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Internacional

Irã e Estados Unidos trocam prisioneiros após meses de tensão

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O Irã e os Estados Unidos (EUA) fizeram neste sábado (7) uma troca de prisioneiros, em um avanço diplomático raro entre os dois países. A troca ocorreu em Zurique, na Suíça, e envolveu um investigador sino-americano detido por Teerã e um cientista iraniano detido pelos EUA.

O movimento diplomático ocorre no momento em que o Irã enfrenta fortes sanções impostas pelos norte-americanos e após os recentes protestos no país, que teriam feito centenas de mortos nas últimas semanas.

Representantes iranianos entregaram o investigador Xiyue Wang, detido em Teerã desde 2016. Em troca, os norte-americanos entregaram o cientista Massoud Soleimani, que enfrentava a Justiça federal dos Estados Unidos.

Soleimani, que trabalha na investigação de células estaminais, hematologia e medicina regenerativa, foi detido pelas autoridades norte-americanas e acusado de violar as sanções comerciais aplicadas ao Irã, depois de ter tentado importar “material biológico” para o seu país.

Já Wang tinha sido condenado a dez anos de prisão no Irã por supostamente ter se infiltrado no país e enviado material confidencial para o estrangeiro. Essas acusações são negadas pela Universidade de Princeton e pela família de Xiyue Wang.

Em sua página no Twitter, Donald Trump disse que o cientista norte-americano tinha sido detido durante a administração Obama. Acrescentou que essa troca de prisioneiros comprova que os dois países conseguem chegar a um acordo.

“Obrigada ao Irã por uma negociação muito justa. Vejam, conseguimos chegar a um acordo!”, afirmou o presidente.

*Emissora pública de televisão de Portugal

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Internacional

Paris obriga uso de máscaras ao ar livre em áreas movimentadas

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Autoridades de Paris, neste sábado (8), impuseram o uso obrigatório de máscaras ao ar livre em regiões movimentadas da capital francesa, a partir de segunda-feira (10), no momento em que crescem as infecções por coronavírus na cidade.

A regra se aplica a pessoas com 11 anos ou mais, disse a prefeitura de Paris, em um comunicado.

“Todos os indicadores mostram que, desde meados de julho, o vírus voltou a circular mais ativamente”, disse a prefeitura.

A taxa de testes positivos na região da Grande Paris está em 2,4%, em comparação com a média nacional de 1,6%, acrescentou.

As regiões onde as máscaras serão obrigatórias serão detalhadas separadamente e avaliadas regularmente, disse a prefeitura. Serão incluídas áreas com alta densidade demográfica nos subúrbios de baixa renda da capital.

Após medidas rígidas de lockdown diminuírem a velocidade das infecções, muitos países europeus estão começando a ver novos bolsões do vírus depois de afrouxar as restrições para tentar limitar os danos econômicos e aliviar a frustração popular.

A França tornou obrigatório o uso de máscaras em espaços públicos fechados, como lojas e bancos, desde 21 de julho, e Paris se junta a uma lista crescente de cidades mandando pessoas usarem máscaras em áreas movimentadas ao ar livre, como Toulouse, Lille e Biarritz.

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Internacional

Polícia lança gás lacrimogêneo em manifestantes de Beirute

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Uma tropa de choque lançou bombas de gás lacrimogêneo contra manifestantes que tentavam superar uma barreira para chegar ao prédio do Parlamento, em Beirute, neste sábado (8), durante um protesto contra a maneira pela qual governo libanês está lidando com a devastadora explosão desta semana na cidade.

Cerca de 7.000 pessoas reuniram-se na Praça Martyrs, no centro da cidade, alguns atirando pedras. A polícia lançou gás lacrimogêneo quando alguns manifestantes tentaram romper a barreira que bloqueia a rua que leva ao Parlamento, disse um jornalista da Reuters.

Ambulâncias foram enviadas para o local. Um adolescente desmaiou por causa do gás.

Os manifestantes entoavam “o povo quer a queda do regime”, bordão popular durante a Primavera Árabe, em 2011. “Revolução. Revolução”. E seguravam cartazes que diziam: “Saiam, vocês são todos assassinos.”

Soldados em veículos armados com metralhadoras patrulhavam a área em meio aos conflitos.

“Sério que o Exército está aqui? Vieram atirar em nós? Juntem-se a nós e podemos enfrentar o governo juntos”, gritou uma mulher.

A explosão de terça-feira (4), a maior da história de Beirute, matou 158 pessoas e feriu 6.000, segundo o ministério da Saúde. Vinte e uma pessoas ainda estão desaparecidas por causa da detonação que destruiu uma grande área da cidade.

O governo prometeu responsabilizar os culpados, mas poucos libaneses acreditam nisso.

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