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Explosão em fábrica de fogo de artifício faz sete mortos na China

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Sete pessoas morreram e 13 ficaram feridas na explosão de uma fábrica de fogo-de-artifício na província chinesa de Hunan, centro do país. 

O governo da cidade de Liuyang revelou em comunicado que a produção era ilegal.

Acidentes com fogo de artifício são comuns na China nas vésperas do Ano Novo Lunar, a principal festa das famílias chinesas, quando lançam explosivos e fogos-de-artifício para “afugentar os maus espíritos”.

O governo local diz que os donos da fábrica foram detidos para interrogatório e que uma equipe vai nvestigar as causas do acidente. Na quinta-feira, as autoridades ordenaram a suspensão de toda a produção de fogo de artifício na cidade.

Acidentes industriais são frequentes na China, onde, em média, morrem 70 mil trabalhadores por ano, segundo a Organização Mundial do Trabalho.

Em 2015, duas explosões nas instalações químicas da zona portuária da cidade de Tianjin, nordeste da China, causaram pelo menos 165 mortos e prejuízos de mais de US$ 1 bilhões de dólares.

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Protestos contra monarquia ganham força na Tailândia

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Desafiando a monarquia do rei tailandês Maha Vajiralongkorn, milhares de manifestantes marcharam em Bangkok neste domingo (20) para apresentar demandas que incluem um pedido de reformas para restringir poderes do governo.

Os manifestantes ficaram cada vez mais ousados ​​durante os dois meses de manifestações contra o palácio da Tailândia e o sistema dominado pelos militares, quebrando um antigo tabu de criticar a monarquia, o que é ilegal, segundo as leis locais.

O Palácio Real não estava imediatamente disponível para comentar. O rei, que passa grande parte do tempo na Europa, não está na Tailândia.

Os manifestantes foram bloqueados por centenas de policiais desarmados trabalhando em barreiras de controle da multidão.

Os líderes do protesto declararam vitória depois de entregar à polícia uma carta detalhando suas demandas. Phakphong Phongphetra, chefe do Departamento de Polícia Metropolitana, disse que a carta será entregue à delegacia.

Na maior manifestação em anos, dezenas de milhares de manifestantes no sábado apelaram pela reforma da monarquia, bem como pela remoção do primeiro-ministro Prayuth Chan-ocha, um ex-líder da junta, e uma nova Constituição e eleições.

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Pouco depois do nascer do sol deste domingo, os manifestantes colocaram uma placa perto do Grande Palácio de Bangkok, na área conhecida como Sanam Luang, ou Royal Field.

Na placa, está escrito: “Neste lugar o povo expressou sua vontade: que este país pertença ao povo e não seja propriedade do monarca, pois ele nos enganou”.

Monarquia é criticada

O porta-voz do governo, Anucha Burapachaisri, disse que a polícia não usaria violência contra os manifestantes e que cabia à polícia determinar e processar qualquer discurso ilegal.

Autoridades tailandesas disseram que criticar a monarquia é inaceitável em um país onde o rei está constitucionalmente “entronizado em uma posição de adoração reverenciada”.

Os protestos, que começaram nos campi universitários, atraíram um número cada vez maior de pessoas mais velhas. Isso inclui os seguidores de camisas vermelhas do populista deposto primeiro-ministro Thaksin Shinawatra.

Os manifestantes dizem que a Constituição dá ao rei muito poder e que foi projetada para permitir que Prayuth mantivesse o poder após as eleições do ano passado. O próximo protesto está marcado para quinta-feira (24).

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Museu sobre acidente nuclear de Fukushima abre suas portas

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O primeiro museu público sobre o acidente nuclear de Fukushima abriu suas portas neste domingo (20) na província, que fica localizada no nordeste japonês.

O Museu do Grande Terremoto do Leste do Japão e Memorial do Desastre Nuclear ficam em Futaba, cidade que teve sua recomendação de evacuação suspensa parcialmente em março.

Junto com a cidade de Okuma, Futaba abriga o complexo da usina nuclear Fukushima 1, palco de um dos piores acidentes nucleares da história. Três reatores da usina derreteram após um enorme terremoto e um tsunami atingirem a região em março de 2011.

O museu da província é repleto de enormes telas que mostram como as comunidades estavam quando o acidente aconteceu, e como os moradores evacuaram em meio e após a tragédia.

O local ainda exibe aproximadamente 150 objetos e vídeos para explicar a confusão inicial causada pelo acidente, os esforços de descontaminação e o enorme impacto do acidente. Estima-se que, em  razão da tragédia, houve 1.600 mortes, notadamente entre idosos que viviam em casas de repouso, devido às más condições de evacuação.

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O museu também conta com residentes e moradores da região, que compartilham suas experiências pessoais com visitantes.

 

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