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Saúde

Brasil tem 47,2 milhões de usuários de planos de saúde

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Dados divulgados nesta sexta-feira (5) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) revelam que, em outubro, o Brasil registrou 47.255.912 beneficiários em planos de assistência médica. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve leve oscilação positiva, de 71,2 mil usuários.

O levantamento mostra que 15 unidades da federação registraram crescimento, e os níveis  mais expressivos foram observados nos estados de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e de Goiás. A ANS ressalta, porém, que os números não são definitivos e podem sofrer algumas modificações retroativas em função das revisões efetuadas pelas operadoras.

O número de usuários de planos exclusivamente odontológicos também cresceu, mantendo a trajetória de evolução que está em cursos nos últimos anos. Em outubro deste ano, foram registrados 25.677.129 usuários, cerca de 1,5 milhão a mais do que outubro de 2018. Os estados com os avanços mais significativos estão no Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Edição: Nádia Franco
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Saúde

Brasil se aproxima dos 100 mil mortos por Covid-19 e fecha sexta com 99,5 mil

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Socorristas do Samu preparam cadáver de mulher idosa que morreu com suspeita de estar contaminada pelo novo coronavírus
Yan Boechat

País deve alcançar marca de 100 mil mortes por Covid-19 no próximo sábado (8)




Com 99.572 mortes causadas pela Covid-19, Brasil se aproxima da marca de 100 mil vidas perdidas para a pandemia. Segundo o Ministério da Saúde, o País registrou 1.079 mortes em 24 horas nesta sexta-feira (7). O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se pronunciou na noite de ontem (6) sobre a aproximação da nova marca de óbitos. ” Vamos tocar a vida e se safar desse problema”, ele disse.


A estimativa é que o número de casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2) também chegue aos 3 milhões no próximo sábado (8). Hoje, o dia fechou com 50.230 novos casos, totalizando 2.962.442 infectados pelo vírus no Brasil.

Foi informado nesta sexta que as Secretarias Estaduais de Saúde (SES) têm tido problemas para registrar o número de casos  na base de dados do Ministério da Saúde nas últimas semanas. A variação é grave, pois prejudica a análise da pandemia do novo coronavírus (Sars-coV-2) no País.

A contagem de casos realizada pelas SES inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.


Na última quinta-feira, o país tinha 98.493 óbitos e 2.912.212 casos de Covid-19. Em 24 horas, foram 1.205 mortes e 53,1 mil casos .

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 24.735 óbitos causados pela Covid-19 . O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 14.028 mortes, seguido por Ceará (7.921), Pernambuco (6.867) e Pará (5.854).

Boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde
Divulgação/Ministério da Saúde

Boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde


Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (608.379), Bahia (187.892), Ceará (185.409), Rio de Janeiro (175.696) e Pará (164.759).

Ainda segundo os números divulgados, o país tem hoje 2.068.394 pessoas recuperadas da Covid-19, 794.476 em acompanhamento e 3.497 óbitos sob investigação.


Levantamento independente

Segundo apuração realizada por veículos de comunicação junto das Secretarias Estaduais de Saúde, o número de óbitos registrados em 24 horas é de 1.058. O total seria de 99.702. A média movel é de 1.019 óbitos por dia.

O número de casos, ainda segundo este levantamento, seria de 2.967.064, sendo que 49.502 foram registrados nas últimas 24 horas.

O levantamento foi feito por veículos de comunicação em parceria inédita. Participaram da apuração O Globo, Portal G1, Uol, Extra, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo.

Fonte: IG SAÚDE

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Pesquisadores brasileiros desenvolvem tecido capaz de matar Covid-19

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quatro máscaras de tecido
Reprodução/ mercado livre

Pesquisadores pensam em fazer uma máscara contra Covid-19 com três camadas, sendo a primeira de conforto; a segunda com nanopartículas; e a terceira impermeável


Dentro de dois meses, pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio) vão apresentar um tecido antiviral para máscaras que oferece maior proteção aos profissionais da área de saúde contra a Covid-19 .


A informação foi dada hoje (7) à Agência Brasil pela professora Renata Simão, dos Programas de Engenharia de Nanotecnologia e de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Coppe. O tecido está sendo produzido no Laboratório de Engenharia de Superfícies da Coppe/UFRJ.

Renata esclareceu que, no momento, os pesquisadores estão desenvolvendo, na verdade, produtos que vão ser colocados em um tecido normal de algodão, para fazer com que esse tecido comum tenha propriedades aprimoradas e atinja até o nível de uma máscara similar à N95.

“O que a gente está fazendo não é desenvolver o tecido e, sim, estamos modificando o tecido para garantir que ele tenha propriedades aprimoradas pelas modificações que fazemos nele”, explicou. As pesquisas envolvem também a inclusão de papel entre esses produtos. “A gente inclui também partículas que são antivirais, que vão matar o vírus.”

Para Renata, a grande vantagem é que, por se tratar de um algodão comum, que é biodegradável, o material que for descoberto não vai fazer mal à natureza. Além de ser descartável, ele poderá ser reutilizável e, mesmo quando for descartado, é biodegradável , ou seja, ainda assim não gera lixo.

“Esse é um ponto que, para a gente, é muito fundamental e importante”, diz a professora.

Tecido hidrofóbico

O tecido que vem sendo desenvolvido é chamado hidrofóbico (impermeável). O vírus, normalmente, é transportado através de gotículas, como de saliva, por exemplo, que a pessoa expele. Essas gotículas, ao entrar em contato com esse tecido que está sendo desenvolvido, não conseguem penetrar e vão escorrer. “E se, por acaso, penetrarem, tem uma camada interna que vai conter, com nanopartículas que vão matar o vírus.”

A princípio, os pesquisadores pensam em fazer uma máscara com três camadas, sendo a primeira de conforto, perto do rosto; a segunda, no meio, incluindo nanopartículas; e a terceira, externa, com um recobrimento hidrofóbico, “que também é biocompatível e biodegradável”, reforçou Renata. Disse que algumas camadas podem ser feitas também com papel modificado. “A gente pensa na externa e na do meio com papel.”

Testes

Os testes para a caracterização e constatação da eficácia das nanopartículas estão sendo realizados no Laboratório de Microscopia Eletrônica do Inmetro. Carlos Achete, especialista em Metrologia de Materiais do Inmetro e coordenador do projeto denominado Tecidos Hidrofóbicos e Ativos para Substituição do TNT Hospitalar, comentou que “caso seja comprovada a eficácia [do tecido], o país poderá ter acesso a uma tecnologia que proporcionará mais segurança e risco reduzido da contaminação, inclusive em ambiente hospitalar, onde é mais frequente. E o melhor: a um custo-benefício acessível à sociedade”.

O processo de testes e sua verificação, visando à certificação do produto, são responsabilidade da coordenadora da Central Analítica do Departamento de Química do Centro Técnico Científico (CTC/PUC Rio), professora Gisele Birman Tonietto. Gisele aposta que o importante “é atendermos às demandas da sociedade, com toda expertise que a universidade tem. Em um momento de urgência, poder viabilizar um conhecimento acadêmico em prol dos profissionais de saúde só reafirma o valor que deve ser dado à ciência e à pesquisa no Brasil.”

Os testes de respiração e saturação de CO2 (dióxido de carbono) têm sido feitos em parceria com laboratório da Coppe. Renata Simão informou que 15 pesquisadores das três instituições, entre professores e alunos, participam do projeto.

Produção industrial

Ela afirmou que a partir da conclusão do tecido, prevista para daqui a dois meses, ele já estará pronto para iniciar a produção industrial. A pesquisa já tem um projeto piloto correndo em paralelo, para “tentar produzir o mais rápido possível. Mas ainda este ano, com certeza”, manifestou. A empresa parceira para a produção já foi prospectada.

Renata disse que o custo da máscara para os profissionais da saúde pode ser reduzido com a descoberta desse tecido modificado, em comparação com uma N95 ou outra máscara existente no mercado que oferece maior proteção. “A gente acredita que vai entrar com grande competitividade”. A meta é fabricar, no mínimo, 500 máscaras de tecido hidrofóbico por semana para serem doadas.

Na avaliação da professora da Coppe/UFRJ, o mais importante no desenvolvimento desse tecido especial é a parceria da pesquisa no Brasil. “A gente está agregando diferentes competências de diferentes instituições e fazendo com que o produto nasça dessas diferentes competências. Eu acho que isso é a coisa mais importante, além do apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro [Faperj], que é indispensável.”

Ela acrescentou que neste momento de pandemia e de negacionismo da ciência, as fundações de amparo à ciência do Brasil inteiro estão demandando e financiando a pesquisa, o que é extremamente positivo. Segundo Renata Simão, há cerca de dez anos, havia uma certa resistência, inclusive, em se trabalhar em equipe, em rede, com outras instituições.

Esse projeto do tecido antiviral mostrou que isso pode ser possível. A ideia não veio de uma universidade ou instituto em especial. “Veio da união de três projetos que já aconteciam e que só puderam tornar real o produto que vai sair daqui a dois meses a partir da parceria. Se eu tentasse fazer sozinha, ia demorar dois anos.”

Fonte: IG SAÚDE

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