do câmbio e da direção, por exemplo. A minha volta foi realizada no programa Sport+.

A direção possui o peso correto e é rápida ao esterço, enquanto a tração integral 4MATIC pode distribuir o torque até 50:50. O bom contato com o solo é mérito dos pneus de medidas 235/35 R19. Não só grudado no chão, como as suspensões mais firmes comparadas ao do Mercedes-Benz A 250 ajudam na dinâmica. É um carro que aponta a dianteira e contorna as curvas sem muito trabalho de braços e mínima rolagem de carroceria.

O câmbio AMG SPEEDSHIFT DCT 7G de dupla embreagem banhado a óleo trabalha de maneira eficiente e durante as trocas/reduções os “pipocos” emitidos mexem com os sentidos. Já quem quiser extrair todo o potencial, a função RACE-START (controle de largada) configura o carro para oferecer o máximo de aceleração.

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Ao final do nosso primeiro contato com o Mercedes-AMG A 35 4MATIC comprovamos que ele é um esportivo para o uso diário e ainda capaz de encarar um track day nos finais de semana.


FICHA TÉCNICA

Mercedes-AMG A 35 4MATIC
Preço básico: R$ 279.900 (R$ 285.900 na versão Launch Edition)
Carro avaliado: R$ 279.900
Motor: quatro cilindros em linha 2.0, 16V, turbo, injeção direta, duplo comando de válvulas com variador de fase na admissão e escape
Cilindrada: 1991 cm3
Combustível: gasolina
Potência: 306 cv a 5.800 rpm
Torque: 40,78 kgfm a 3.000 rpm
Câmbio: automatizado de dupla embreagem, sete marchas
Direção: elétrica
Suspensões: Independente MacPherson (d) e multibraços (t)
Freios: discos ventilados (d/t)
Tração: integral sob demanda
Dimensões : 4,436 m (c), 1,797 m (l), 1,405 m (a)
Entre-eixos: 2,729 m
Pneus: 235/35 R19
Porta-malas: 370 litros
Tanque: 51 litros
Peso: 1.555 kg
0-100 km/h: 4s7
Velocidade máxima: 250 km/h (limitada eletronicamente)
Consumo cidade: 9,2 km/l
Consumo estrada: 10,9 km/l
Emissão de CO2: 138 g/km
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: A (Grande)
Fonte: IG Carros
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Dafra HD 300 é confirmado para chegar às lojas em março

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Dafra HD 300: Novidade chega como mais uma oferta dentro da marca ao lado do ligeiramente maior Citycom 300

Até então sem uma data precisa para o seu lançamento, a Dafra confirma que o scooter HD 300 chega às lojas em março. O “irmão” do Citycom 300i faz parte da expansão da linha, que já contou com o início das vendas da trail NH 190 no fim do ano passado. Entre as diferenças do Dafra HD 300 e do Citycom 300i estão o ABS (de série no primeiro e opcional no segundo), 27% a mais de espaço do bagageiro para o HD 300 e, segundo a marca, este oferece mais agilidade que o Citycom 300i.

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O motor do Dafra HD 300 segue o mesmo, com 1 cilindro e 278,3 cc. De acordo com a marca, ele recebeu novos ajustes para se manter na potência máxima de 27 cv por mais tempo. Assim como o Citycom, Maxsym 400i, Next 300 e NH 190, o HD 300 faz parte da linha de produtos desenvolvida em parceria com a montadora taiwanesa SYM. Falta apenas a revelação dos seus preços para que todas as informações essenciais sejam reveladas.

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Deverá custar próximo do Citycom

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Dafra Citycom 300i tem porte ligeiramente maior, mas não deverá se diferenciar muito em preço da HD 300

Apesar do porte da HD 300 ser ligeiramente menor que o da Dafra Citycom 300i , espera-se que os preços não irão se diferenciar tanto assim. O scooter a venda atualmente parte de R$ 19.990 e está disponível nas cores branco e preto fosco. Enquanto isso, a versão de topo S 300i ABS sai por R$ 21.990 e só está disponível na cor preto fosco. Pode-se reconhecer a versão com freios ABS pelas rodas com filetes vermelhos no scooter da Dafra .

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Mesmo que venha com tomada 12 V, pedaleira retrátil e um compartimento ainda maior sob o assento (38 litros), entre os equipamentos da Citycom que não devem equipar a novidade, está o escudo frontal. Ainda não se sabe, entretanto, se deve haver a possibilidade da marca oferecê-lo como acessório. Outro ponto positivo para o Dafra NH 300 é que, com peso de apenas 166 kg, é 10 kg mais leve que o “irmão”, o que promete mais agilidade e economia de combustível.

Fonte: IG Carros
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Startup cria primeiro veículo 100% elétrico a ser fabricado em série no Brasil

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Buggy Power pode ser encomendado no site oficial da marca por R$ 119.990; veja os detalhes

A Startup paranaense eION criou um veículo elétrico a ser produzido em série no Brasil. Após dois anos de desenvolvimento e testes com protótipos, eis o Buggy Power, um veículo para atender finalidades recreativas e turísticas. “Os carros elétricos são uma realidade ao redor do mundo e no Brasil. O projeto surgiu por questões pessoais e também motivado pela preocupação com a poluição do meio ambiente”, conta Milton Francisco dos Santos Junior, engenheiro elétrico e proprietário da eION. 

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O Buggy Power resgata uma parte da história da nossa indústria. Em 1974, a Gurgel apresentou o Itaipu durante do Salão do Automóvel de São Paulo. Foi um minicarro para dois ocupantes, que não entrou em produção, mas ajudou no desenvolvimento do modelo E-400, cuja fabricação ocorreu entre 1981 e 1982 – considerado o primeiro veículo elétrico fabricado em território nacional.

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Detalhes do interior do Buggy Power, da eION

“O Brasil possui uma tradição na fabricação de buggies. Foi uma forma de homenagear os construtores de antigamente. Entretanto, queremos dar uma passo além na fabricação deste tipo de veículo”, diz Milton. Se no passado, eles adotavam a base do Volkswagen Fusca, por exemplo, agora o Buggy Power utiliza um chassis próprio feito de aço.

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Totalmente elétrico, as células da bateria de íons de lítio são fabricadas na China e montadas no Brasil. Elas vão instaladas no assoalho do veículo para diminuir o centro de gravidade e beneficiar a condução. De acordo com Milton, o conjunto pode suportar até 4.500 ciclos (carga e recarga) e o tempo para “encher o tanque” varia entre duas e cinco horas, dependendo da fonte da energia (110V ou 220V). O plugue é residencial de três pinos (20A), porém, pode receber a entrada do tipo 2 para ser recarregado em estações de carregamento encontradas em shoppings e supermercados, por exemplo.

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O cliente pode personalizar o Buggy Power com opcionais, como ar-condicionado, ABS e estofamento

Estão disponíveis as versões Econômica, Padrão e Luxo, com preços a partir de R$ 99.000, dependendo da versão e da quantidade. A diferença entre elas está, principalmente na autonomia. A da configuração Econômica é de até 150 km.

O motor movido a eletricidade produz 23 kW e um torque máxima de 61 kgfm permitindo acelerar de 0 a 80 km/h em 10,9 segundos. A tração é traseira. Contudo, a eION planeja adicionar a tração nas quatro rodas. Já a configuração de topo Luxo (R$ 239.000) traz um motor elétrico de 66 kW e oferece uma autonomia de até 500 km.

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O Buggy Power pode receber até cinco ocupantes e possui 3,480 m de comprimento, 1,855 m de largura e 1,480 m de altura. O entre-eixos é de 2,18 m, enquanto o vão livre em relação ao solo é de 200 mm. Os pneus possuem medidas 235/75 R15 na frente e 31×10 R15 atrás.

Fonte: IG Carros
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