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Raio-x mostra que gato morreu com mais de 100 tiros no interior de SP

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Imagem de raio-x do gato mostrando as perfurações arrow-options
Reprodução/Facebook

Animal não resistiu aos ferimentos e morreu nesta sexta-feira (6)

Imagens de raio-x mostram que um gato morreu ao ser atingido por mais 100 tiros em São José do Rio Preto , no interior de São Paulo. As perfurações foram, em sua maioria, na região da cabeça e do tórax. O animal chegou a ser levado ao veterinário, mas acabou não resistindo aos ferimentos.

De acordo com Renata Marçolla, a veterinária que atendeu o gato, o bichinho foi levado até ela por uma pessoa que disse ter ouvido sons de tiro na madrugada de quinta-feira (5). Ele foi encontrado na rua coberto de sangue e o responsável pelos maus-tratos ainda não foi encontrada.

Raio-x da cabeça do gato arrow-options
Reprodução/Facebook

Suspeita era que o gato tivesse alguma fratura

Ao receber o animal na clínica, segundo o portal UOL , Renata contou que a suspeita é que ele havia sido agredido e o exame de raio-x foi feito para verificar se o animal tinha alguma fratura.

“Como ele estava muito ensanguentado, não tínhamos noção das perfurações de tiros. Quando vimos, ficamos chocados com a situação. Nunca tínhamos visto nada parecido. Uma crueldade tão grande, algo que não dá nem para imaginar”, afirmou a veterinária.

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Indignada com a situação, Renata usou suas redes sociais para se manifestar. “Depois de alguns anos de formada a gente acha que já viu de tudo, mas quando a gente se depara com esse tipo de maldade choca demais! O animal está com vários fragmentos de projétil de arma de fogo (tiro)!”, escreveu ela no Facebook. “Pra que fazer isso com um animal que não faz mal a ninguém?”, questionou.

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Projeto de Lei de autoria do vereador Dilmair Callegaro concedeu ao Presidente Bolsonaro o título de cidadão sinopense.

Kayan Henrique

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Projeto de Lei de autoria do vereador Dilmair Callegaro concedeu ao Presidente Bolsonaro o título de cidadão sinopense.

A honraria foi entregue pelo Sindicato Rural de Sinop, na pessoa do Presidente Redivo, durante evento em Sinop na Impasa.

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Ex-secretário da Saúde do Rio afirma que governador em exercício recebia propina

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O ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos disse, como parte do acordo de delação premiada, que o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, André Ceciliano (PT-RJ), falou durante uma conversa que desviaria parte dos R$ 100 milhões, valor que foi doado pelo Legislativo para ajudar no combate a Covid-19. O dinheiro seria transferido para as prefeituras do interior com influência dos deputados da Casa. A propina seria dividida entre o então vice-governador, Cláudio Castro, que assumiu o posto de Wilson Witzel, com o ex-secretário estadual da Casa Civil André Moura (PSC).

Cláudio Castro
Divulgação/Rafael Campos

Cláudio Castro está sendo acusado de estar envolvido em esquema de propina

Segundo o documento divulgado pelo jornal O Globo, Edmar falou que esteve com Ceciliano para falar do esquema e toda a movimentação do dinheiro seria feita sob os excedentes dos duodécimos da Alerj. Por conta das dificuldades de caixa do Executivo, foi proposto pela Assembleia doar as sobras, porém, de acordo com o ex-secretário de Saúde, tudo não passou de uma manobra para que o desvio fosse realizado em meio a pandemia.

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Edemar foi procurado por Ceciliano, conforme afirma a Procuradoria-Geral da República (PGR), pois ele queria ter certeza de que o dinheiro chegaria aos municípios “evidenciando que a estratégia tinha por objetivo maior atender aos interesses espúrios do grupo criminoso”. O esquema acontecia da seguinte forma: o dinheiro saía da Alerj e ia para a Secretaria Estadual de Saúde, depois disso, era encaminhado para os municípios específicos sinalizados por parlamentares. Segundo O Globo, foram 87 cidades beneficiadas com valores de aproximadamente R$ 1 milhão que deveriam ser voltados a construção de centros triagem, mas as obras não aconteceram em boa parte dos municípios.

Durante o depoimento, Edemar garantiu que Ceciliano falou que a propina seria dividida e que os políticos envolvidos receberiam em dinheiro vivo. Como exemplo, o ex-secretário da Saúde contou que foi chamado pelo presidente da Assembleia Legislativa para ajudar a resolver o problema do deputado estadual Márcio Canella (MDB), que teria pedido para a Alerj mandar R$ 25 milhões para Duque de Caxias, entretanto o então secretário André Moura falou ao presidente da Alerj que tinha esse valor.

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De acordo com Edmar, Canella teria ficado “furioso” em uma reunião que aconteceu no gabinete de Ceciliano e que ele gritou que “sairia da base do governo por não ter sido atendido”. Porém, ele não afirmou que o deputado recebeu propina. Após a reunião, o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD-RJ) o chamou para uma conversa sobre a divisão de propina. Ceciliano teria deixado claro que André Moura e Cláudio Castro participavam do esquema ao dizer que pretendia deixar de fazer o pagamento dos dois e deixar Edmar como único beneficiário, isso se ele ajudasse a receber o dinheiro. Ele afirmou que não disse se aceitava ou não a proposta.

Ainda de acordo com Edmar, em uma conversa com André Moura, ele notou que Moura pode ser o intermediário de Witzel para receber esses recursos ilícitos. Todos os citados negaram envolvimento no esquema.

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