conecte-se conosco


Esportes

Martine Grael e Kahena Kunze avançam no Mundial de Vela

Avatar

Publicado

A dupla brasileira Martine Grael e Kahena Kunze brilhou na madrugada de hoje (5) no Mundial de Vela classe 49erFX e assumiu a liderança da competição em Auckland (Nova Zelândia). As atuais campeãs olímpicas e líderes do ranking mundial tiveram um ótimo desempenho nas quatro regatas qualificatórias desta quinta (5): venceram duas e obtiveram um segundo e quinto lugares, garantindo presença na próxima etapa (flotilha dourada). O Mundial, considerado o evento mais importante do calendário da vela, vai distribuir ao todo 15 vagas para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Seis delas são para a classe 49erFX.

Com a ótima performance nesta quinta (5), as brasileiras saltaram do quinto para o primeiro lugar na classificação, abrindo 14 pontos de vantagem em relação às vice-líderes, as norueguesas Helene Naess e Marie Ronningen. A competição prossegue até o próximo domingo (8). Serão mais oito regatas antes da grande final, a Medal Race, programada para sábado (7).

E pela temporada deste ano, Martine e Kahena têm tudo para confirmar a vaga delas em Tóquio 2020, e também conquistar o segundo título do Mundial – o primeiro foi em 2014. A conquista mais recente da dupla veio na semana passada quando elas faturaram a medalha de prata no Campeonato da Oceania, também em Auckland. Mas a lista de conquistas das brasileiras este ano é bem mais extensa: em janeiro foram campeãs da etapa de Miami, da Copa do Mundo da World Sailing (Estados Unidos); em abril levantaram o Troféu Princesa Sofia (Espanha); em maio, faturaram o ouro no campeonato europeu (Inglaterra); em julho, foram ouro nos Jogos Pan-Americanos (Peru); e logo depois, em agosto, venceram o evento-teste para a Olimpíada no Japão.  

Outros brasileiros

Marco Grael e Gabriel Borges conseguiram se classificar em 18º lugar dentre os 25 melhores na classe 49er e avançaram à próxima etapa (flotilha ouro).

Outras duas duplas brasileiras também se garantiram na próxima fase (flotilha dourada) na classe Nacra 17: Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino terminaram a etapa qualificatória em 10º lugar; e João Bulhões e Isabela Swan em 20º.

Edição: Guilherme Neto
Comentários Facebook

Esportes

Volta da Fórmula E tem campanha contra discriminação e show lusitano

Avatar

Publicado


.

Após 158 dias de interrupção, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), a temporada 2019/2020 da Fórmula E foi retomada nesta quarta-feira (5), em Berlim (Alemanha), com a primeira de seis provas a serem disputadas até 13 de agosto. No retorno, a categoria de carros elétricos lançou uma campanha de enfrentamento à discriminação, com a hashtag #PositivelyCharged (carregados positivamente, em tradução livre).

O vídeo da campanha tem participação de técnicos, engenheiros, diretores e dos pilotos da Fórmula E. Entre eles, os brasileiros do grid: Lucas Di Grassi, Felipe Massa e Sérgio Sette Câmara, este último contratado durante a paralisação do campeonato.

“Estamos unidos contra a discriminação de qualquer forma e nutrindo uma cultura de inclusão que celebra a diversidade em todas as formas. Sabemos que essa é uma corrida sem linha de chegada, mas não significa que não possamos ir mais rápido”, diz a mensagem do vídeo, cuja hashtag faz parte do movimento #PurposeDriven, da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que visa iniciativas que tornem a modalidade mais inclusiva e sustentável.

Outra campanha que integra o movimento é a #WeRaceAsOne, da Fórmula 1. Antes do Grande Prêmio da Inglaterra, disputado no último domingo (2), a categoria divulgou um vídeo com os pilotos declarando comprometimento no combate ao racismo. Dono de seis títulos mundiais e único negro do grid, o inglês Lewis Hamilton é a principal voz das manifestações, ajoelhando-se em protesto ou erguendo o punho no pódio.

Vitória portuguesa

Antes da largada, o grid da Fórmula E prestou homenagem, em silêncio, “em respeito àqueles que tragicamente perderam para o coronavírus, em reflexão ao desafio do [enfrentamento ao] racismo e em rejeição à discriminação em todas as suas formas”, diz a categoria. Alguns pilotos se ajoelharam durante a pausa, como o francês e atual bicampeão Jean-Eric Vergne, o belga Stoffel Vandoorne e o holandês Nyck de Vries. Os dois últimos são da equipe Mercedes, a mesma que Hamilton defende na Fórmula 1.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

A moment for reflection. #PositivelyCharged #ABBFormulaE

Uma publicação compartilhada por ABB Formula E (@fiaformulae) em 5 de Ago, 2020 às 10:05 PDT

Na pista do autódromo de Tempelhof, que fica no aeroporto de Berlim, Antônio Félix da Costa levou a melhor. Líder da temporada, o português da equipe Techeetah não só fez a pole position como venceu a prova e fez a volta mais rápida. O alemão André Lotterer, da Porsche, chegou em segundo, com o inglês Sam Bird, da Envision, completando o pódio.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

GANHAMOS!!!!!!! 2a vitoria consecutiva! Olhos posto no objetivo final! . . . VICTORY!!! Soo happy! Thanks team!

Uma publicação compartilhada por Antonio Felix da Costa (@afelixdacosta) em 5 de Ago, 2020 às 2:24 PDT

O melhor brasileiro foi Lucas Di Grassi, da Audi, que terminou em oitavo, na zona de pontuação, após largar em 20º. O estreante Sérgio Sette Câmara, da Dragon, concluiu a prova em 19º. Já Felipe Massa, da Venturi, estava entre os 10 primeiros quando abandonou a corrida, após parar no muro.

Com a vitória desta quarta, a segunda consecutiva no campeonato, Félix da Costa disparou na liderança geral de pilotos, com 97 pontos, 41 a frente do neozelandês Mitch Evans, da Jaguar. Di Grassi está em oitavo, com 42 pontos. Massa é o 19º, com um ponto. Sette Câmara, como passou em branco na corrida de estreia, ainda está zerado.

A temporada da Fórmula E segue nesta quinta-feira (6) com mais uma prova no aeroporto de Berlim, no mesmo traçado. Depois, serão dois dias de intervalo e dois de corrida, no mesmo lugar, mas com um layout diferente de pista. A competição segue até dia 13, com portões fechados e, segundo a categoria, “rigorosas medidas de segurança”.

Edição: Fábio Lisboa

Comentários Facebook
Continue lendo

Esportes

Handebol: Confederação recontrata técnico demitido há um ano

Avatar

Publicado


.

Na última terça-feira (04), a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) confirmou que Washington Nunes reassume o comando da seleção brasileira masculina da modalidade. Ele volta ao cargo após ter sido demitido em agosto passado. Na época, o Brasil ficou em terceiro no Pan de Lima e não se classificou para a Olimpíada através do torneio continental, que dava a vaga apenas ao campeão. Porém, neste retorno, Nunes terá mais uma chance de garantir a vaga verde e amarela nos Jogos do ano que vem. Será no pré-olímpico de março, na Noruega.

O torneio consistirá em um quadrangular que classificará duas equipes. O Brasil está no grupo com Chile, Coreia do Sul e a seleção anfitriã Noruega. Na teoria, vencendo o Chile e a Coreia, a equipe estará classificada.

“Não são jogos fáceis. Mas acreditamos ser possível. Chile e Coreia são adversários viáveis de serem vencidos. A Noruega já é um adversário bastante difícil. Fizemos um amistoso recente contra eles e perdemos por três gols. Porém, confio que temos muitas chances de classificação nessa chave”, disse Washington Nunes à Agência Brasil.

Apesar do fracasso na capital peruana no ano passado, foi com o comando do técnico recontratado que o Brasil conseguiu o melhor resultado da história em mundiais, o nono lugar, também em 2019.

“A Confederação me ligou perguntando se eu tinha interesse em voltar. Eles achavam que eu era o cara mais indicado para conduzir esse processo pelo conhecimento que tenho dos atletas e do modelo de jogo. O presidente Manoel Oliveira considerava que eu não deveria ter saído. Então, foi natural. Achei bom retornar. Reconheço que, por vários fatores, não fomos bem no Pan-americano. Mas confio que podemos voltar ao nível apresentado no mundial”, acrescentou Nunes, que na passagem anterior comandou a seleção durante os anos de 2017 e 2019.

“A derrota para o Chile, que tirou a chance do Brasil de ir à final no Pan de Lima e brigar pela vaga, foi inesperada, mas aconteceu e a gestão à época entendeu que ele, infelizmente, falhou e o tirou do cargo logo após os jogos. Não enxergamos assim. Realmente foi um resultado adverso, mas acreditamos muito na capacidade e competência do Washington. Estamos confiantes no trabalho dele e de toda a comissão técnica, e acreditamos muito no potencial dessa equipe trabalhando junta”, disse à Agência Brasil o presidente da CBHb, Manoel de Olivera.

A agenda da seleção brasileira para os próximos meses está bastante agitada. Além da seletiva olímpica, entre 12 e 14 de março, o Brasil tem o Mundial do Egito, durante os dias 13 e 31 de janeiro. O sorteio das chaves do mundial será no dia 5 de setembro. A equipe nacional tem prevista duas fases de treinamento. A primeira acontece entre 2 e 8 novembro em Portugal. A segunda, que vai incluir também um torneio na Suíça, será durante os dias 26 de dezembro e 12 de janeiro.

Edição: Fábio Lisboa

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana