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As profissões mais estressantes do mercado ganham destaque no programa Jornada

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Pressão, estresse e responsabilidades que podem custar a vida de terceiros. O quinto episódio do Programa Jornada apresenta as profissões mais estressantes do mercado de trabalho. São atividades que podem levar a um desgaste físico e emocional acima do normal, o que exige alto grau de controle e tolerância dos profissionais. Confira como a Justiça do Trabalho trata o tema e quais medidas estão previstas em lei para minimizar os males causados pelo risco de vida e pelo estresse contínuos.

As atividades de um bombeiro militar figuram nos principais rankings de profissões estressantes. Esta edição mostra os relatos de bombeiros em relação aos riscos que a carreira oferece e como fazem para suportar a pressão de um trabalho tão exigente. Confira também um pouco da rotina de controladores de tráfego aéreo e de um médico-cirurgião que chegou a atuar em um procedimento cirúrgico com 23 horas de duração.

O programa entrevistou ainda Augusto Jorge Cury, psiquiatra, professor e escritor, que lista os principais distúrbios profissionais que podem acometer pessoas expostas a altos níveis de estresse e pressão em um ambiente de trabalho hostil. O psiquiatra sugere que pausas durante o expediente são fundamentais para a saúde física e mental do trabalhador. “Você pode e deve, na sua profissão, fazer microrrelaxamentos de dois a três minutos, uma ou duas vezes por dia”, diz.

O ministro do TST Augusto César, por sua vez, explica como a Justiça do Trabalho trata do tema e quais as medidas previstas em lei para minimizar os males causados pelo risco de vida e estresse contínuos. “Para algumas profissões, há a previsão de intervalos intercorrentes que precisam ser observados”, afirma o ministro.

A segunda temporada do Jornada ainda terá mais uma edição, que será lançada no TST Tube na segunda-feira (23/12) ao meio-dia. Os episódios anteriores podem ser assistidos a qualquer hora no canal oficial do TST no Youtube, por meio da playlist do Jornada. O programa também possui inserções na programação da TV Justiça todas as quartas-feiras, às 19h30.      

Serviço – Jornada

Periodicidade: quinzenalmente, sempre às segundas-feiras.

Horário: 12h

Quinto episódio: segunda, 9 de dezembro de 2019.

Onde assistir: TST Tube – www.youtube.com/tst e TV Justiça (quartas – 19h30)

2ª temporada do Jornada:

14 de outubro/2019 – tema: O que é liderança?

28 de outubro/2019 – tema: Discriminação no trabalho

11 de novembro/2019 – tema: Magistratura do Trabalho

25 de novembro/2019 – tema: Nova geração do empreendedorismo

9 de dezembro/2019 – tema: Profissões estressantes

23 de dezembro/2019 – tema: As caras da Justiça do Trabalho

Fonte: TST

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Cooperativa de crédito não tem de enquadrar empregada como financiária

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Há diferenças estruturais e operacionais entre as instituições financeiras e as cooperativas.

A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho afastou a condição de financiária de uma assistente administrativa da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos de Porto Alegre Ltda. (Unicred Porto Alegre) que buscava equiparação com os empregados de entidades financeiras. Para a Turma, a equiparação dos empregados de cooperativas de crédito aos bancários e financiários, para efeito da aplicação da jornada de seis horas, é inviável.

Semelhança

Condenada a conceder à empregada a jornada especial e as vantagens previstas nas normas coletivas da categoria dos financiários, a cooperativa sustentou que, embora exerça funções semelhantes às instituições financeiras, a elas não se iguala ou equivale. A decisão, no entanto, foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS).

Equiparação

O relator do recurso de revista da Unicred, ministro Walmir Oliveira da Costa, explicou que, de acordo com a jurisprudência do TST, empregados de cooperativa de crédito não se equiparam ao bancário ou ao financiário. Segundo a Orientação Jurisprudencial 379 da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1), não há previsão em lei para a equiparação, e há diferenças estruturais e operacionais entre as instituições financeiras e as cooperativas.

A decisão foi unânime.

Processo: RR-21051-77.2014.5.04.0022

O TST possui oito Turmas, cada uma composta de três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).
Esta matéria tem cunho meramente informativo.
Permitida a reprodução mediante citação da fonte.
Secretaria de Comunicação Social
Tribunal Superior do Trabalho Tel. (61) 3043-4907
[email protected]
Fonte: TST
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ECT deve adotar medidas de segurança nas agências com Banco Postal em Rondônia

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Segundo a 7ª Turma, a ampliação dos serviços prestados não pode afetar a segurança dos empregados.

23/01/20 – A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) contra a determinação de que adote medidas de segurança para preservar a integridade física e o bem-estar de empregados e clientes do serviço de Banco Postal em Rondônia. Segundo a Turma, a ampliação do leque de serviços prestados pela ECT não pode afetar a segurança do ambiente de trabalho.

Segurança

Em ação coletiva, o Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos de Rondônia (Sintect/RO) requereu a aplicação da Lei 7.102/1983, que trata da segurança de estabelecimentos financeiros, às unidades da ECT que atuam como correspondente bancário (Banco Postal).

O juízo de primeiro grau determinou que a empresa, no prazo de 180 dias, contratasse vigilantes armados e instalasse equipamentos que possibilitem a identificação de assaltantes, artefatos que retardem a ação dos criminosos ou cabine blindada para o vigilante. O Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (RO) manteve a sentença, apenas aumentando o prazo de cumprimento das obrigações para um ano.

Correspondente bancário

No recurso de revista, a ECT sustentava que não pode ser equiparada às instituições financeiras e não integra o Sistema Financeiro Nacional. Argumentou ainda que os Correios exercem apenas a atividade de correspondente bancário e que há divergência de entendimento sobre a questão entre os TRTs.

Atividade arriscada

O relator, ministro Vieira de Mello Filho, observou que não são assegurados aos correspondentes os direitos e vantagens previstos para os bancários. No entanto, ressaltou que o empregado público lotado no Banco Postal presta serviços postais essenciais cumulados com os bancários básicos e, portanto, se submete às mesmas condições de trabalho dos empregados dos bancos e das empresas financeiras.

Segundo o relator, a inclusão de serviços bancários nas agências dos Correios eleva a movimentação de numerário no estabelecimento e, proporcionalmente, aumenta probabilidade de incidência de assaltos. Na sua avaliação, a ECT, ao optar por atuar na esfera financeira, deve assumir integralmente os riscos do novo empreendimento, o que inclui a responsabilidade por eventuais infortúnios e a adoção das medidas de segurança pertinentes.

Por unanimidade, a Turma negou provimento ao recurso da empresa.

(LT/CF)

Processo: RR-10088-25.2013.5.14.0003 

O TST possui oito Turmas, cada uma composta de três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).
Esta matéria tem cunho meramente informativo.
Permitida a reprodução mediante citação da fonte.
Secretaria de Comunicação Social
Tribunal Superior do Trabalho Tel. (61) 3043-4907
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Fonte: TST
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