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Ano acabou? Que nada! Confira vagas de emprego oferecidas por startups

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GeekHunter, startup com soluções voltadas para o mercado de recrutamento de desenvolvedores de software

A geração de empregos engatinha e a procura por vagas segue grande no Brasil. No fim de ano, costumam ficar ainda mais escassasas as oportunidades, mas, para quem pensa que o ano já acabou, não é bem assim.

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As startups , empresas com objetivo de desenvolver ou aprimorar um modelo de negócios, fogem à regra e oferecem vagas de emprego para este ano. As oportunidades abrangem diversas áreas e perfis.

Confira 15 startups que oferecem vagas pelo Brasil

A Propz, startup que oferece soluções de relacionamento objetivas, práticas e rentáveis para varejo e serviços financeiros utilizando inteligência analítica e big data, está com nove vagas em aberto para as seguintes áreas: cientistas de dados, administrador de sistemas DevOps, executivo de contas, analista de projetos, cientista de dados, analista de CRM, Ux e Ui designer em Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. Para se candidatar é só acessar o link .

A Docket, que realiza a busca, pré-análise e a gestão do fluxo de documentos, está com 25 vagas em aberto para diferentes áreas como Account Executive, Analista de Customer Success Jr, Analista de inteligência comercial, analista de marketing e inteligência, controller accounting, data analytics Jr, Desenvolvedor Front End, Desenvolvedor Java, Desenvolvedor Machine Learning, Sales Development Representative. Sales Enablement Analyst em São Paulo. Para se candidatar é só acessar o link .

Outro exemplo é a Solides, software de gestão comportamental e recrutamento de pessoas. A empresa é de Belo Horizonte e está contratando 16 profissionais . Dez para a vaga de Inside Sales (Closer), um para Customer Support, três para Customer Success, um para Coordenador Comercial e outro para Tester Q. A. Para fazer parte do time, o candidato deve acessar o link , e preencher o profiler, pois, todas as oportunidades se iniciam com o fit comportamental que a marca oferece.

A Noknox, plataforma que tem como objetivo conectar pessoas a seus locais de convivência unindo praticidade, segurança e conforto está com 5 vagas em aberto: 3 para desenvolvimento sênior – Back-end (C# e/ou NodeJs), android (Kotlin) e IOS developer (Swift) – e uma vaga de Mid Frontend Developer (Vue, Bootstrap), além de um estágio em marketing para produção de conteúdo nas redes sociais. Interessados podem se candidatar pelo site da empresa , pelo Linkedin ou pelo e-mail: [email protected] .

Outro exemplo é a AtletasNow. A startup com a missão de conectar todas as pontas do esporte está em busca de um Analista Júnior de Customer Experience. Para isso, é preciso ter inglês intermediário e possuir experiência com plataformas de atendimento. Os pré-requisitos da vaga estão disponíveis no site . Interessados devem entrar em contato por e-mail: [email protected]

Também para Desenvolvedor Full Stack, o TradersClub (TC), um dos principais agentes de educação financeira do país, oferece diversas oportunidades para desenvolvedor júnior/pleno/sênior que deseja de trabalhar com tecnologias de ponta. Os interessados podem enviar currículos para o e-mail: [email protected]

Já o Supermercado Now, maior plataforma online de compras de supermercado, também está com várias oportunidades em aberto. Dentre as principais estão: assistente de operações, banco de dados, desenvolvedor back end, e desenvolvedor mobile, talent acquisition, analista de CS e analista de trade. Outras informações sobre vagas e dúvidas podem ser enviadas por e-mail ou no linkedin .

Há oportunidades abertas também na NetSupport, plataforma digital de suporte técnico de TI, com o objetivo de oferecer serviços com qualidade e preço acessível para todo o país. A startup está com vagas nas principais capitais do país para técnicos de informática (Help Desk e Service Desk), com foco de conhecimento em microinformática básica. Para se candidatar, é preciso ter conhecimentos em TI, cursos na área de informática e pessoa jurídica estabelecida. Os candidatos interessados podem se inscrever por meio deste link .

Na área da saúde, a Telavita, startup de consultas online que tem por objetivo conectar profissionais da psicologia a pacientes de todo o mundo está com três vagas em São Paulo para Desenvolvedor back-end e front-end e Assistente de Customer Success. Interessados podem enviar o currículo no e-mail [email protected]

Se você é criativo, flexível e apaixonado por agricultura e tecnologia, a Agrosmart, plataforma de agricultura digital líder na América Latina tem a vaga certa pra você. Na cidade de Campinas, cinco vagas estão em aberto para os cargos de Desenvolvedor Front-End React, Desenvolvedor Ruby on Rails, Tech Lead de Software, Analista de Costumer Success e Supervisor de Vendas em Campo. Interessados podem enviar currículo para este site .

Já a Liv Up, startup de alimentação saudável e prática, está com mais de trinta vagas abertas para diferentes áreas, como Branding, Data, Marketing, Produção e Financeiro, nos escritórios de São Paulo e Barueri (SP). Para se candidatar, basta acessar o link .

No Promobit, social commerce que reúne as melhores ofertas da internet, são atualmente seis vagas abertas. Duas para desenvolvedor mobile, duas para desenvolvedor BackEnd, uma para account manager e uma para engenheiro de dados. Para se inscrever, acesse o site .

A Qranio, plataforma mobile usa gamificação para estimular seus usuários com conteúdos educacionais, também está com algumas vagas abertas. São duas para programador web e duas para programador mobile. Para se candidatar basta enviar currículo para o e-mail . A startup não tem nenhum pré-requisito, o que vale é o teste que empresa envia para checar os conhecimentos em programação dos interessados.

A GeekHunter, empresa de tecnologia com soluções voltadas para o mercado de recrutamento de desenvolvedores de software, está com cinco vagas em aberto, Gestor Comercial, Analista de Mídia de Performance, Inside Sales (Pleno e Sênior) e Analista de Recrutamento e Seleção. Os interessados pode acessar as vagas e se candidatar no próprio site da empresa .

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Em constante crescimento no mercado, a Consolide sua Marca, startup que vem revolucionando a forma de registrar as marcas de micro e pequenas empresas, está com vagas abertas para Coordenador de Canais, Analista de Mídia Paga, analista de UX, Auxiliar Jurídico e Consultor de Marcas (cadastro reserva). Para mais informações, basta acessar o site .

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A economista que defende uma mudança do capitalismo para o mundo pós-pandemia

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Mariana Mazzucato com vestido preto e colar
Mariana Mazzucato/S Robinson/BBC

Mariana Mazzucato é professora de Economia da Inovação na University College London, no Reino Unido

Mariana Mazzucato é considerada uma das economistas mais influentes dos últimos anos. E existe algo que ela quer ajudar a consertar: a economia global.

“Admirada por Bill Gates, consultada por governos, Mariana Mazzucato é a especialista com quem outras pessoas discutem por sua conta e risco”, escreveu a jornalista Helen Rumbelow no jornal britânico The Times, em um artigo de 2017 intitulado “Não mexa com Mariana Mazzucato, a mais assustadora economista do mundo”.

Para Eshe Nelson, da publicação especializada Quartz, a economista ítalo-americana não é assustadora, mas “franca e direta, a serviço de uma missão que poderia salvar o capitalismo de si mesmo”.

O jornal The New York Times a definiu como “a economista de esquerda com uma nova história sobre o capitalismo”, em 2019. Em maio deste ano, a revista Forbes a incluiu no relatório: “5 economistas que estão redefinindo tudo. Ah, sim, e elas são mulheres”.

“Ela quer fazer com que a economia sirva às pessoas, em vez de focar em sua servidão”, escreveu o colunista Avivah Wittenberg-Cox.

O valor e o preço

Mariana Mazzucato é professora de Economia da Inovação na University College London, na Inglaterra, onde também é diretora-fundadora de um instituto de inovação na mesma universidade. Também é autora do livro  O Estado empreendedor: Desmascarando o mito do setor público vs. setor privado .

Papa Francisco
Getty Images/BBC

‘A visão da economista Mariana Mazzucato é interessante para o futuro econômico’, escreveu o papa Francisco em março

O trabalho de Mazzucato teve inclusive um impacto fora dos círculos dos economistas. “No futuro econômico, a visão da economista Mariana Mazzucato, professora da University College London, é interessante. Acho que ela ajuda para pensar no futuro”, escreveu o papa Francisco, em março, em uma carta dirigida a Roberto Andrés Gallardo, presidente do Comitê Pan-Americano de Juízes para os Direitos Humanos.

Mazzucato acredita que o capitalismo pode ser orientado para um “futuro inovador e sustentável que funcione para todos nós”, diz a organização Ted, que promoveu três palestras com ela.

De fato, Mazzucato considera que a crise desencadeada pela pandemia de covid-19 é uma oportunidade de “fazer um capitalismo diferente”. Ela fala há anos sobre a importância dos investimentos do Estado nos processos de inovação.

Um de seus objetivos é acabar com o mito de que o Estado é uma entidade burocrática que simplesmente promove a lentidão. Outro é demonstrar que na economia “o valor não é apenas o preço”.

A BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, entrevistou Mariana Mazzucato. Confira a seguir os principais trechos.

BBC News Mundo – Você já chegou a declarar: ‘Não podemos voltar à normalidade. O normal é o que nos levou não apenas a este caos, mas também à crise financeira e à crise climática’. Essas palavras têm um significado especial para a América Latina, uma região com alto nível de desigualdade e pobreza, que luta contra as mudanças climáticas e com muitas de suas comunidades atingidas pela pandemia de coronavírus. Como podemos evitar voltar à normalidade pré-pandemia? Por que as pessoas não deveriam querer voltar a isso?

Mariana Mazzucato – A crise nos mostrou as deficiências na capacidade dos Estados e também que a maneira como vemos o papel do Estado no último meio século foi completamente inadequada.

Desde a década de 1980, os governos foram instruídos a se sentarem no banco traseiro para permitir que as empresas administrem (a economia) e criem riqueza. O Estado só poderia intervir para resolver problemas eventuais. O resultado é que os governos nem sempre estão adequadamente preparados e equipados para lidar com crises como a pandemia de covid-19 ou a emergência climática. Ao se presumir que os governos precisam esperar até que ocorra um grande choque sistêmico para agir, são tomadas medidas insuficientes.

Nesse processo, as instituições essenciais que fornecem bens e serviços públicos de maneira mais ampla (como o Serviço Nacional de Saúde no Reino Unido, que teve cortes de verbas de US$ 1 bilhão desde 2015) ficam enfraquecidas. As medidas de austeridade impostas após a crise financeira de 2008 foram o oposto do investimento necessário para aumentar a capacidade do setor público e, assim, prepará-lo para o próximo choque do sistema.

Na América Latina, é fundamental que a agenda se concentre na criação e na redistribuição de valor.

Investidor sentado na calçada com a cabeça entre as mãos
Getty Images/BBC

Para Mazzucato, é essencial aprender com os erros cometidos após a crise financeira de 2008

Altos níveis de desigualdade e pobreza significam que existem populações vulneráveis ​​com potencial para enfrentar enormes dificuldades econômicas no contexto de uma crise como a que estamos enfrentando agora. E, para agravar ainda mais as coisas, as economias latino-americanas são caracterizadas por enormes setores informais. Em todo o mundo, incluindo a América Latina, Estados despreparados gastam menos recursos para financiar serviços públicos. Além disso, eles também têm menos opções para ajudar o setor informal, o que é desastroso para as populações vulneráveis.

Portanto, os Estados devem criar valor investindo e inovando para encontrar novas maneiras de fornecer serviços públicos a populações vulneráveis ​​na economia informal. Quando os Estados ficam em segundo plano e não se preparam para crises (o que aconteceu em muitos países, não apenas na América Latina), sua capacidade de oferecer serviços públicos é severamente prejudicada.

Mas esses serviços públicos devem fazer parte de um sistema de inovação: cidades verdes e crescimento inclusivo exigem inovação social e tecnológica. As tendências de desindustrialização na região criam dificuldades adicionais. Os Estados não têm capacidade para exigir que os produtores locais aumentem a criação de bens necessários para enfrentar a crise (por exemplo: suprimentos hospitalares), o que os obriga a depender do mercado internacional em colapso para acessar esses bens.

Trabalhadores carregando saco de batatas
Guillermo Legaria/Getty Images/BBC

Vários setores econômicos da América Latina sofreram as consequências de medidas de confinamento para impedir a disseminação do coronavírus

BBC News Mundo – Você disse que ‘a crise da covid-19 é uma oportunidade de criar um capitalismo diferente’. O que isso quer dizer? O que esta crise está nos dizendo sobre o sistema atual que outras crises não nos disseram?

Mazzucato – Há uma “tripla crise do capitalismo” acontecendo. Uma crise de saúde: a pandemia global confinou a maioria da população mundial, e está claro que somos tão vulneráveis ​​quanto nossos vizinhos, local, nacional e internacionalmente.

Uma crise econômica: a desigualdade é uma causa e uma consequência da pandemia. A crise da covid-19 está expondo ainda mais falhas em nossas estruturas econômicas. A crescente precariedade do trabalho é uma delas. Pior ainda, os governos estão agora emprestando para empresas em um momento em que a dívida privada é historicamente alta, enquanto a dívida pública tem sido vista como um problema na última década de austeridade. Além disso, um setor de negócios excessivamente ‘financeirizado’ tem desviado o valor da economia.

A terceira crise é climática: não podemos voltar aos ‘negócios de sempre’. No início deste ano, antes da pandemia, a mídia estava cheia de imagens aterrorizantes de bombeiros sobrecarregados (tentando apagar incêndios), e não de profissionais de saúde.

Mulher tem febre aferida por enfermeiro
EPA/BBC

Segundo Mazzucato, o atual modelo de capitalismo apresenta problemas que precisam ser resolvidos diante da crise de saúde dos coronavírus

BBC News Mundo – O capitalismo como o conhecemos pode sobreviver? Ele deve ser salvo?

Mazzucato – Essa crise e a recuperação de que precisamos nos dão a oportunidade de entender e explorar como fazer o capitalismo de maneira diferente. Isso justifica repensar para que servem os governos: em vez de simplesmente corrigir as falhas de mercado quando elas surgirem, elas devem avançar ativamente para moldar e criar mercados para enfrentar os desafios mais prementes da sociedade.

Eles também devem garantir que as parcerias estabelecidas com empresas, envolvendo fundos governamentais, sejam motivadas pelo interesse público, e não pelo lucro. Quando empresas privadas pedem resgates para os governos, devemos pensar no mundo que queremos construir para o futuro e na direção da inovação que precisamos alcançá-lo, e, com base nisso, adicionar condições que beneficiem o interesse público, não apenas o privado. Isso garantirá a direção da viagem que queremos: verde, sustentável e equitativa.

Quando as condicionalidades são bem-sucedidas, elas alinham o comportamento corporativo às necessidades da sociedade. No curto prazo, isso se concentra na preservação das relações de trabalho durante a crise e na manutenção da capacidade produtiva da economia, evitando a extração de fundos para os mercados financeiros e a remuneração de executivos. A longo prazo, trata-se de garantir que os modelos de negócios levem a um crescimento mais inclusivo e sustentável.

Bombeiros em floresta em chamas
GettyImages/BBC

No final de 2019 e no início deste ano, a Austrália passou por uma onda de calor extrema que causou milhares de incêndios florestais

Papa

Em 31 de março, em sua conta no Twitter, Mazzucato reagiu às palavras do papa Francisco sobre seu livro: “Estou profundamente honrada pelo papa ter lido meu livro O valor de tudo: criar e absorver a economia global e por concordar que o futuro — especialmente pós-covid-19 — tem a ver com uma repriorização de ‘valor ‘acima’ preço'”.

A especialista disse à BBC News Mundo que ela foi convidada a participar de uma comissão do Vaticano focada na economia no âmbito da pandemia da covid-19 e nos contou sobre essa experiência: “Fornecemos relatórios semanais ao papa e à Diretoria do Vaticano, antes dos discursos semanais do papa, sobre aspectos-chave da resposta econômica à covid-19. É uma grande honra”.

Agricultores
Reuters/BBC

Economista acredita que os modelos de negócios que levam a “crescimento mais inclusivo e sustentável” devem ser priorizados

“Nosso instituto de pesquisa e inovação se junta ao grupo de trabalho de outras universidades, incluindo a Georgetown, nos Estados Unidos, e do World Resources Institute. Esses relatórios variam da economia política do alívio da dívida à reestruturação das relações econômicas público-privadas”, prossegue.

Bem comum

“Nosso principal interesse é trabalhar com o Vaticano sobre como seu conceito de ‘bem comum’, do qual falamos em termos de ‘valor público’, pode ser usado para estruturar a forma de investimento e colaboração públicos e privados. Sem isso, corremos o risco de fazer o mesmo que aconteceu com a crise financeira de 2008: bilhões foram injetados sem afetar a economia real. A maior parte disso voltou ao setor financeiro e a crise seguinte começou a crescer”, diz ela.

“Para construir um crescimento inclusivo e sustentável, precisamos de investimento público impulsionado pelo conceito de bem comum e novos tipos de relações público-privadas que são estruturadas sob condições que criam um ecossistema mais simbiótico e não-parasitário. E temos que trazer grupos de cidadãos e sindicatos para a mesa de discussão, para garantir que não apenas tenhamos uma transição mais justa, mas que também haja vozes diferentes para definir que tipo de sociedade queremos. Acredito que a energia renovada por trás dos movimentos sociais, como o Black Lives Matter, é um bom sinal de que haverá uma forte pressão para que nossas sociedades evoluam progressivamente. Se não o fizermos, perderemos.”

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JBS abre mais de 5 mil vagas de emprego em 16 estados e no Distrito Federal

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Vagas são para diferentes áreas e em 16 estados além do Distrito Federal

A empresa brasileira JBS , voltada para o mercado alimentício, anunciou a abertura de 5,2 mil vagas de emprego para atividades de corte, abate e desossa de carnes de bovinos, aves e suínos.

Também há vagas em centros de distribuição, lojas, incubadoras e nas fábricas de ração que também são administradas pelas empresas do grupo: Seara, Friboi, JBS Couros, JBS Novos Negócios e Swift.

Há vagas em 16 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Os interessados devem se inscrever no  site da empresa em entrar em contato com a unidade local para participar dos processos seletivos.

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