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Corpo de médico morto no Afeganistão chega ao Japão

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O corpo do médico japonês, Tetsu Nakamura, deve chegar hoje (7) ao Japão, acompanhado por sua família. Nakamura prestava ajuda humanitária no Afeganistão e foi morto a tiros no país na quarta-feira.

Nakamura foi assassinado junto com cinco outras pessoas por um grupo armado não identificado em Jalalabad, na parte leste do Afeganistão. A esposa do médico, Naoko, e sua filha, Akiko, chegaram à capital Cabul na sexta-feira para recuperar seu corpo.

O presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, se encontrou com elas no escritório presidencial para oferecer condolências. Ghani disse que é responsabilidade de autoridades afegãs identificar e prender os membros do grupo armado.

Nakamura passou anos no Afeganistão prestando auxílio humanitário e ajudando nos projetos de reconstrução do país, incluindo a construção de canais de irrigação.

Em outubro, ele se tornou o primeiro estrangeiro a receber o título de cidadão honorário do Afeganistão. A polícia afegã acredita que o grupo armado tenha alvejado o famoso médico para marcar sua presença no país e no exterior.

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Secretário-geral da ONU pede acordo global contra desigualdades

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O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu hoje (22) no discurso de inauguração da 75ª Assembleia Geral por um cessar-fogo global até o final de 2020. Em um salão praticamente vazio, com apenas 10% dos mais de 2 mil assentos ocupados, Guterres foi enfático ao dizer que ainda há “desafios por vir” e que, em um mundo interconectado, “solidariedade é interesse em si mesmo.”

Guterres afirmou que a pandemia expôs fragilidades e desigualdades pelo mundo. O secretário-geral propôs, como já havia feito em março – início da pandemia -, que haja “um fim na doença da guerra para que possamos lutar contra a doença que devasta nosso planeta.”

António Guterres fez ainda um apelo contra o que chamou de uma nova guerra fria. “Nosso planeta não pode bancar um futuro onde as duas maiores economias dividiram o globo, cada uma com suas próprias regras financeiras e de comércio, com capacidades de internet e inteligência artificial diferentes”, ponderou.

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Violência contra mulher

Guterres afirmou que deve haver um esforço conjunto, em escala global, para cessar crescentes violações de direitos contra meninas e mulheres. “Existe uma guerra secreta contra as mulheres. Prevenir e terminar [o conflito] requer a mesma quantidade de recursos e compromissos investidos em outras formas de guerra.”

Contratos sociais

O representante da ONU solicitou que haja um novo “contrato global”, de vários termos, que dê fim ao racismo, à exclusão, à descriminação e estabeleça o acesso universal à saúde. Segundo Guterres, um projeto de “renda básica universal” também deve estar no centro dos interesses da comunidade global.

Emissões de carbono

Sobre o clima e o meio ambiente, pautas recorrentes e estratégicas da ONU, o secretário-geral solicitou que todos os países-membros zerem as emissões de carbono até 2050. O secretário informou que o novo “contrato global” proposto pelo órgão também vai tratar da distribuição igualitária do poder, riquezas e oportunidades.

Vacinas nacionais

Como alerta, Guterres informou que há conhecimento de países que estão fazendo negociações bilaterais sobre o desenvolvimento de vacinas em prol exclusivamente de suas próprias populações. “Nenhum de nós está seguro enquanto todos não estiverem seguros”, afirmou. “Devemos assegurar que o mundo em desenvolvimento não caia na ruína financeira, pobreza crescente e crise de débito. Precisamos de compromisso coletivo nessa queda vertiginosa”, argumentou.

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Edição: Fernando Fraga

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Em discurso para líderes mundiais, Bolsonaro fala sobre meio ambiente

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O presidente Jair Bolsonaro faz o tradicional discurso de abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas na manhã desta terça-feira (22). Em virtude da pandemia do novo coronavírus, o encontro é realizado online – inovação que acontece por medidas de segurança.

Assista à Assembleia Geral ao vivo:

Apesar do caráter virtual, a sede da ONU em Nova York receberá um representante de cada país. Cerca de 200 pessoas estão fisicamente presentes, o que equivale a 10% da capacidade de ocupação da estrutura.

Assim como em 2019, quando discursou pela primeira vez na ONU, Bolsonaro deve falar sobre a Amazônia e as políticas ambientais do seu governo. Cada país-membro tem até 15 minutos para os discursos. Após a fala do presidente brasileiro, Donald Trump, Tayyip Ergodan e Xi Jinping – líderes dos Estados Unidos, Turquia e China, respectivamente – ocuparão a tribuna virtual.

» Veja a íntegra do primeiro discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU

“O presidente vai tocar na Amazônia. A princípio vai mostrar aquilo que estamos fazendo. Temos ainda a criação do Conselho [da Amazônia], a criação da operação Verde Brasil 2, um esforço do governo em combater as ilegalidades, o que não é simples, não é fácil e elas continuam a ocorrer, infelizmente”, afirmou a jornalistas, nesta segunda-feira (21), em Brasília, o vice-presidente Hamilton Mourão. Ele coordena as ações do governo brasileiro no combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia.

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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