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Economia

Após falhas e reclamações, 39 planos de saúde estão suspensos pela ANS

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Agência Brasil

Esses planos já atendem a 1,4 milhão de pessoas que não serão afetadas

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu temporariamente a venda de 39 planos de saúde de 12 operadoras, em todo o país.

Confira lista dos planos suspensos

A suspensão se deu devido a reclamações feitas pelos consumidores no terceiro trimestre deste ano. Esses planos já atendem a 1,4 milhão de pessoas que não serão afetadas. A proibição da venda começa a valer a partir de 9 de dezembro.

A medida foi divulgada nesta quinta-feira (5) e faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento da agência, que acompanha o desempenho do setor.

Além das suspensões, a ANS informou também que liberou a comercialização de 11 planos de saúde de sete operadoras.

Confira lista dos planos reativados

Eles haviam sido impedidos de serem vendidos anteriormente, mas melhoraram os resultados e, com isso, poderão voltar a ser vendidos para novos clientes a partir da próxima segunda-feira (9), desde que não estejam com a comercialização interrompida por outros motivos.

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Economia

Serviço público tem mais pessoal em trabalho remoto que setor privado

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O percentual de servidores públicos em trabalho remoto é mais de três vezes a proporção dos empregados no setor privado. Em junho, 24,7% dos trabalhadores do setor público exerciam atividade remota, mas, no setor privado, eram apenas 8%.

Os dados estão no estudo O Teletrabalho no Setor Público e Privado na Pandemia: Potencial Versus Evolução e Desagregação do Efetivo, feito em parceria pelos pesquisadores Geraldo Góes e Felipe Martins, do Ipea, e José Antônio Sena, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que foi divulgado hoje (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Conforme o estudo, em junho, 3 milhões de pessoas ocupadas no setor público estavam nessa condição, o que representa 200 mil a mais do que em maio. Enquanto isso, no setor privado eram 5,7 milhões de pessoas, ou 224 mil a menos que o total estimado para maio. Mesmo na comparação da natureza da atividade, o patamar de pessoas ocupadas e não afastadas em trabalho remoto no setor público é superior aos percentuais do privado, nos setores de serviços, comércio, indústria e agricultura.

Para o Ipea, os resultados evidenciam desigualdade com números gerais de trabalho remoto no país com recortes também por idade, gênero, raça/cor e escolaridade. A maioria das pessoas em teletrabalho tem de 30 a 39 anos, é mulher, predominantemente da cor branca e com nível superior.

A pesquisa destacou a evolução do trabalho remoto em maio e junho, de maneira geral no país, indicada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, do IBGE. Apesar da estabilidade do número de pessoas trabalhando remotamente nesses meses, as estimativas indicam que, em algumas unidades da federação, os percentuais de pessoas em trabalho remoto aumentaram no Distrito Federal, no Rio Grande do Norte e em Sergipe.

No entanto, caíram em outras como Amazonas e Pará. Segundo os pesquisadores, com o resultado o Amazonas perdeu oito posições no ranking. Saiu da posição de 16º estado em percentual de trabalho remoto em maio (com 9,3%) para 24º (com 6,2%). Alagoas, Amapá e Roraima também perderam posições. Os que mais ganharam foram Rio Grande do Norte, que passou de 13º para 8º, e Sergipe, que foi da 17ª para a 12ª posição.

Os serviços contavam com mais pessoas em trabalho remoto entre as atividades no setor privado. Somaram 3,8 milhões tanto em maio quanto em junho. A indústria registrou o mesmo comportamento que o comércio e alcançou 600 mil pessoas naquele mês. Na agricultura estava próximo de 60 mil pessoas e o comércio com 480 mil representou queda na comparação com maio.

Sobre o número de pessoas com potencial para realizar teletrabalho, a pesquisa concluiu que, no setor público, o número atingiria 6 milhões, o equivalente a 50,7% do total de ocupados. Já no setor privado seriam 15 milhões, correspondentes a 18,6%.

Edição: Nádia Franco

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Economia

Porto que explodiu no Líbano era principal ponto de exportação do Brasil no País

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explosão porto de beirute líbano
Maxar e Rabz the Copter / Montagem do Juxtapose

Antes e depois do porto de Beirute, no Líbano, grande ponto de exportação do Brasil

O porto de Beirute, capital do Líbano, que ficou conhecido mundialmente nesta terça-feira (4) após a  grande explosão que matou ao menos 100 pessoas e deixou mais de 4 mil feridas , era o principal ponto de exportações brasileiras no Líbano, segundo informações do Broadcast Agro, do Estado de S.Paulo , obtidas a partir de entrevista com Rada Saleh, sócio da Ramax Trading. Os itens brasileiros mais comuns no porto de Beirute eram carnes e animais vivos.

A Ramax é justamente uma trading que atua no Oriente Médio vendendo carnes brasileiras, sobretudo a bovina e de frango halal. “O porto de Beirute está totalmente destruído. Vai ser difícil ancorar navios lá tão cedo, seja para exportar, seja para importar”, disse Saleh ao Broadcast Agro. Ele, que vive a 30 minutos de Beirute, disse ainda que o porto de Beirute “era o principal terminal de desembarque de carne bovina e outras cargas do Brasil”.

Segundo o empresário, clientes de sua empresa faleceram devido à explosão, apesar de ele relatar não ter perdido cargas enviadas ao terminal portuário do Líbano . Por mês, a Ramax exporta cerca de 3 mil toneladas de carne bovina e de aves para o Oriente Médio, inclusive atendendo o porto afetado pela explosão.

Saleh disse que as exportações brasileiras devem ser afetadas pela explosão e que será preciso se adaptar por um período, já que a construção do porto de Beirute não deve ser feita no curto prazo. Segundo ele, a Ramax, empresa da qual é sócio, deve focar em itens que não dependam de refrigeração e que vão para outros portos menores no Líbano que estejam aptos a receber carnes brasileiras . Como exemplo, ele cita os portos de Trípoli e Byblos, que podem vir a ser alternativas.

“Com certeza teremos de focar nos (produtos) que não dependam da cadeia de frio. Por exemplo, carnes processadas (enlatadas), que não precisam de refrigeração e têm validade média de três anos”, disse ao Broadcast o sócio da Ramax.

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