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Agricultura

Setor vitivinícola deve se preparar para ser competitivo com abertura de mercado, diz ministra

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta quinta-feira (5) da abertura da Tecnovitis – Feira de Tecnologia para Viticultura, em Bento Gonçalves (RS). Ela disse que os produtores de vinho brasileiros devem se preparar, com a ajuda do Ministério da Agricultura, para estarem prontos quando o acordo entre o Mercosul e a União Europeia entrar em vigor e destacou a necessidades de adequar a legislação do setor.

“Temos que ver a oportunidade que esse acordo vai nos trazer para a gente subir a régua e consertar uma série de coisas que estavam travadas. E aproveitar que o brasileiro está gostando de tomar vinho, vocês têm vinhos bons. Em vez de só comprar vinhos lá de fora, vamos fazer um mix: eles que tragam os vinhos deles, mas vamos colocar os nossos na frente nas prateleiras de venda e para que a gente possa também exportar vinhos de qualidade aqui dessa região para todo o mundo”, disse a ministra.

A ministra disse que o Ministério irá trabalhar para adequar a legislação do setor em um prazo de seis meses. “Tenho certeza de que vamos conseguir ser muito competitivos. Temos que ver quais são os nossos gargalos, como carga tributária, custo de produção e a legislação também é importantíssima para que a gente possa caminhar”, disse.

Mais cedo, a ministra participou da 55ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercado Comum do Sul (Mercosul).

Tecnovitis

O evento, considerado o maior encontro de fornecedores para o setor vitícola, apresenta as técnicas, equipamentos e produtos ligados à viticultura e difusão de conhecimento de novas tecnologias no setor. Esta é a terceira edição da feira, promovida pelo Sindicato Rural da Serra Gaúcha. 

Cerca de 15 mil visitantes são esperados, entre produtores, fornecedores e profissionais da cadeia produtiva da uva. O secretário de Agricultura Familiar do Mapa, Fernando Schwanke, também esteve no evento. 

A região da serra gaúcha é referência nacional na vitivinicultura e Bento Gonçalves é reconhecida como uma das mais expressivas áreas produtoras de vinhos do país. Das cerca de 15 mil áreas produtoras de uvas no estado, pouco mais de 10 mil estão concentradas na região, em mais de 40 mil hectares de área de vinhedos produtivos

Informações à Imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Delegação da China inspeciona fazendas produtoras de melão no RN e no CE

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Técnicos da Administração Geral de Aduana da China (GACC, órgão de sanidade vegetal e animal) inspecionaram fazendas produtoras de melão no Rio Grande do Norte e no Ceará, entre os dias 12 e 17 de janeiro de 2020. Os estados são os maiores produtores da fruta.

Em novembro, o Brasil fechou acordo com a China que viabiliza a exportação de melão. O acordo é simbólico por se tratar do primeiro entendimento sobre frutas com o país asiático. Em contrapartida, os chineses poderão vender pera para o mercado brasileiro. Os protocolos sanitários foram firmados após reunião bilateral entre os presidentes Jair Bolsonaro e Xi Jinping, dentro da XI Cúpula do Brics, em Brasília.

O objetivo da visita dos técnicos foi verificar as plantações nas áreas livres da mosca-da-fruta nos estados.

Além das fazendas, o grupo chinês visitou estruturas de embalo para exportação (packing houses) e laboratórios. Eles estavam acompanhados de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) e do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte.

Segundo técnicos que acompanharam as inspeções, os chineses demonstraram satisfação com as visitas. O Mapa está otimista com a conclusão da verificação da área livre da mosca-da-fruta e espera que em breve o melão brasileiro possa ser exportado para a China.

A China é o maior mercado consumidor de melões no mundo – consome cerca de metade da produção mundial, o equivalente a 17 milhões de toneladas em 2017. Se o Brasil conquistar 1% do mercado chinês, o volume de exportações da fruta deverá dobrar.

Em 2018, o Brasil exportou cerca de 200 mil toneladas de melão para diversos países, como Estados Unidos, Chile, Argentina, Uruguai, Rússia e União Europeia. A safra brasileira coincide com a entressafra na China.

Informações à imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Novos adidos agrícolas assumem missão no exterior

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Os novos adidos agrícolas começaram a tomar posse nas representações diplomáticas brasileiras no exterior. Antes de iniciarem a missão, os nove adidos foram recebidos pela ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) quando  foram orientados. 

“A orientação da ministra é que eles mergulhem de cabeça nessa experiência e que possam engrandecer a missão de levar nosso agronegócio para o mundo e diversificar a pauta exportadora”, relata o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Mapa, Flávio Bettarello, sobre o encontro da ministra com os adidos no último dia 8 deste mês.

Um dos papeis do adido é identificar as oportunidades, os desafios e as possibilidades de comércio, investimentos e cooperação para o agronegócio brasileiro. “Com base nessa vivência em campo, na qual eles estão naturalmente engajados com as autoridades locais, com o setor privado local, no acompanhamento da imprensa, da Academia, eles poderão auxiliar a identificar uma estratégia que seja coerente no curto, médio e longo prazo para cada país, para cada mercado específico”.

Bettarello destaca que há mercados em que o esforço maior consiste na superação de barreiras sanitárias e fitossanitárias; em outros, há maior necessidade de iniciativas de promoção de comércio e investimentos, tais como participação em feiras internacionais e organização de road shows. Por fim,  em alguns países, o desafio é trabalhar a imagem da agricultura brasileira junto com a sustentabilidade ambiental. O adido agrícola deve contribuir para o diagnóstico adequado dos problemas e para a busca de soluções.

O secretário-adjunto destaca que o Ministério trabalha para harmonizar a política agrícola doméstica com a internacional. “Nós olhamos para fora, mas com os pés fincados no campo. Não adianta abrir um mercado que a gente não tenha condições de atender ou um mercado onde serão necessárias muitas adequações.”

No caso da China, por exemplo, buscaram-se oportunidades para o melão, que é uma fruta economicamente importante para a Região Nordeste. No Peru, pela proximidade geográfica com o Acre, o interesse é incrementar as vendas de carne suína.

Outro exemplo é a Tailândia, onde a pauta exportadora brasileira está concentrada na soja. “Nosso esforço agora é diversificar essa pauta, inserindo nela outros produtos. Já fizemos algo importante que foi a reciclagem animal; subprodutos sendo usados como insumos para a indústria deles. Estamos em processo de negociação sobre a carne bovina.” Para o êxito das tratativas, busca-se conciliar interesses dos dois países envolvidos. “A Tailândia gostaria de investir mais em agricultura familiar e nós temos expertise nessa matéria.”

Novos adidos

Em janeiro e fevereiro deste ano, os novos adidos agrícolas se apresentarão nos seguintes países: China, Reino Unido, Singapura, Itália (sede da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO), Rússia, Estados Unidos, Japão, Bélgica (sede da Comissão Europeia) e Peru.

Os decretos de designação foram assinados pelo presidente Jair Bolsonaro e publicados no Diário Oficial da União do dia 26 de dezembro de 2019.

Na mesma edição do DOU, também foram publicados os decretos de recondução, por mais dois anos, dos adidos agrícolas nas representações diplomáticas brasileiras na Arábia Saudita, África do Sul, Argentina, China, Índia, Coreia do Sul, no México, na Tailândia e no Vietnã.

Em 2021, outros seis adidos poderão ser reconduzidos – que exercem missão nas representações no Canadá, na Colômbia, no Egito, na Indonésia, no Marrocos e na Bélgica.

Relação dos Adidos Agrícolas – 2020

Posto

País

Adido

PretóriaÁfrica do SulJesulindo Nery de Souza Junior
RiadeArábia SauditaMarcel Moreira Pinto
Buenos AiresArgentinaPriscila Rech Moser Pinto
BruxelasBélgica – União EuropeiaGuilherme Costa
Bernardo Todeschini
OttawaCanadá Luciana Pimenta Ambrozecivius
PequimChinaJean Carlo Cury Manfredini 
 Fábio Coelho
BogotáColômbiaMarcus Vinicius Segurado Coelho
SeulCoreia do SulGutemberg Barone de Araújo Nojosa
CairoEgito César Simas Teles
WashingtonEstados UnidosFilipe Guerra Lopes Sathler
Nova DelhiÍndiaDalci de Jesus Bagolin
JarcartaIndonésiaGustavo Bracale
TóquioJapãoRicardo Ossamu Maehara
RabatMarrocosNilson César Castanheira Guimarães
Cidade do MéxicoMéxicoBivanilda Almeida Tápias
MoscouRússiaRafael Guimarães Requião
BanguecoqueTailândiaMaria Eduarda de Serra Machado
HanóiVietnãTiago Charão de Oliveira
RomaItália – FAOLeonardo Werlang Isolan
LimaPeruÂngela Pimenta Peres
LondresReino UnidoLuis Augusto Billi
SingapuraSingapuraLeandro dos Santos Antunes

Informações à imprensa
Inez de Podestà
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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