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Relembrando a Yamaha DT 360A 1974, uma motocicleta muito rara

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Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

Yamaha DT 360A: Clássica japonesa tinha muito motor para um tamanho compacto na época

Para quem gosta de veículos antigos, é bastante comum, ao pesquisar sobre motocicletas à venda se deparar com a expressão “raridade”. Mesmo em encontros e exposições, onde, teoricamente, a maioria dos envolvidos conhece bem a história dos modelos expostos, usar o termo raridade é mais do que corriqueiro. Tanto que vira banalidade. Mas o que é, realmente, um objeto raro? Se o assunto é motocicletas japonesas dos anos 70, esta Yamaha DT 360A é realmente um objeto raro.

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Não tanto pela quantidade produzida, apesar de bem menos do que as irmãs menores Yamaha DT 250 e DT 125, que se tornariam extremamente populares e desejadas. Mas por suas características especiais, que fariam dela um objeto cult. A Yamaha DT 360A de 1974, que até 1973 era conhecida por RT 360, tem uma história parecida com a Yamaha RD 350 contemporânea, a viúva negra.

Era muito motor para uma estrutura compacta. As técnicas de pilotagem no fora de estrada ainda eram pouco conhecidas, assim como as adaptações de modelos de rua para essa finalidade, que ainda era precária. Isso fazia com que a DT 360A não fosse tão fácil de ser domada na terra.

Yamaha DT 250 arrow-options
Divulgação

Foto de catálogo da Yamaha DT 360A, diretamente do baú

A raridade desta motocicleta, no entanto, está ligada à história desta unidade. Poucas Yamaha DT 360 vieram ao Brasil, e certamente todas foram para a vida no campo. Tanto que, quando vi esta moto pela primeira vez, considerei que ela havia passado por uma restauração primorosa. Grande engano. A motocicleta era virgem total e tem uma história muito interessante.

Seu propriatério a achou em uma revenda Yamaha desativada em Miami, há uns dez anos. O dono daquela revenda havia reservado essa motocicleta para ser exatamente uma relíquia, mantendo-a perfeita por todo esse tempo. O brasileiro se apaixonou pela moto e quis comprá-la, ouvindo um grande NO!, em inglês, mesmo. Mas o comerciante cometeu o engano de dizer que a venderia por um valor para ele considerado altíssimo. Afinal, lá nos “estates” a Yamaha DT 360A foi vendida aos montes, assim como a sua antecessora, a RT 360.

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Imaginaria o americano que as coisas aqui custam muito mais que lá, e que aquele brasileiro teria toda essa grana no bolso? Pagou na hora e saiu de lá rodando com sua motocicleta “zero km”, de 33 anos de idade. E tem mais: a moto ficou em sua casa de Miami por quatro anos, até que ele resolveu trazê-la para o Brasil. Aqui chegando, ficou mais alguns anos escondida, até sair para a primeira sessão de fotos.

História por trás da clássica

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Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

O painel da Yamaha DT 360A. Quilometragem original

A história desse modelo também é interessante: as primeiras motocicletas off road não passavam de rudes adaptações de modelos de rua para que passassem com mais facilidade por terrenos acidentados. Suspensões um pouco mais altas e escapamento saído por cima eram a receita básica.

Em 1968, a Yamaha apresentou a linha RT, cujo modelo de maior cilindrada era justamente a 360. Mesmo sendo bem mais adequada para o fora de estrada, ainda não era específica para isso, tornando-se excelente no “dual purpose”, ou seja, de uso misto asfalto/terra. Entre as marcas concorrentes, era a melhor e se dava bem tanto nas trilhas quanto no asfalto, com as devidas limitações.

A big single dois tempos, no entanto, ficou famosa por massacrar incautos tornozelos, na tentativa de fazer funcionar o motor monocilíndrico de 352 cm3 de cilindrada e 32 cv de potência. A cena mais comum, quando algum amigo pedia para “dar uma voltinha na moto”, era a resposta: “Se você conseguir ligá-la, pode pilotá-la”. E lá ia o dono da moto levar o amigo ao ambulatório, com o tornozelo roxo e inchado.

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A Yamaha RT 360 ganhou muitas inovações até 1973, seu último ano, e mudou radicalmente em 1974, quando se tornou DT 360. Visualmente, o pára-lama dianteiro alto, que se tornaria recorrente na maioria das motocicletas off road a partir de então, era o que mais se destacava.

Yamaha DT 360A 1974 arrow-options
Reprodução/Pinterest

Yamaha DT 360A 1974 tem o para-lama dianteiro alto entre os detalhes mais chamativos da raridades da marca japonesa

O tanque ficou um pouco maior, perdendo aquela “dobrinha” característica em torno da cabeça do quadro. O escapamento, que na RT saía pelo lado direito, passou para o centro do quadro, com a ponteira agora do lado esquerdo. O quadro passou a ser o mesmo da linha MX profissional, e isso foi a melhor mudança na motocicleta, não tanto para o motocross, mas ótimo para enduro e crosscountry. Os dois amortecedores traseiros passaram a ser do tipo Termal Schock, cujos reservatórios de óleo em separado podem ser vistos de longe.

A maior alteração na motocicleta clássica , no entanto, foi no motor, muito mais amigável, agora com ignição eletrônica CDI, que parou com aquela mania de destruir tornozelos. Apesar disso, os amantes das trilhas que se acostumaram com o “quebra-pernas” anterior, garantem que as melhorias no motor não valeram a pena, preferindo ainda as antigas RT, brutais e mais emocionantes.

As letras atribuídas às motocicletas Yamaha, nessa época, também têm uma coerência lógica. DT não significava dois tempos, como muitos acreditam. Até 1973, D era a designação das motocicletas com motores de de 250 cm3 e T era Trail. Por isso havia a DT 250. Uma 250 de rua era a DS (S de Street).

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A letra A indicava motor 125: a DT 125 antes chamava-se AT 125. Para a cilindrada de 350 cm3, ou neste caso 360, a letra era R. Daí a RT 360, que se tornaria, em 1974, a Yamaha DT 360A . Lembram das Yamaha TD de competição? Tinham motor de 250 cm3. A versão seguinte era a TR, de 350 cm3. Sopa de letrinhas…

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Honda, Ducati, Harley-Davidson e BMW oferecem condições especiais

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Honda
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Honda CRF 1000L Africa Twin: Aventureira de grande porte agora oferece seguro grátis por um ano

Ducati e Honda anunciam ação promocional que oferece seguro grátis para alguns modelos de motocicletas zero quilômetro, durante um ano. Na Ducati, o cliente pode optar por duas condições especiais para motos: seguro total grátis por um ano ou financiamento com taxa zero mediante a 50% de entrada e parcelamento em 12, 18 ou 24 meses.

Participam da campanha de condições especiais para motos os modelos Multistrada 1260S, Multistrada 1200 Enduro, Diavel 1260S, XDiavel Dark, XDiavelS e Monster 797, para a Ducati. E além do plano com taxa zero, a Ducati oferece outras opções de financiamento em parceria com a Volkswagen Financial Services, como compra parcelada pelo programa Red Pass e pelo programa Sentiero, com entrada fixa e 1ª parcela podendo ser paga em janeiro de 2021.

Ducati
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Ducati XDiavel Dark: Uma motocicleta de visual arrojado e diferenciado, com potência de esportiva

Já a ação comercial da Honda é feita em parceria com a Seguros Honda, e oferece um ano de cobertura grátis para clientes que adquirirem os modelos CB 1000R, Africa Twin, e GoldWing.

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Como os produtos contemplados na ação contam com preços mais elevados, a intenção é turbinar as vendas, que sofreram com a pandemia do Coronavírus. A condição é válida em todo o Brasil até 31 de agosto, e será aplicada mediante análise e aprovação do perfil do cliente, em motos com desconto .

Harley e BMW

Harley
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Harley-Davidson está com novidades na sua nova linha de motocicletas, além das condições especiais

A H-D trabalha com oferta especial de financiamento para modelos das famílias Sportster, Softail e Touring, A condição é válida se a moto for adquirida por financiamento via Harley-Davidson Financial Services, com taxa de 0,99%, 30% de entrada e saldo em até 48 vezes.

Já a BMW está com a campanha Super Sale, que inclui benefícios como as três primeiras revisões garantidas pelo fabricante e emplacamento grátis para todos os modelos, além de taxas especiais para financiamento via BMW Serviços Financeiros, com entrada facilitada e opções de prazo de financiamento de acordo com a necessidade do consumidor.

BMW
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BMW G 310 R: a moto mais em conta da marca alemã, fabricada na Zona Franca de Manaus (AM)

Com as campanhas de condições especiais , a big trail R 1250 GS Premium pode ser adquirida com taxa especial no BMW Select de 0,95% ao mês em um plano de financiamento com 30% do valor na entrada, 24 parcelas mensais de R$ 1.375 mais parcela final. O cliente ainda conta com a garantia de recompra da concessionária, três primeiras revisões por conta da marca e emplacamento grátis.

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Já para G 310 R e GS, a BMW Motorrad Brasil oferece taxa especial de 0,79% ao mês em um plano de financiamento com 50% do valor na entrada mais financiamento em 12 vezes com as três primeiras revisões pagas pelo fabricante, assim como o emplacamento, na sua campanha de condições especiais para motos .

Fonte: IG CARROS

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Elétrico Audi e-tron GT estreia no mercado brasileiro em 2021

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Audi e-tron GT
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Audi e-tron GT é o esportivo elétrico da marca alemã que terá o Porsche Taycan entre os principais rivais no Brasil

Mostrado pela primeira vez no Salão de Genebra (Suíça) do ano passado, o esportivo elétrico Audi e-tron GT ainda nem entrou em produção na Europa. Mas já está confirmado para o Brasil, onde está previsto para chegar em 2021.


Com 4,96 m de comprimento, 1,96 m de largura e entre-eixos de 2,90 m, o cupê de quatro portas Audi e-tron GT é praticamente uma variação do Porsche Taycan para a marca das quatro argolas. Isso é explicado pelo fato de os dois modelos, apesar de trazerem carrocerias distintas, compartilharem a mesma plataforma.

O e-tron GT será produzido a partir do fim do ano na fábrica da Audi em Neckarsulm (Alemanha). O conjunto motriz é composto por dois motores elétricos (um para cada eixo), que desenvolvem a potência conjunta de 590 cv. De acordo com o fabricante, o esportivo é capaz de acelerar de 0 a100 km/h em 3,5 segundos e atingir os 240 km/h, velocidade que é limitada eletronicamente para maximizar a autonomia.


Posicionadas sob o piso da cabine de passageiros, o conjunto de baterias de 90 kWh usadas nesse carro elétrico garante uma autonomia de mais de 400 km. De acordo com a Audi , o uso de um carregador especial de 800 volts irá permitir recargas ultra-rápidas de 0 até 80% de carga em apenas 20 minutos. Veja abaixo o vídeo da versão conceitual do esportivo elétrico da marca alemã.

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Fonte: IG CARROS

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