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Paraisópolis tem segurança reforçada após ação que matou nove em baile funk

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Protesto em Paraisópolis. Moradores caminham e linha arrow-options
Bruno Rocha/Fotoarena/Agência O Globo

Moradores farão homenagem aos mortos no último domingo (1º)

Moradores de Paraisópolis , na zona Sul de São Paulo , relatam que agentes policiais reforçaram a segurança na comunidade depois que uma ação da Polícia Militar (PM) deixou nove pessoas mortas por pisoteamento e 17 feridas no último domingo (1º) no Baile da 17 . Neste sábado (7), moradores farão uma homenagem aos mortos.

Divididos em grupos, policiais começaram a fazer a patrulha das principais ruas do bairro do Morumbi que dão acesso ao local. Na saída para a Avenida Giovanni Gronchi, por exemplo, motoristas e motociclistas foram parados.

Nesta sexta-feira (6), o governador João Doria voltou a falar que os protocolos de atuação da PM vão ser alterados, mas não deu mais detalhes sobre quais seriam essas mudanças nem quando elas ocorreriam.

Agentes investigados

Uma semana após a tragédia, 38 agentes que atuaram na operação em Paraisópolis estão sendo investigados pela Polícia Civil. Vídeos que circulam nas redes sociais gravados por moradores e câmeras de segurança mostra os oficiais agentes agredindo frequentadores do baile funk. Seis deles já foram afastados pela Corregedoria da Polícia Militar.

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Segundo os moradores do local, a multidão que estava no baile foi conduzida para vielas com balas de borracha e gás lacrimogêneo. A defesa dos policiais diz, no entanto, que eles entraram no baile para perseguir dois suspeitos em uma moto.

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Chuvas deixam ao menos cinco mortos no Espírito Santo

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Twitter/Reprodução

Chuva deixou rastro de destruição em cidades

Pelo menos cinco pessoas morreram após chuvas atingirem o sul do Espírito Santo na noite da sexta-feira (17) e na manhã do sábado (18). Os dados ainda são parciais, pois a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros dos municípios ainda não conseguiram chegar em alguns dos locais atingidos pela água.

O município de Alfredo Chaves foi o que mais registrou acúmulo de chuvas em prazo de 24 horas, com 249,2 mm. No local, uma residência caiu e soterrou um casal de idosos, que morreu na hora.

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Outro município que também registrou mortes foi Iconha, com desabamento de passarela e até mesmo o alagamento de um hospital. No município de Vargem Alta, 231,6mm de chuva foram registrados. A cidade ficou sem comunicação até a tarde deste sábado.

Fonte: IG Nacional
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Supermercados do Rio registram falta de água mineral por crise da Cedae

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Márcia Foletto / Agência O Globo

População tem feito estoque de água mineral

Mesmo não sendo atingidos pela crise que afeta o fornecimento de água pela Cedae na cidade do Rio de Janeiro , moradores de Niterói continuam a comprar água mineral para consumo. Por conta da alta procura, alguns supermercados da cidade estão limitando o número de garrafas por cliente.

Em uma unidade do Guanabara , no Centro, as prateleiras estão abastecidas, porém, a venda de água de 1 litro e meio está restrita a 2 engradados por pessoa, com o valor de R$ 2,05 cada garrafa, e apenas uma marca estava disponível.

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Um casal de Campos dos Goytacazes, no interior do estado, veio passar uns dias com a filha, que mora em Niterói, e decidiram comprar água mineral após tomar conhecimento do problema que afetou o abastecimento na cidade do Rio.

“Nós chegamos aqui e tomamos conhecimento desse problema com a água. Como a minha filha está grávida, preferimos não arriscar”, explicou Vânia Carneiro.

Nilsomar Pinheiro, morador de Niterói, aproveitou a companhia da esposa para levar 4 fardos de água de 1,5L, já que a venda é limitada por pessoa. Nilson explicou que utiliiza água encanada em casa para o consumo, mas até a Cedae normalizar o fornecimento de água adequada, prefere comprar a mineral

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“A gente ouviu dizer que aqui em Niterói o abastecimento sai de outra fonte, mas achamos melhor comprar água mineral porque a minha esposa está operada”, disse.

No supermercado Mundial, somente garrafas de 510ml. Apesar das prateleiras estarem abastecidas com as garrafas menores, e algumas marcas em promoção, todas as unidades de 5 litros e de um litro e meio acabaram.

“Há 1 semana a gente não recebe a garrafa grande. Os clientes ficaram apavorados no início dessa confusão aí, mas agora acalmou. Só não sabemos quando o fornecimento das garrafas de 1,5L e 5 litros vai normalizar,”, disse um funcionário da rede de supermercados.

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Nos dois supermercados visitados pela nossa reportagem, o abastecimento de água mineral com gás está normal. O Globo também visitou 2 depósitos de bebidas em Icaraí e os funcionários disseram que a venda de galões de 20 litros teve um pequeno aumento, mas sem maiores impactos.

A cidade de Niterói não está sendo atingida pelos problemas de abastecimento de água, que já alcançam 77 bairros da capital fluminense e seis municípios da Baixada. Em Niterói, a água também é fornecida pela Cedae, mas a captação é feita pelo Sistema Inumana-Laranjal, dos rios Macacu e Guapiaçu, cujas nascentes ficam na Região Serrana.

A água tratada pela estatal é comprada da concessionária Águas de Niterói – que também é responsável pela rede de esgoto do município. A empresa, que não faz tratamento adicional ao produto fornecido pela Cedae, afirma que monitora a qualidade do serviço com análises laboratoriais.

Fonte: IG Nacional
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