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Polícia Civil esclarece morte e prende pai e filho por homicídio qualificado

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Assessoria | PJC-MT

Em menos de dez dias, a Polícia Jujdiciária Civil de Colíder (650 km ao Norte de Cuiabá) esclareceu um homicídio ocorrido em Colíder e os autores, pai e filho, foram presos pela Polícia Judiciária Civil do município na terça-feira (03.11). A arma de fogo usada no crime também foi apreendida.

Valdecio Moraes, 45, e seu filho Wesley Moraes, tiveram os mandados de prisão preventiva decretados por homicídio qualificado, após investigação realizada pela Delegacia de Colíder para apuração da ocorrência. Ambos possuem várias passagens pela polícia.

Além da acusação de homicídio qualificado, o suspeito Valdecio também foi autuado em flagrante delito por porte ilegal de arma de fogo e munições.

O crime ocorreu na noite do dia 23 de novembro, em uma residência no bairro Jardim Alvorada, quando Silvio Pessoa Nunes, 44 anos foi morto por dois disparos de arma de fogo na cabeça. A vítima ainda foi socorrida e levada para Hospital Regional, porém, não resistiu aos ferimentos.

Durante diligências, foi descoberto que Wesley Moraes era genro da vítima e no dia da ocorrência houve uma discussão entre os dois, na residência da vítima. Armado, o pai de Wesley foi até a casa para buscar o filho, quando houve outro desentendimento e Valdecio atirou na vítima. Em seguida, pai e filho fugiram do local.

Diante dos indícios de autoria, a Polícia Civil de Colíder representou pelos pedidos de prisão preventiva dos dois investigados, que foram deferidos pela Justiça. Com as ordens judiciais, Valdecio e Wesley foram presos na terça-feira ao se apresentarem para serem ouvidos na Delegacia de Polícia.

Em interrogatório, Wesley confessou os fatos. Já o seu pai, ao assumir a autoria dos disparos, alegou legítima defesa, bem como revelou que o revólver usado do crime estava em seu carro, estacionado na porta da unidade policial.

A arma de calibre 38, com capacidade para seis munições, foi apreendida contendo somente quatro munições, indicando que faltavam duas e que, possivelmente, foram as usadas para matar a vítima. Valdecio Moraes responde por outro crime de homicídio e o seu filho possui antecedentes criminais por tráfico de drogas, receptação, entre outros delitos.

Após depoimento e autuação do flagrante por porte ilegal de arma de fogo, os dois presos foram encaminhados para audiência de custódia, com reiteração do pedido pela manutenção da prisão dos acusados.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende suspeitos de aplicar golpe em venda de veículo pela internet

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Assessoria/PJC-MT

A Delegacia de Roubos e Furtos de Rondonópolis (DERF) prendeu nesta quarta-feira (22.01) quatro pessoas suspeitas de aplicar um golpe pela internet contra uma vítima do estado de Goiás. Os quatro foram autuados pelos crimes de estelionato e associação criminosa. A vítima sofreu um prejuízo superior a R$ 100 mil. 

Na ação, os policiais também apreenderam veículos e uma motocicleta e recuperaram parte do dinheiro do golpe. A prisão dos suspeitos foi realizada após a Derf de Rondonópolis receber comunicação da Polícia de Goiás sobre o golpe denunciado pela vítima na cidade de Goiânia.

A vítima viu um anúncio de venda de um veículo no site OLX e entrou em contato com o anunciante, iniciando a negociação. O anunciante então informou que um familiar seu mostraria o carro à vítima e o pagamento deveria ser transferido em duas contas-correntes. O anunciante pediu ainda que a vítima não comentasse nada sobre a transferência à pessoa que mostraria o veículo. 

Após a transferência dos valores, a vítima foi com o rapaz que mostrou o carro para lavrar o documento de venda do carro, quando ambos descobriram que tudo não passava de um golpe. A vítima então entrou em contato com a Delegacia de Roubos e Furtos de Rondonópolis informando que as contas para as quais transferiu o valor do veículo eram da cidade. 

Em diligências para localizar os suspeitos pelo golpe de estelionato, os policiais realizaram diligências em pontos diferentes da cidade. Um dos suspeitos foi localizado em uma loja de comércio de pneus, onde tentou fugir da abordagem policial. Ele é apontado por outros presos como o responsável por organizar o golpe. A polícia apurou ainda que ele tem patrimônio incompatível com sua renda. 

Outro suspeito que recebeu metade do dinheiro da suposta venda do veículo afirmou aos policiais que com parte do dinheiro recebido adquiriu uma motocicleta.

Durante as diligências, a Polícia Civil descobriu ainda que o dinheiro recebido no golpe da vítima de Goiânia foi distribuído em diversas contas bancárias. A investigação continua para apurar se há outras pessoas envolvidas e recuperar o dinheiro.

Fonte: PJC MT
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Primeira operação de combate a pirataria do ano apreende 154 réplicas de óculos na Capital

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Assessoria | PJC-MT

A Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), em parceria com o Procon Municipal e apoio de outras delegacias da região metropolitana, realizou nesta quinta-feira (23.01), a primeira operação de combate a pirataria do ano, na Capital. A operação intitulada “Pirataria 1” apreendeu mais de 150 óculos réplicas de marcas famosas, que eram comercializados a preço muito abaixo ao de mercado.

O trabalho contou com apoio das equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Cuiabá, Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA), e Delegacia Especializada de Direitos da Criança e Adolescente (Deddica).

As investigações iniciaram após a Decon receber requerimento das marcas dos fabricantes de óculos e acessórios Okley e Ray-Ban sobre a comercialização de supostas réplicas de seus produtos. Os alvos de averiguações foram seis bancas de um comércio coletivo, localizado no Bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

Em todas as bancas fiscalizadas foram apreendidos possíveis réplicas das marcas, totalizando 154 óculos, sendo 78 Ray-Ban e 76 Oakley. Os produtos recolhidos foram encaminhados a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec)

Segundo o delegado, Antônio Carlos de Araújo, nas lojas foram localizadas réplicas de outras marcas, porém somente foram recolhidos os produtos dos fabricantes que registraram a reclamação. “Pois somente as duas mandaram o ‘modelo padrão’ dos seus produtos para confronto pela perícia”, explicou o delegado.

Os seis Autos de Investigação Preliminar (AIP) foram transformados em inquérito policial e os responsáveis pelas lojas foram intimados a comparecer à Decon, em data marcada, para prestar esclarecimentos.

Os responsáveis pelos estabelecimentos poderão responder por crimes relativos a condutas praticadas no comércio de produtos falsificados ou pirateados, que estão tipificadas no artigo 190, inciso 1 da Lei 9.279/96, do Código de Propriedade Industrial, pena detenção de 3 meses a 1 ano; artigo 7, inciso 7, VII, da Lei 8.137/90 da lei contra as Relações de consumo, pena de 2 a 5 anos ou multa; por fraudes no comércio, previsto no artigo 175, inciso I do CPB, e ainda por infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90 em seu artigo 67).

Fonte: PJC MT
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