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Prende ou mantém solto? STF julga futuro do traficante Rabicó no próximo dia 17

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Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó ou Coroa, foi solto por ordem do Supremo Tribunal Federal

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir no próximo dia 17 se o traficante Antonio Ilário Ferreira, conhecido como Rabicó, deve voltar para a cadeia. O criminoso, acusado de ser chefe do tráfico de drogas do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, foi solto no último dia 14 após uma liminar do ministro do STF Marco Aurélio Mello. O magistrado permitiu que o criminoso de 55 anos aguarde em liberdade o julgamento do recurso do último processo que o mantinha atrás das grades. Agora, o caso será levado a julgamento na 1ª Turma do tribunal, que decidirá se mantém ou não a decisão de Mello.

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A subprocuradora da República, Cláudia Sampaio Marques, já deu parecer no qual pediu que Rabicó volte para a cadeia. Ela pediu a cassassão da decisão do ministro do STF e frisou a “notória periculosidade do paciente e o grande risco que a sua liberdade representa para a ordem pública”. A subprocuradora afirmou ainda que a defesa de Rabicó levou à apreciação do STF a execução provisória de pena do traficante no processo, mas ele estava com sua prisão preventiva decretada na mesma ação. Dessa forma, não poderia ter sido solto. Segundo a subprocuradora, os advogados induziram o STF ao erro. O habeas corpus da defesa de Rabicó só foi enviado ao Ministério Público Federal após a decisão de Marco Aurélio em caráter liminar.

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A defesa de Rabicó alega que a 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, ao julgar o último recurso da defesa, em abril deste ano, não se manifestou sobre a manutenção da prisão preventiva que havia sido decretada pela juíza do processo, afirmando apenas que a expedição do mandado de prisão só poderia ocorrer após o fim dos recursos (trânsito em julgado).

A decisão favorável a Rabicó foi dadad pelo ministro Marco Aurélio Mello no dia 30 de outubro, uma semana antes do plenário do STF decidir contra a prisão após condenação em 2ª instância. Rabicó estava preso há 11 anos e oito meses. Antes de ser solto, ele estava na penitenciária federal de segurança máxima de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O traficante possui condenação em três processos criminais por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Em nenhuma delas, no entanto, a sentença é considerada definitiva. A defesa de Rabicó ainda está recorrendo na Justiça para tentar diminuir as penas ou absolver o traficante.

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Em dois dos processos respondidos por Rabicó, a Justiça já havia autorizado que o chefe do tráfico no Salgueiro esperasse o julgamento dos recursos em liberdade. Ele ainda era mantido preso em um último processo, em andamento na 40ª Vara Criminal do Rio, e no qual o criminoso foi condenado a 10 anos de prisão. Foi nessa ação que o ministro Marco Aurélio deu decisão favorável a Rabicó. O magistrado argumentou que era grande a possibilidade de o STF mudar seu entendimento sobre a execução provisória da pena, como acabou ocorrendo no dia 7 de novembro.

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Rabicó ainda responde em liberdade a outros dois processos nos quais ainda não foi condenado. Ele também foi absolvido em outras ações. Ao ser preso, em 2008, o traficante era considerado foragido por ter descumprido as regras da liberdade condicional que havia conseguido no ano anterior.

A liberdade do criminoso colocou em alerta as autoridades de Segurança Pública do Rio. Em abril deste ano, traficantes entraram em guerra em São Gonçalo após Thomar Jayson Vieira Gomes, o 3N, que comandava o tráfico no Complexo do Salgueiro para Rabicó ter desafiado o chefe. Segundo fontes do Extra, Rabicó determinou que outro comparsa, Antonácio do Rosário, O Schumaker, de 35 anos, executasse 3N para tomar o controle do Salgueiro.

Ao saber dos planos do chefe, 3N se antecipou, matou Schumaker e passou a fazer parte de outra facção criminosa. O receio é de que, em liberdade, Rabicó queira se vingar do antigo comparsa. Na nova quadrilha, 3N vem tentando, com frequência, dominar o Salgueiro. Na última semana, 3N foi morto durante uma operação das polícias Civil e Militar em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio.

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Sem máscaras, Eduardo e Flávio Bolsonaro visitam aldeia indígena no Amazonas

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ESTADÃO CONTEÚDO

Flávio e Eduardo Bolsonaro posam sem máscaras ao lado de indígenas no Amazonas


Sem máscaras e sem respeitar o distanciamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus , o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) visitiram, recentemente, uma aldeia indígena no Amazonas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (23) pela  Folha de S.Paulo.


Uma foto, publicada nas redes sociais do presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, mostra os filhos do presidente Jair Bolsonaro sem máscaras , ao lado dos índios e do secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Júnior. 

Outras imagens compartilhadas pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, confirmam a visita à aldeia, apesar de, em outro momento, ambos os irmãos terem utilizado o equipamento de proteção individual.

Perigo para os indígenas

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Por não terem histórico de interação com os mesmos vírus e bactérias que a maioria da população urbana, os indígenas possuem um sistema imunológico mais sensível .

A exposição ao novo coronavírus implica em riscos mais graves a esses povos. Dados recentes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) indicam que 32,9 mil índios foram contaminados pela Covid-19 e 825 já morreram  por causa da doença. 

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Festa com 1000 mil pessoas acaba em multa de R$ 1000 para dono de sítio

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Festa em Campo Limpo Paulista
Arquivo pessoal

Festa em chácara com centenas de pessoas foi interrompida pela polícia.

O dono de uma chácara em que foi realizada uma festa com quase mil pessoas foi multado no valor de um salário mínimo. O evento acontecem em uma propriedade na cidade de Campo Limpo Paulista, no interior de São Paulo, no final do mês d e agosto. A informação sobre a multa e o valor dela foi obtida pelo G1 junto à prefeitura do município.

Em imagens do evento, é possível ver as pessoas aglomeradas, desrespeitando as recomendações de distanciamento social, e sem utilizar máscaras de proteção contra a Covid-19.  Moradores da região contam que aproximadamente 100 veículos estavam estacionados na região.

Segundo relatos dos moradores da região, o evento se estendeu durante o dia inteiro. Os participantes também teriam ocupado a rua em que a chácara fica localizada. De acordo com a polícia, depois que foram orientados, os participantes do evento deixaram o local e não foi registrado boletim de ocorrência.

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